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btreviewer: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante as situações relatadas. Relembro a secção das guidelines sobre a manutenção http://www.geocaching.com/about/guidelines.aspx#cachemaintenance :

[quote]
Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Por causa do esforço requerido para manter uma geocache, por favor coloque geocaches físicas no seu espaço habitual de geocaching e não em sítios para onde costuma viajar. Geocaches colocadas durante viagens não serão muito provavelmente publicadas a menos que possa fornecer um plano de manutenção adequado. Este plano deve permitir uma resposta rápida a problemas reportados, e deverá incluir o Nome de Utilizador de um geocacher local que irá tomar conta dos problemas de manutenção na sua ausência. [/quote]

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Lembro que a eventual reactivação desta cache passará pelo mesmo processo de análise como se fosse uma nova cache, com todas as implicações que as guidelines actuais indicam.

Se no local existe algum container, por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Obrigado

[b] btreviewer [/b]
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Á espera de um milagre...

A cache by cometboy Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 10/20/2008
Difficulty:
1 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size: regular (regular)

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Geocache Description:

Ermida de Nossa Senhora do Pilar (Algoz)

Magnífico exemplo da arquitectura religiosa barroca. Planta longitudinal de nave única, com cobertura em falsa abóbada. A capela-mor tem cúpula hexagonal, enquadra retábulo de transição do estilo nacional para o joanino, com tribuna central ladeada por painéis. Diz a tradição oral que existia na sacristia uma fonte milagrosa e, quem bebesse daquela água, ficaria curado. Esta ermida esteve ligada ao culto da fertilidade e quando uma criança nascesse, agradecia-se à nossa Senhora do Pilar.

A VILA DE ALGOZ

Origem:
O topónimo Algoz parece porvir da palavra árabe “Al-Gûzz”, que é o nome de uma tribo guerreira asiática, procedente do Médio Oriente, da qual aqui se teria fixado um grupo no século XII.

Existem também curiosas tradições sobre a origem do nome da freguesia. Uma delas, contada por Pinho Leal, diz que vindo um rei de Castela com o seu exército a correr terras de mouros algarvias, os fidalgos que o acompanhavam lhe disseram que atacasse a vila, pois aquilo não era nada, ao que o rei respondeu: Algo és! Esta é a história mais típica do século XVII ou XVIII, mas que carece de fundamente histórico.

Outra explicação, também curiosa, é a que afirma que quando a povoação estava nos seus alvores de fundação e ainda sem nome, resolveram os moradores reunir-se a dar o nome à sua povoação.
Uma vez reunidos resolveram fazer uma procissão, levando nela a imagem em tamanho natural de um santo, mas o lugar que havia de ser ocupado pelas ruas estava ainda coberto de arvoredo e, em determinado ponto do percurso o andor não pôde passar porque a passagem era impedida pela pernada de uma árvore. Pediram então ao dono que a cortasse para que o andor pudesse passar, mas o dono opôs-se.
De imediato se levantou a discussão e o pároco para evitar maiores desavenças, decidiu cortar a cabeça ao santo, para que o andor pudesse passar. Assim foi então feito. Como a maior parte da freguesia era inimiga do padre, decidiram, para registar a malvadez deste, resolveram dar à localidade o nome de Algoz.

Durante o período muçulmano a povoação, como tudo indica, era notável.
Após a reconquista portuguesa a localidade foi repovoada, facto que é provado pela toponímia, pois é toda ela de origem já portuguesa. Inclusivamente há autores que defendem que o nome da freguesia deveria escrever-se Algôs, e que o termo é proveniente de Alagoas ou Lagoas em virtude de uma característica geográfica local.

Sobre o período de domínio árabe diz Ataíde Oliveira na sua obra Monografia do Algôs, datada de 1905, o seguinte: “Durante o domínio árabe na nossa província, pouco podemos relatar com referência à freguesia do Algôs. Não encontramos documento escrito que a esta povoação se refira, o que nos faz crer que outro nome tivesse. É de supor que os habitantes do Algôs experimentassem nos primeiros anos do domínio árabe os mesmos tormentos e agruras dos mais povos das províncias do norte, motivadas pelas diferenças da religião.
Certamente a povoação do Algôs era cristã no momento em que foi forçada a entrar no domínio mourisco. Apelando-se para as Memórias Eclesiásticas do Reino do Algarve, estas nos informam que logo no primeiro século da Igreja aqui se plantou a semente do Cristianismo.
“Desde o nascimento do cristianismo lançaram seus dignos apóstolos na Betica e na Luzitania copiosas sementes da doutrina, capazes de produzir prontos e imediatos frutos nos corações dos habitantes destas regiões. Não é temerária a conjectura de serem os Espanhóis instruídos nos mistérios de religião cristã por S. Paulo, pois foi expressa a determinação deste apóstolo das gentes de querer partir e santificar com a sua presença esta parte da Europa.” (...)
Portanto a freguesia do Algôs, a exemplo de todas as desta província, entrou com as suas crenças para o domínio de uma nação, que professava doutrina diferente. (...)
Perto de seis séculos dominaram os mouros no Algarve, e certamente no tempo em que eles foram expulsos, todos os filhos do Algôs professariam o maometismo, se a luz que irradiava da sepultura de um santo no alto de um promontório os não animasse a manter-se na fé do catolicismo.
Ainda assim quantos habitantes do Algôs crentes, por convicção, crentes, por medo, das muralhas de Silves não causariam a morte de muitos soldados de D. Sancho I ou de D. Afonso III? Quantos não se iriam prostrar na mesquita do Algôs com a face voltada para Meca, a pedir a Mafoma o vencimento das armas agarenas contra os perros cristãos?
Cremos, pois, que ainda mesmo dentro da vila do Algôs se deveriam repetir as questões resultantes do dualismo de crenças dos seus habitantes, e muito principalmente quando fosse aberta qualquer luta entre mouros e cristãos. (...)

