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Lembro que a eventual reactivação desta cache passará pelo mesmo processo de análise como se fosse uma nova cache, com todas as implicações que as guidelines actuais indicam.

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Obrigado

[b] btreviewer [/b]
Geocaching.com Volunteer Cache Reviewer

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[RP02] Atouguia da Baleia (Peniche)

A cache by RodriguesP Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 09/14/2008
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:


Atouguia da Baleia

Bandeira da freguesia de Atouguia da Baleia Brasão da freguesia de Atouguia da Baleia
Português Versão Portuguesa

Geografia

Atouguia da Baleia é uma freguesia do concelho de Peniche, com 46,04 km² de área e 7.988 habitantes (2001). Densidade: 173,5 hab/km². A vila de Atouguia da Baleia tem actualmente cerca de 2.000 habitantes.

A freguesia de Atouguia da Baleia tem como fronteira a Norte as freguesias da Ajuda e Ferrel, a Este a freguesia de Serra d'El-Rei, a Sul o concelho da Lourinhã e a Oeste o Oceano Atlântico.

O relevo é o característico da região da Estremadura sendo relativamente plano junto ao mar e na parte final do rio de São Domingos, e com pequenas formações montanhosas que não ultrapassam os 100 metros de altura na zona interior onde se inicia o Planalto das Cesaredas. É de destacar o vale do rio de São Domingos no qual desde 1996 existe uma barragem com o mesmo nome.

A norte do espigão da Consolação a costa marítima é arenosa formando uma baia até Peniche. A sul da Consolação a costa é constituida por arribas com cerca de 10 a 30 m de altura havendo por vezes pequenas praias de areia (como por exemplo: São Bernardino e Porto Grande).

Porquê Atouguia? Quando no século XII D. Afonso Henriques cede aos irmãos Corni estas terras, elas eram conhecidas por Tauria. O nome resultava do grande número de touros selvagens existentes nos bosques da região, o qual foi sendo modificado até chegar à actual designação de Atouguia.

Porquê da Baleia? O primeiro documento conhecido onde o sobrenome da Baleia aparece é o Tombo da Albergaria e Confraria do Santo Espírito de Atouguia, de 1507, onde se lê "Atouguia da Baleea", na linha 28 da primeira página. Em 1705, Frei Fernando da Soledade relata, na sua História Serafica Cronológica da Ordem de São Francisco da Província de Portugal, que, no ano de 1526, deu à costa uma baleia, "no lugar, & sitio aonde chamaõ a Area brãca", que "tinha de comprimento trinta côvados" e cuja corpulência "fazia vulto de hum navio de oytenta toneladas" e que "a espadana da cauda tinha vinte palmos de largura, & na bocca lhe cabião dous homens de pé, & muyto à sua võtade". Na igreja de São Leonardo pode ser vista uma costela petrificada de baleia, de grandes proporções.


História

Resumo histórico:
  • Ocupada pelos seres humanos desde a pré-história, na Idade Antiga conheceu sucessivas ocupações, ditadas pela importância de sua primitiva enseada. 
  • No contexto da Reconquista cristã da península Ibérica, D. Afonso Henriques concede aos cruzados franceses Guilherme e Roberto de Corni a "Terra de Tauria" como reconhecimento do auxílio prestado na conquista de Lisboa aos mouros;
  • O 1º foral de Tauria atribuido então, em 1167, foi renovado em 1218 por D. Afonso II e depois novamente em 1510 sob o reinado de D. Manuel I, denominando-se Foral novo;
  • Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325)  Atouguia ganhou uma feira anual no dia de seu orago, São Leonardo (6 de Novembro), e alcançou o auge de seu movimento marítimo, onde a par da actividade pesqueira, desenvolveu-se a de construção naval, e se reforçou a faceta defensiva
  • O genovês Manuel Pessanha (Emmanuele di Pezagna), contratado por D. Dinis como almirante para organizar a marinha portuguesa e combater a pirataria, aqui manteve a sua base de operações.
  • Em 1373, no reinado de D. Fernando foram realizadas cortes gerais na vila de Atouguia, o que comprova a sua importância à época;
  • Em 1448 D. Afonso V concede a Álvaro Gonçalves de Ataíde, pelos bons serviços prestados ao reino, o título de 1.º conde de Atouguia;
  • Peniche foi elevada a vila em 1609 por D. Filipe III e o concelho foi criado em 1610;
  • Em 6 de Novembro de 1836, por proposta do Ministro Passos Manuel e decreto da Rainha D. Maria II, é extinto o concelho de Atouguia da Baleia sendo as suas freguesias (Atouguia da Baleia e Serra d'El-Rei) incorporadas no concelho de Peniche.

