Geocaching.com


Geocaching

Welcome, Visitor!

Sign In | Create Account

Sign in with Facebook


or

Sign in with Geocaching

Forgot Username/Password

7 Souvenirs of August

Multi-cache

Baía de Sines

A cache by MightyReek
Hidden : 4/7/2008
In Setúbal, Portugal
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2.5 out of 5

Size: Size: small (small)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:


Baía de Sines
Multi-Cache

1ª etapa, nas coordenadas publicadas
nº degraus da escadaria = AB

Coordenadas da 2ª Etapa:
37º 57. (196+AB)
8º 52.(125-AB)

2ª Etapa, na estátua
CDEF - GHIK


Coordenadas finais
37º 57.(G-C)BA
8º 51.(BA x10+F-C+GHIK-CDEF)

1st Stage, on published coordinates
# degrees on the stairway = AB

Coordinates of Stage 2:
37º 57. (196+AB)
8º 52.(125-AB)

Stage 2 on the statue
CDEF - GHIK


Final Coordinates
37º 57.(G-C)BA
8º 51.(BA x10+F-C+GHIK-CDEF)


Descrição / Description

Forte do Revelim ou de Nossa Senhora das Salas
O Forte do Revelim foi construído no século XVII para a defesa da cidade, junto com o castelo, dos ataques de piratas que por aquela época frequentavam.
Quando a guarnição avistava perigo, a população era alertada para se refugiar no castelo e no próprio forte, colocando-se a guarnição nos pontos estratégicos de defesa (onde se encontravam os canhões) dispersos pelos rochedos entre a fortaleza e a calheta (revelim). Há conhecimento do forte ter guarnição até 1844. Situa-se perto da sede da Administração do Porto de Sines. Foi declarado Monumento de Interesse Público no ano de 1978.

O  Forte do Revelim não está aberto ao público.


Ermida da Nossa Senhora das Salas


A Ermida de Nossa Senhora das Salas, padroeira dos pescadores, situa-se muito perto do Forte Revelim, em frente ao porto pesqueiro, no centro histórico de Sines. Foi mandada construir no século XIV por Dona Vetaça e no século XVI Vasco da Gama ordenou a sua reconstrução, dando-lhe uma imagem mais grandiosa. Destaca-se no seu interior de uma só nave, a talha dourada com a imagem de Nossa Senhora das Salas situada no altar-mor, o retábulo do Senhor do Vencimento, duas lápides com as armas da família Gama e um painel de azulejos relacionados com a vida de Maria. O dia 15 de Agosto se realiza uma festa em homenagem a virgem com procissões por mar e terra. É considerada Monumento Nacional.

A Igreja de Nossa Senhora de Salas pode ser visitada. No seu interior encontra-se um raro tesouro: Aberto de quarta a domingo no horário 10.00-12.30 e 14.00-17.00. Dia de Natal, Dia de Ano Novo e Dia de Páscoa está fechado. Entrada: 1 euro

Lenda da Nossa Senhora das Salas
Dona Vetaça (ou Betaça) Lescaris, princesa grega, vem para Portugal para servir como dama de honor de Dona Isabel, que ia casar com o rei Dom Dinis. Entrando em águas portuguesas, o seu barco é recebido por uma tempestade. No desespero, Betaça promete construir uma capela em louvor da Virgem no primeiro porto que encontrar. E que o castelo mais próximo fica com a relíquia do Santo Lenho que traz consigo.
Dona Vetaça salva-se e as promessas são cumpridas. Sines, o porto, fica com a capela (construção primitiva da Ermida de Nossa Senhora das Salas). Santiago do Cacém, de cujo termo Vetaça será dona, fica com o fragmento da Cruz de Cristo.
A primeira ermida é uma construção austera, um pouco mais a leste do que a actual, sobre a nascente que hoje alimenta a Fonte da Dona Betaça.

