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Cisternas do Capucho - PR1VNO [TP] Traditional Geocache

Hidden : 8/25/2016
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2.5 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:


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Esta cache foi colocada como parte de um projecto de recuperação de algumas geocaches míticas do nosso amigo geocacher Touperdido. Com esta cache pretendemos manter vivo o espírito de liberdade e de amor pela natureza que o Touperdido nos deixou como um legado de valor. Damos assim continuidade a mais uma cache permaneceu durante 3 anos neste local, e que muitas alegrias proporcionou a quem teve a felicidade de a descobrir:

Placed 2007-01-28, Archieved 2017-07-09, Cisternas do Capucho [Fátima] (GC10MJG)

Placed 2007-07-20, Archieved 2010-04-17, TP48 - Cisternas do Capucho 3 [Fátima] (GC14GC3)

Cisternas do Capucho - PR1VNO

As Cisternas do Capucho, localizadas no Casal Farto, junto à Maxieira, num ambiente histórico setecentista, são formações calcárias muito semelhantes às da Pia do Urso, na freguesia de São Mamede. Com o tempo, o calcário foi dissolvido a partir do dióxido de carbono, transportado das nuvens para o solo, através das chuvas. Formaram-se, então, cavidades nas rochas. Desde tempos imemoriais que o Ser Humano aprendeu a utilizar este tipo de acidentes geológicos como depósitos de água. No Casal Farto, as Cisternas do Capucho encontram-se providas de diversas coberturas. Em qualquer equipamento deste tipo, a cobertura tem como função reduzir a evaporação do líquido devido à acção do Sol, proteger os transeuntes de quedas para o interior das fendas, permitir a instalação de sistemas elevatórios de água e evitar a queda de resíduos. No Casal Farto, ao longo do solo, rochoso, observam-se diversos sulcos, ou outros obstáculos construídos pelo Homem, para permitir o transporte do fluido para o interior das mesmas.

O problema surge quando se pretende efectuar a datação destas cisternas, o que é extremamente difícil. No que diz respeito à parte natural, o processo de formação das cavidades exige milhões de anos. Quanto à parte humana, esta é muito mais recente. As construções ora aí existentes serão já do século XX, por diversas razões. Por outro lado, não se descura a hipótese, como é evidente, de aí existirem (ou terem existido) outras estruturas arquitectónicas anteriores, remontando aos séculos XVIII e XIX. Acontece, porém, que uma remodelação novecentista parece ter reformado as construções. Que fundamentos suportam esta ideia? As paredes não diferem das das casas da mesma época. O fraco desgaste das rochas sugere uso não muito longínquo e descontinuado. As telhas existentes usam-se nas casas a apenas algumas décadas. No século XIX e nos primórdios do seguinte, as telhas usadas nas construções eram de canudo, de origem romana.

A propósito disto, vejam-se as casas de Lúcia e de Francisco e Jacinta. Por conseguinte, não se descura a hipótese de aquelas telhas terem sido usadas anteriormente. As cisternas encontram-se bem preservadas. Nalguns casos, utiliza-se já o cimento. Deste modo, será muito difícil fazer remontar as estruturas existentes ao século XIX, ainda que pudessem ter existido outras mais antigas. Por outro lado, na primeira cisterna, na parte de cima da construção, é possível observar uma data cuja leitura não se afigura fácil. Nestes casos, com o Sol a baixa declinação, as condições de observação tornam-se sempre melhores. Assim, foi possível ler, em epígrafe, «16.10.1945». Esta data coincide, com precisão, com as características apresentadas anteriormente e que nos elucida que as cisternas, como estão actualmente, são um produto do século XX. De facto, nos anos de 30 e 40 do século passado, construíram-se imensas cisternas e poços. Na realidade, o isolamento de Portugal face à sua não participação na Segunda Guerra Mundial levou, apesar de tudo, a uma época de racionamento dos alimentos e, por isso, a população teve que se dedicar ainda mais às actividades agrícolas. Isto explica, em parte, a razão pela qual poços, cisternas e lagoas foram abertas ou reedificadas.

Informação retirada de www.noticiasdefatima.pt

Localização

Para chegarem à cache vindos de Lisboa ou Porto na A1, deveram sair em Fátima, seguem a direcção de Minde inicialmente e quando encontrarem uma pequena rotunda seguem para a esquerda na direcção de Torres Novas. Passam por umas rectas quase intermináveis e antes de chegarem à povoação Bairro, encontram um corte à direita que diz: "Turismo de Habitação - Casalinho Farto", cortam para aí e seguem sempre em frente, passam por uma capela, por um relógio de sol e logo a seguir viram á direita até ao P0 (Parque recomendado).

A Cache

A Cache trata-se de um pequeno Tupperware dentro da Cisterna, terão que entrar no interior para a encontrar. A coordenada indicada é um ponto projectado da localização da cache, deverão de usar o WP de entrada na cisterna.

Durante o inverno ou com chuvas o local puderá ter mais água o que puderá ser necessário o uso de Galochas para aceder ao GZ.

Deverão ser discretos no local, nas proximidades existem habitações


 

 


PRESERVE ESTE LOCAL!!!!

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Additional Hints (Decrypt)

Ragene cryb Jnlcbvag, qrfpre nythaf qrtenhf r cebphene n qvervgn n nyghen qn pnorçn. gncnqn pbz hzn crqen n seragr NGRAÇÃB: Ab vaireab n nthn chqreá fhove, ybtb chqreá fre arprffáevb zbyune bf céf.. AÃB FRTHVE NF PBBEQRANQNF, ZNF FVZ RFGNF VAQVPNÇÕRF

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)