
Aldeias
Históricas Portuguesas
Esta cache
é parte de uma série de dez, cada uma delas destinada a
levá-lo a visitar uma Aldeia Histórica
Portuguesa.
Esta é
a tabela de links para as caches e para os seus
proprietários:
A
Cache
Esta cache
irá levá-lo até Idanha-a-Velha, uma pequena aldeia
na Beira Baixa, perto da fronteira com Espanha, onde terá a
oportunidade de ver artesanato, construções romanas,
arquitectura tradicional e importantes construções
militares portuguesas, além da flora e da fauna
características desta região.
A cache
é uma caixa de plástico de tamanho normal tipo
tupperware.
IDANHA-A-VELHA
A palavra Idanha
deriva provavelmente da expressão romana Civitas
Igaeditanorum, que depois viria a dar origem ao termo Igeditania. O
topónimo Egitania surge pela primeira vez num documento do
século VI d.C. e crê-se que será de origem
visigótica com influência da língua
árabe.
A
povoação terá sido provavelmente fundada no
século I a.C., durante o período de Augusto, com o
objectivo de estabelecer um posto de paragem entre Mérida e a
Guarda, sendo do ano 16 a.C. a mais antiga inscrição
romana datada existente em Idanha-a-Velha.
A
povoação original foi destruída no século V
durante as Invasões Bárbaras tendo os Suevos depois
fundado a diocese egitanense que veio a estar representada no
concílio de Lugo em 569.
Seguiu-se o
período de ocupação visigótica, que se revelou
um dos mais prósperos para a povoação, chegando
mesmo a cunhar moeda em ouro. É deste período a Catedral
e o Palácio dos Bispos.
Em 713 a povoação foi uma vez mais destruída,
após a tomada pelos árabes, sendo depois reconquistada
por D. Afonso III, apenas para ser novamente tomada pelos mouros.
D. Sancho I reconquista-a, entregando-a à Ordem do Templo,
sendo-lhe mais tarde atribuído foral por D. Sancho
II.
Em 1319 D.
Dinis doou-a à Ordem de Cristo.
O foral que
havia sido atribuído à povoação por D. Sancho
II foi renovado em 1510 por D. Manuel, sendo então
construído o Pelourinho.
Em 1762 a
vila de Idanha-a-Velha pertencia à comarca de Castelo Branco,
vindo em 1811 a ser anexada a Idanha-a-Nova.
Foi sede de
concelho entre 1821 e 1836.
Pontos de
interesse a visitar
- Muralhas romanas
edificadas no século III-IV no início das Invasões
Bárbaras;
- Ponte de
Alcântara – ponte romana datada do ano 105 que fazia
parte da via que ligava Mérida a Astorga;
- Forum e
Podium romanos sendo este último dedicado à deusa
Vénus;
- Torre dos
Templários edificada sobre o Podium
romano;
- Catedral e
Palácio dos Bispos de construção
visigótica;
- Baptistério e
Paço Episcopal construídos no século
VI-VII;
- Pelourinho erigido
quando a povoação recebeu foral de D. Manuel em
1510;
- Igreja
Matriz;
- Capela de São
Dâmaso;
- Capela do Espírito
Santo construída no século
XVI-XVII;
- Capela de São
Sebastião construída no século
XIX;
- Lagar de Varas
recentemente recuperado;
- Forno
Comunitário;
- Vestígios de
construções habitacionais e termas
romanas;
http://www.cm-idanhanova.pt/turismo/idanha_velha.html
Bibliografia
- Carta do Lazer das Aldeias
Históricas, Roteiro de Idanha-a-Velha e Monsanto, Inatel,
2000;
- Site da Câmara Municipal de
Idanha-a-Nova (http://www.cm-idanhanova.pt);
Conteúdo original da
cache:
- Livro de
registos;
- Lapiseira e minas de
reserva;
- Dez selos - todos de
Idanha-a-Velha - da colecção alusiva às Aldeias
Históricas de Portugal para os primeiros dez
geocachers;
- Uma
lanterna;
- Um
relógio;
- Alguns porta chaves (de
praxe!)
| Características do terreno |
Precauções gerais |
Precauções especiais |
Vista
panorâmica |
Caminhos
íngremes |
Perigo de
incêndio - NÃO FAÇA
FOGO! |
Locais
históricos |
Mais
de 1 km desde os estacionamentos |
Cache In - Trash
Out! |
Animais de
estimação permitidos |
Cuidado com
parasitas |
Alguma escalada (Não
é necessário equipamento específico) |
Disponível durante todo o ano |
Sugere-se o uso de repelente de
insectos |
Locais
acessíveis no Inverno |
Sugere-se
discrição |
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