Origem do nome: Salas ou Salvas?
Ao longo dos anos, os historiadores têm-se debatido com a questão do nome correcto da santa de Sines. O mais recente texto publicado sobre a sua ermida ('A Ermida de Nossa Senhora das Salas', incluído no catálogo 'Da Ocidental Praia Lusitana', de José António Falcão e Ricardo E. Pereira) defende a contaminação pela proximidade de ums armazéns de sal ou de uma fábrica de salga (sala) que ali terá existido.
Dos que defender a grafia 'sala', há também quem remeta para uma derivação de 'salir', termo utilizado no sentido de 'morrer'. Nossa Senhora das Salas será, então, outro nome para a Nossa Senhora dos Defuntos.
O termo 'salvas' tende a substituir 'salas' a partir do século XVIII. Não há nenhuma fonte documental que forneça as razões da mudança. Pode, no entanto, ser uma homenagem às mulheres 'salvas' da tempestade da lenda (Dona Vetaça, sua mãe e irmãs).
Pode ainda designar as salvas com que Vasco da Gama saudava a 'senhora de Sines' de cada vez que passava por este troço de costa.


O Castelo
O Castelo é uma fortaleza medieval construída sobre um ponto da falésia, com sucessivas ocupações desde o Paleolítico, de grande utilidade defensiva e, hoje, um dos melhores miradouros para a baía. Sondagens arqueológicas revelaram a existência de cantarias romanas e visigóticas, explicáveis pelo possível reaproveitamento de materiais pertencentes a uma basílica visigótica do século VII, situada nas proximidades do local onde o castelo veio a ser edificado.

Castelo - vista da Praia Vasco da Gama

No século XIV, o pequeno povoado burguês de Sines reivindica junto do rei Dom Pedro I a autonomia administrativa em relação a Santiago do Cacém. O monarca, interessado na importância estratégica da terra na protecção desta zona de costa em relação aos corsários, concede foral a Sines. Mas com uma condição: a construção de uma cerca defensiva.

Carta régia de D. Pedro I:
'D. Pedro pela graça de Deus, Rei de Portugal e do Algarve A quantos esta carta virem faço saber que os Homens Bons de Sines me enviaram dizer que se fosse minha mercê de os fazer isentos da sujeição de Santiago do Cacém cuja aldeia era e que fosse vila per si que eles se queriam cercar e fazer aquele muro que ora começaram por si E pediram-me por mercê que os quisesse isentos e livres da dita jurisdição e lhes outorgasse que esse lugar de Sines fosse vila per si e houvesse jurisdição de si e juízes para fazerem justiça e direito (...) E eu vendo o que me rogaram e analisando os prós e os contras da situação geográfica desta minha terra porque aquele lugar está em aquela costa de mar E porque estando assim descercado podia por aí a minha terra recear grande dano. E querendo fazer graça e mercê aos ditos lugares de Sines Tenho por bem e mando que o dito lugar de Sines seja isento da sujeição de Santiago do Cacém cuja aldeia era e que seja vila per si.'
(ortografia actualizada) - (In Chancelaria Régia de Dom Pedro I - Livro I, fólio 50, 2ª coluna.

 O castelo é construído durante a primeira metade do século XV. A sua área é relativamente pequena, meio hectare, o que pode justificar-se pelo facto de na altura em que o castelo é construído a povoação ocupar já uma área demasiado grande para ser totalmente cercada.

Castelo e Estátua de Vasco da Gama

 É o lugar onde a população se acolhe, em caso de ataque, apesar de nunca se tornar numa verdadeira 'máquina de guerra', devidamente artilhada e abaluartada. É o lugar (alcáçova) onde o alcaide-mor da vila habita.
É também um dos melhores recintos para espectáculos ao ar livre do sul do país, recebe ao longo do ano diversos eventos culturais, com destaque para o Festival Músicas do Mundo, no final de cada mês de Julho.


Pode visitar o Castelo autonomamente no seu horário de abertura (dias úteis, 9h00-17h00) ou solicitar uma visita guiada ao Museu de Sines.
 


Igreja Matriz de S. Salvador
A construção primitiva da Igreja Matriz remonta à Idade Média.

