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Mosteiro de Arouca

A cache by Daraopedal Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 08/02/2009
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size: not chosen (not chosen)

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Geocache Description:


Mosteiro de Arouca
Segundo a documentação existente, o antigo mosteiro de S. Pedro data do séc. X. De fundação pré-românica, o Mosteiro recebeu Carta de Couto no século XII, momento que definiu o carácter de centralidade do cenóbio na vida política e administrativa da região.
A sua importância revigorou-se com o padroado de D. Mafalda, filha de Sancho I e efémera rainha de Castela. No ano de 1210 o Mosteiro de Arouca é-lhe legado por seu pai. No entanto, o início do seu padroado ocorre apenas em 1217 ou mesmo 1220. 
Materialmente, foram muitas as dádivas do seu erário que transitaram para o domínio do convento e terá sido por sua vontade que a comunidade monástica adoptou a regra de São Bernardo, já no século XIII, sendo como mosteiro cisterciense da ala feminina que se registaram os principais passos da sua história. Embora nos seus primórdios a regra adoptada no Mosteiro tenha sido a da Ordem de S. Bento, no início do séc. XII viria a ser adoptada a da Ordem de Cister, que se manteria até aos finais do séc. XIX.
A casa viveu períodos de grande desafogo económico que, de algum modo, se reflectiram na procura de peças artísticas de grande qualidade, boa parte das quais ainda se mantêm. Nos sécs. XV e XVI foram realizadas diversas obras de reconstrução e ampliação do Mosteiro, datando o imponente edifício, tal como vemos hoje, dos sécs. XVII e XVIII. Na época moderna o conjunto foi reconstruído e ampliado, desde o final do século XVII aos últimos anos do século XVIII, contando-se Diogo Teixeira, Carlos Gimac e Miguel Francisco da Silva entre os artistas que trabalharam nesta fase. 
O edifício do Mosteiro que hoje temos é uma obra dos séculos XVII e XVIII é muito diferente em grandeza e imponência do inicialmente fundado, ou do contemporâneo da Rainha Santa. Foi destruído por vários incêndios e reconstruído ao longo dos tempos. Do antigo mosteiro do séc. X e das sucessivas reconstruções medievais, apenas resta um pequeno troço do muro de uma igreja.
Extintas as ordens religiosas em Portugal, em 1834, o Mosteiro de Arouca ficou destinado a passar à posse do Estado, o que aconteceu aquando da morte da última freira, em 1886.
Instituída a Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda, com participação de um grupo de arouquenses, a mesma tomou conta de grande parte do recheio do Mosteiro e igreja.
Os espaços mais notáveis de todo o conjunto são a Igreja, o Coro das Freiras, os Claustros, o Refeitório e a Cozinha. A ampla igreja, resplandecente de talha dourada, contém a urna-relicário da rainha D. Mafalda, filha de D. Sancho I (falecida em 1256), em ébano e prata. O coro - contendo um cadeiral que é uma das obras-primas da talha portuguesa - e a sala do capítulo são dependências do antigo mosteiro de visita obrigatória. 
O Museu contém uma valiosa colecção de pintura portuguesa com destaque para obras de Diogo Teixeira (séc. XVI), estatuária, mobiliário, ourivesaria, tapeçaria, arte-sacra e livros litúrgicos. Merece referência especial o minúsculo relicário de prata dourada (séc. XIII), que a tradição diz ter pertencido a Santa Mafalda.
Em 1886, com a morte da última freira, o Mosteiro foi extinto e todos os seus bens transitaram para a Fazenda Pública. Abre-se, então, uma era de utilizações diversas para este amplo conjunto edificado, mantendo-se, contudo, o espólio artístico, recolhido no Museu de Arte Sacra, entretanto, aí instalado.
O Museu contém uma valiosa colecção de pintura portuguesa com destaque para obras de Diogo Teixeira (séc. XVI), estatuária, mobiliário, ourivesaria, tapeçaria, arte-sacra e livros litúrgicos. Merece referência especial o minúsculo relicário de prata dourada (séc. XIII), que a tradição diz ter pertencido a Santa Mafalda.
Em 1886, com a morte da última freira, o Mosteiro foi extinto e todos os seus bens transitaram para a Fazenda Pública. Abre-se, então, uma era de utilizações diversas para este amplo conjunto edificado, mantendo-se, contudo, o espólio artístico, recolhido no Museu de Arte Sacra, entretanto, aí instalado.
O Mosteiro de Arouca foi classificado como Monumento Nacional pelo decreto de 16-06-1910. Z.E.P., D.G. 2.ª Série, n.º 164 de 15-07-1960. Está sob a responsabilidade do Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico. Ao longo dos últimos anos, o IPPAR tem vindo a proceder a obras de recuperação e restauro de pequeno porte, indispensáveis e preparatórias da grande empreitada em agenda, e que visa modernizar o Museu de Arte Sacra, implementar um modelo de gestão que garanta a qualidade e a continuidade dos serviços a prestar, e dar novo impulso ao Centro de Estudos, constituído em torno do espólio documental de D. Domingos de Pinho Brandão.
Fontes IPPAR & Câmara Municipal de Arouca
O mosteiro é habitualmente utilizado em eventos como os Cister Saberes e Sabores, uma mostra gastronómica de doçaria conventual e a na Recriação histórica do tempo das freiras.
A cache:
Esta cache surgiu no sentido de substituir a cache GC156T1 dos colegas Lamas que levava a um ponto algo distanciado do Mosteiro de Arouca. Desde já agradeço a receptividade e cooperação dos mesmo para alterarem o nome da sua cache para Parque Municipal Rainha Santa Mafalda.
Esta nova cache é uma simples micro colocada junto do Mosteiro de Arouca para promover a visita ao seu interior. A dificuldade da cache é a constante presença de muggles pelo que espero que usem a máxima cautela na sua busca. Use a hint para ajudar. Colabore para que a cache se mantenha por muito tempo.
Recomendo que façam a cache à noite!
Tente não dar muito nas vistas para não alertar os muggles.
Retire a cache do sítio e afaste-se do local.
Volte a colocar o container bem dissimulado onde estava!
A segurança da cache depende de si!
Leve algo para escrever!

Additional Hints (Decrypt)

Nb cnffnerf, bzoeb qvervgb.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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