Assim e após na Idade Média ter sido um porto de mar bastante activo, o progressivo assoreamento da foz do rio de São Domingos e da enseada de Atouguia, que ligou a ilha de Peniche ao continente, levou ao desenvolvimento da povoação nesta última, à sua elevação a vila e transformação em Sede de Concelho, absorvendo definitivamente Atouguia da Baleia como uma das suas actuais freguesias.

Largo do Pelourinho
Detalhe da Calçada
Pia de Água benta da Igreja São Leonardo

Colunas da Igreja de São Leonardo
Pilares de cercado



Pontos de Interesse

Igreja de Nossa Senhora da Conceição (N 39º 20.186 W 9º 19.530) - Ponto A


A construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da vila de Atouguia da Baleia ou Real Capela de Nossa Senhora da Conceição teve início a 10 de Maio de 1694 e ficou concluída a 9 de Abril de 1698. Foi edificada por ordem da Santa Casa da Misericórdia da vila e financiada com esmolas do povo e de algumas figuras da nobreza portuguesa do século XVI, nomeadamente a rainha D. Maria Sofia de Neuburgo, segunda mulher de Pedro II de Portugal.

É uma igreja de estilo maneirista e barroco construída, presumivelmente, segundo o traço do arquitecto João Antunes. As características maneiristas são visíveis na conjugação das massas e volumes e a dinâmica barroca é-lhe conferida pelo frontão da empena e pelo jogo de contrastes de materiais empregues no exterior e no programa decorativo do interior.

O edifício é composto de uma nave, capela-mor, duas sacristias com átrio, dois torreões de planta quadrada salientes dos dois lados da fachada principal e uma vasta alpendrada que rodeia a nave, todos os espaços são cobertos por abóbadas de aresta, com excepção da nave que tem abóbada de berço.

Na nave podemos ver o coro alto, sustentado por duas colunas de madeira pintada, imitando o mármore, dois púlpitos, com base em mármore, duas pias de água benta, também de mármore, esculpidas em forma de concha, e dois altares laterais com retábulos em talha policromada. Um arco triunfal de volta perfeita abre para a capela-mor. São ainda visíveis as cantarias, com frontões redondos, de duas portas que se encontram entaipadas e que ligavam a nave aos dois átrios das sacristias. É iluminada por onze janelões e uma rosácea. Existem mais cinco janelões, dois encontram-e entaipados e os outros dois estão fechados por postigos em madeira.

A capela-mor é inteiramente forrada a mármore, excepto dois medalhões em pintura mural, com incrustações de rosa, branco, amarelo, vermelho e negro, desenhando motivos decorativos, ostenta beleza e magnificência. A imagem da padroeira encontra-se dentro de um baldaquino de talha dourada e vidro.

Na sacristia sul existe um bonito arcaz de pau preto, que cobre toda a parede, e uma fonte com lavatório e cabide, todo em mármore.


Conte o número de "pilares" de pedra com orificios, enterrados no chão, no largo em frente à Igreja da Conceição e que não têm 3 orificios intactos, este número será o valor de A



Fonte Gótica, ou dos Gafos (N 39º 20.208 W 9º 19.453) - Ponto B

Trata-se de uma obra pública de traça gótica edificada por volta de 1313 por iniciativa da Rainha Santa Isabel.

Enconstada a um muro apresenta um alpendre de planta quadrangular, outrora ameado, que se abre através de um arco ogival. Sobre o arco exibem-se as armas da vila.

A designação de fonte dos Gafos como também é conhecida, deve-se ao facto de perto ter existido uma Gafaria.

O local tem estado ao abandono, mas encontra-se em fase de projecto a reabilitação da área envolvente.