No início do século XVIII, a igreja é já pequena para a quantidade de crentes que querem assistir à missa. Com autorização da Ordem de Santiago, é profundamente remodelada na década de 30 desse século (sob a orientação provável de João Antunes, arquitecto da Mesa da Consciência e Ordens, ou de seu colaborador), ganhando o aspecto actual, típico do barroco joanino.



O terramoto de 1755 obrigou a várias obras de restauro.

Na Igreja

OLHAR ATENTAMENTE
1) Altar-mor com tabernáculo do Santíssimo Sacramento
2) Imagens de São João Baptista, de Nossa Senhora da Graça, de Santa Catarina e do Senhor Jesus das Almas
3) Azulejos da capela-mor
4) Painel no tecto, pintado por Emmerico Nunes


Igreja da Misericórdia (ou do Espírito Santo)
Igreja da Misericórdia (ou do Espírito Santo) foi construída no final do séc. XVI, por autorização do rei Filipe I de Portugal, a pedido do provedor e irmãos da Misericórdia de Sines, que se queixavam da pequenez e do mau estado da igreja anterior. A obra fez-se à custa das esmolas que os fiéis davam à imagem da Nossa Senhora da Graça.
Depois de anos de abandono, a igreja foi recuperada e reconvertida para funções culturais na década de 90 do século XX. Acolhe actualmente o primeiro núcleo do Museu de Sines.


VISITAR A IGREJA
A igreja alberga o Museu de Sines e pode ser visitada nos seus horários.
Olhar atentamente
1) Museu de Sines
2) Cartela na frontaria ostentando na sua heráldica as cinco chagas de Cristo
3) Retábulo de talha dourada e policromada (reinado de Dom José I)
4) Imagem de Nossa Senhora da Graça (calcário, século XIV), que terá vindo para a igreja da Ermida da Nossa da Graça aquando da extinção das ordens religiosas (1934).

Museu de Sines
O Museu de Sines localiza-se no centro da cidade, a 50 metros do Castelo.


Salgadeiras Romanas (Largo João de Deus)


No exterior do Castelo estão postas à vista duas fábricas de salga e conserva de peixe da época romana, conhecendo-se ainda a localização de algumas outras nas proximidades. São testemunhos do desenvolvimento das actividades piscatórias e comerciais na povoação, da qual no entanto pouco mais se sabe devido à provável sobreposição do actual tecido urbano aos vestígios mais antigos. Estas fábricas são formadas por tanques enterrados, revestidos com uma argamassa impermeável, organizados em torno de um pátio, outrora rodeados por paredes que suportavam uma cobertura em telhado, situam-se numa zona em que o declive da falésia é mais suave, o que permitia um acesso mais fácil à praia para recolha do pescado e posterior embarque das conservas de peixe, embaladas em ânforas de barro, para o fabrico das quais existia um forno nas proximidades.
Outro factor importante para o desenvolvimento desta actividade era a existência de água proveniente de diversos poços e fontes, o que permitia também o abastecimento das embarcações que aqui fundeavam e das quais foram encontrados alguns cepos de âncora, em chumbo.

Ravelin, or Fort of Nossa Senhora das Salas Fort Ravelin
The Fort Ravelin was constructed in the seventeenth century to defend the city, along with the castle from the attacks of pirates who used to frequent the area by that time. When the garrison could see danger, the population was advised to take refuge in the very strong castle and helped putting the garrison to defend the strategic points (where were the guns) scattered rocks between the fortress and calheta (ravelin). There is a strong knowledge of the garrison until 1844 Tues. It is located near the headquarters of the Port of Sines. It was declared a monument in the Public Interest in 1978.

The Fort Ravelin is not open to the public.