Seja como for a povoação de Algoz era muitíssimo populosa em tempos antigos, com numerosos edifícios, de que ainda restam abundantes vestígios e tinha também espessas muralhas. Sabe-se que ocupava uma extensão muito maior, com um perímetro de cerca de cem metros mais, além do actual, ou seja chegava até à capela da Senhora do Pilar, que se situa na cumeada de um serro.
Não se sabe quando se deu o arrasamento das suas muralhas, nem quando perdeu
o seu título de vila.

O Algoz passou para reino de Portugal após a conquista de Silves, no reinado de D. Afonso III.
Ao que parece era ainda povoação importante no tempo de D. Fernando. Foi nessa época que uns fidalgos espanhóis, os Tenreiros, que haviam chegado a Portugal com o rei D. Fernando, após as guerras com Castela, construíram aqui o seu solar.
É à casa desta nobre família que se devem referir topónimos existentes na localidade como Paço da Torre. Um dos membros desta família foi Gonçalo Tenreiro que em Algoz foi feito senhor das frotas, ou seja almirante, e senhor da vila. Outras notáveis famílias da localidade são as dos Mascarenhas Neto e a dos Marreiros Neto.
Notável é a Ermida de Nossa Senhora do Pilar, em cuja sacristia se encontra num poço com água de efeitos milagrosos quando aplicada nos olhos. A lenda que explica este fenómeno diz que uma mulher do povo que se encontrava à beira da cegueira encontrou um dia a Virgem do Pilar, que a aconselhou a ir lavar os olhos na fonte da Senhora do Pilar, mas a mulher retorquiu dizendo que no cimo do outeiro indicado não havia qualquer fonte.
A Senhora indicou-lhe então a ermida e mandou escavar na parede com as suas próprias mãos, o que a doente cumpriu na manhã seguinte. Pouco depois humedeceram-se-lhe as mãos e a água brotou, a mulher lavou logo os olhos e a cura deu-se de imediato.
Em Algoz foi criado, em 24 de Abril de 1702. Por Tomé Rodrigues Pincho um Monte da Piedade, destinado a socorrer os lavradores pobres em maus anos agrícolas. A instituição foi aprovada por D. Pedro II em 30 de Julho de 1704 e foi, possivelmente, a primeira do género a existir no Algarve, pois a de S. Bartolomeu de Messines, além de ser mais limitada foi aprovada apenas em 1783.
O Monte da Piedade de Algoz foi fundado com um capital de trinta e três moios de trigo, para emprestar aos lavradores com um prémio de três alqueires por moio, devendo ser administrado por três irmãos da confraria do Santíssimo Sacramento, que eram eleitos anualmente, de modo secreto.
Em 1852 houve uma nova escritura da instituição em que apenas se reformulou a forma de administração dos celeiros comuns. Em 1864 nova lei deu às juntas de paróquia a administração destes celeiros.
Do Monte da Piedade faz parte o celeiro situado na praça de Algoz. Sobre a porta existe uma inscrição com o nome do fundador e a data da fundação, talhada em pedra. Sabe-se também pelo benemérito fundador.
Em termos eclesiásticos pode ser aceite que a paróquia de Algoz tem uma fundação muito antiga, talvez do
século XIII ou XIV.
Natural de Algoz era Francisco Xavier d´ Ataíde Oliveira, Doutor em Teologia e Direito, jornalista e escritor que aqui nasceu em 1842 e morreu em Loulé em 1915. Em Loulé fundou o jornal “O Algarvio”. Escreveu e publicou muitas obras, de que se destacam as numerosas monografias de terras algarvias, incluindo a Monografia de Algoz. Sua terra natal.
Em Algoz produzem-se, em quantidade e abundância, vinho, amêndoa, trigo, figo e azeite. O Algoz dispõe também de estufas agrícolas vocacionadas para a produção de tomate, couve-flor, morangos e todo o tipo de primícias, que vende para os grandes centros urbanos. Contudo os citrinos são, nos dias de hoje, a cultura predominante.

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