Conte o número de palmeiras no relvado junto à fonte, este será o valor de B



Igreja de São Leonardo(N 39º 20.347 W 9º 19.530) - Ponto C

A Igreja de São Leonardo de Atouguia da Baleia, de estilo romano-gótico, é o principal ex-libris da Vila que tem em S. Leonardo o seu Orago.

A razão de São Leonardo ser o padroeiro da paróquia permanece incerta (até porque pensa-se que em Portugal não existirá nenhuma outra igreja dedicada a este santo). Conta a história que na época do povoamento de "Tauria" naufragou nas suas costas um barco com prisioneiros. Todos se salvaram incluindo a imagem de São Leonardo que vinha com eles. Outra hipótese é que o culto a este santo tenha sido implementado pelos cruzados de Corni que receberam de D. Afonso Henriques as terras de "Tauria". Esta terá sido construída por volta do século XII ou até anteriormente (segundo a tradição, terá funcionado como templo godo e mesquita árabe).

Do seu exterior, destacam-se a torre sineira e um portal com vários arcos em ogiva. Interiormente, é constituída por três naves escalonadas, predominando no seu interior arcos ogivais e colunas cilíndricas encimadas por capitéis cúbicos onde estão presentes animais fantásticos, cabeças humanas, cordas entrelaçadas, etc.

Uma das capelas laterais possui azulejos do século XVII, e existe ainda um baixo-relevo em calcário branco, do século XIV, representando a Natividade, (conta a tradição que foi oferecida à Rainha Santa Isabel), assim como um presépio atribuído á Escola Machado de Castro. A pia baptismal é de 1562, e o tecto é de madeira, mas conta a lenda que foi suportado pelos ossos da baleia que deu à costa por volta do século XVI e que contribuíu para a alteração do topónimo. Permanece no interior da igreja um dos ossos, já petrificado.


Conte o número de portas existentes no exterior da Igreja (incluíndo grandes e pequenas), este será o valor de C



Castelo (N 39º 20.420 W 9º 19.488)

Embora necessitando de pesquisa mais aprofundada, uma fortificação muçulmana parece ter existido no local. Chegaram até aos nossos dias apenas os restos de uma torre e das muralhas do antigo Castelo de Atouguia.

Dada a atividade de fomento ao povoamento e à defesa sob o reinado de D. Dinis, acredita-se que as defesas da Atouguia foram em parte protoganizadas pelo seu castelo, o qual nessa época deva ter conhecido reforço e melhorias, face à ameaça representada ao litoral português pelos piratas oriundos do Norte d’África.

Escavações recentes puseram a descoberto trechos da muralha medieval da vila, o que reforça a necessidade de pesquisa arqueológica complementar. Os remanescentes encontram-se em vias de Classificação como Imóvel de Interesse Público, homologada por Despacho de 23 de Maio de 2005 pelo Ministério da Cultura de Portugal.

O que resta do Castelo pode ser observado pelas traseiras da casa de Turismo de Habitação, Casa do Castelo.



Escolhemos de entre outros, estes monumentos, talvez, os mais representativos, mas podem partir á descoberta dos restantes...!!
Por fim resta-nos referir que nos deu muito gozo aprofundar o nosso conhecimento sobre esta terra cujo passado tão rico e aparentemente esquecido começa novamente a ser acarinhado e cuja população de espírito nobre merece ser conhecida pela amizade e pela boa mesa!



Cache

Para obter a coordenada final da Cache terá que visitar três dos locais referidos em cima e recolher a informação indicada.

Para calcular a coordenada utilize a seguinte fórmula: N 39º 20.(A*B)*100+C+A  W 9º 19.C*100+C-(A+B )

A - Número de "pilares" de pedra  com orificios, enterrados no chão, no largo em frente à Igreja da Conceição e que não têm 3 orificios intactos.
B - Número de palmeiras no relvado junto à Fonte Gótica.
C - Número de portas existentes no exterior da Igreja de São Leonardo.

A cache é um frasco de café e contêm os objectos do costume. Durante a procura peço que tenham o cuidado de não dar nas vistas e deixem a cache escondida como a encontrarem.





English English version

We are working on the translation, until there we leave here a link to the automatic translation .

Additional Hints (Decrypt)

Aãb freá arprffáevb
Vg jba'g or arprffnel

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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