Chapel of Our Lady of Salas

The Chapel of Our Lady of Salas, patron saint of fishermen, is situated very near the fort Ravelin, opposite the fishing port, the historic center of Sines. Was built in the fourteenth century by Lady Vetaça in the sixteenth century, and Vasco da Gama ordered its reconstruction, giving it a more grandiose. Stands in the interior of a single nave, with a gilded statue of Our Lady of the rooms situated on the main altar, the altar of the Lord of maturity, two headstones with the weapons range of the family and a panel of tiles related Mary's life. The day takes place on August 15 a party in honor of the virgin with processions by land and sea. It is considered a National Monument.

The Church of Our Lady of Salas can be visited. Inside is a rare treasure: Open Wednesday to Sunday 10:00 to 12:30 and 14:00 to 5:00 p.m. at the time. Christmas Day, New Year's Day and Easter Day is closed. Admission: € 1

Legend of Our Lady of Salas
Owner Vetaça (or Betacam) Lescaris, Greek princess, comes to Portugal to serve as maid of honor of Dona Isabel, who was married to King Dinis. Entering Portuguese waters, your boat is greeted by a storm. In desperation, Betacam promises to build a chapel in honor of the Virgin at the first port it finds. And that is closest to the castle with the relic of the Holy Cross that brings.
Owner Vetaça saved up and promises are kept. Sines, the port, is with the chapel (Chapel of the original building of Our Lady of the rooms). Santiago Cacém, whose term will Vetaça owner, is the fragment of the Cross of Christ.
The first chapel is an austere building, a little further east than the current on the source that is fueling the Source Owner Betacam.

Origin of name: rooms or Saved?
Over the years, historians have struggled with the question of the correct name of the holy of Sines. The most recent paper published on his hermitage ('The Chapel of Our Lady of the rooms,' included in the book 'From West Beach Lusitana,' Jose Antonio Pereira and Ricardo E. Falcon) defends its proximity to the contamination of salt warehouses ums or a factory curing (room) that have existed there.
To defend the spelling of 'room', there are that refers to a derivation of 'salir,' a term used to mean 'die'. Our Lady of the rooms will then be another name for Our Lady of the Dead.
The term 'saved' tends to replace 'rooms' from the eighteenth century. There is no documentary source that provides the reasons for change. You can, however, be a tribute to women 'saved' the storm of the legend (Vetaça Owner, his mother and sisters).
You can also designate the saved that Vasco da Gama welcomed the 'Lady of Sines' every time you passed through this stretch of coast.
 



The Castle
The Castle is a medieval fortress built on a point of the cliff, with successive occupations since the Paleolithic, useful defensive and today one of the best viewpoints of the bay. Archaeological soundings revealed the existence of Roman and Visigothic masonry, explained by the possible reuse of materials belonging to a seventh-century Visigothic basilica, located near the place where the castle came to be built.
 

Castle - view from the beach Vasco da Gama

In the fourteenth century, the small town of Sines bourgeois claims to the King Dom Pedro I, the administrative autonomy in relation to Santiago de Cacém. The monarch, interested in the strategic importance of land protection in this area of coast in relation to privateers, granting a charter to Sines. But with one condition: to build a defense around.

 

Royal charter of King Peter I:
'Pedro by the grace of God, King of Portugal and the Algarve How many do you see this letter knowing that good men Sines emailed me to say that if my mercy to make them free from the bondage of Santiago, whose village was and Cacém it was the village itself that they wanted to make that wall surround and began praying for you and asked me for mercy that wanted free and free of that jurisdiction and will give this place was Sines village itself and there was jurisdiction of themselves and judges to do justice and right (...) And I saw what I begged and analyzing the pros and cons of the geographical location of my land because that place is that the sea shore And because being so could well descercado My land feared great damage. And wanting to grace and mercy to all such places of Sines I have it good and send the said town of Sines is free from the bondage of Santiago de Cacém whose village was and is the village itself. '
(Updated spelling) - (In Royal Chancellery of Dom Pedro I - Book I, folio 50, 2nd column.


 
The castle is built during the first half of the fifteenth century. Its area is relatively small, one acre, which can be justified by the fact that at the time the castle is built the village already occupy an area too large to be completely surrounded.

Castle and Statue of Vasco da Gama
 
It is the place where the population receives, in case of attack, despite never become a true 'war machine', duly abaluartada and artillery. It is the place (citadel) where the mayor of the village chief lives.
It is also one of the best venues for outdoor shows in the south, receives throughout the year various cultural events, especially the World Music Festival at the end of each July.

You can visit the Castle autonomously in its opening hours (weekdays, 9.00am-17.00) or request a guided tour of the Museum of Sines.
 



Church of St. Savior
The original building dates back to the Mother Church of the Middle Ages.

In the early eighteenth century, the church is already small for the number of believers who want to attend mass. With permission of the Order of Santiago, and restored in the 30s of this century (probably under the guidance of John Doe, architect of the Board of Conscience and Orders, or your employee), earning it its present form, typical of the Baroque Johannine.

Church
Igreja Matriz


The 1755 earthquake forced the various restoration works.

Visit the Church
LOOK CAREFULLY
1) The high altar tabernacle with the Blessed Sacrament
2) Images of St. John the Baptist, Our Lady of Grace, Santa Catarina and the Lord Jesus of Souls
3) tiles of the chancel
4) Panel on the ceiling, painted by Nunes Emmerico
 



Church of Mercy (or Holy Spirit)
Church (or Holy Spirit) was built at the end of the century. XVI, by authority of King Philip I of Portugal, at the request of the provider and Brothers of Mercy Sines, who complained about the smallness and the poor condition of the earlier church. The work done at the expense of the faithful gave alms to the image of Our Lady of Grace
After years of neglect, the church was restored and converted for cultural functions in the 90s of the twentieth century. Currently hosts the first nucleus of the Museum of Sines.


VISIT THE CHURCH
The church houses the Museum of Sines and can be visited on their schedules.
Watching
1) Museum of Sines
2) Carton at the front in his heraldic bearing the five wounds of Christ
3) Altarpiece of gilt and polychrome (reign of Dom José I)
4) Image of Our Lady of Grace (limestone, fourteenth century), which will come to the church of Our Chapel of Grace at the extinction of religious orders (1934).

Museum of Sines
The Museum of Sines is located in the city center, 50 meters from the Castle.
 


Roman Meat Salting - Sines
Salgadeiras romanas - Sines
Outside the castle are two views put to the factories of fish salting and conserving the Roman era, knowing also the location of some other nearby. Bear witness to the development of fisheries and trade in the village, which however little else is known because of the likely overlap with the existing urban fabric remnants older. These plants are formed by buried tanks coated with an impermeable mortar, arranged around a courtyard, surrounded by walls that once supported a roof coverage, are located in an area where the slope of the cliff is smoother, which allowed easier access to the beach to fish retrieval and subsequent shipment of canned fish, packed in jars of clay for the manufacture of which there was an oven nearby.
Another important factor for the development of this activity was the existence of water from various wells and springs, which also allowed the supply of vessels from which they established here and found some stumps anchor lead.

Sorry for the bad Google translation.


This page was generated by GeoPT Listing Generator

Additional Hints (Decrypt)

[ENG]
Fgntr 1: Qrterrf
Fgntr 2: Qngrf va fgnghr
Pnpur - Ba gur ebpx, pybfr gb gur ohfu ebbg.
[PT]
Rgncn 1: Qrtenhf
Rgncn 2: Qngn an rfgnghn
Pnpur - Rz pvzn qn ebpun, whagb à envm qb neohfgb

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)

Advertising with Us

Inventory

There are no Trackables in this cache.

 

Find...

182 Logged Visits

Found it 133     Didn't find it 18     Write note 12     Temporarily Disable Listing 4     Enable Listing 4     Publish Listing 1     Needs Maintenance 4     Owner Maintenance 6     

View Logbook | View the Image Gallery of 101 images

**Warning! Spoilers may be included in the descriptions or links.

Current Time:
Last Updated: on 8/16/2014 4:42:23 PM Pacific Daylight Time (11:42 PM GMT)
Rendered From:Unknown
Coordinates are in the WGS84 datum