Skip to content

Fábrica Militar de Braço de Prata Traditional Geocache

This cache has been archived.

Bitaro: Esta geocache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante uma situação de falta de manutenção.
Relembro a secção das Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches:

O dono da geocache é responsável por visitas à localização física.

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Se no local existe algum recipiente por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Uma vez que se trata de um caso de falta de manutenção a sua geocache não poderá ser desarquivada. Caso submeta uma nova será tido em conta este arquivamento por falta de manutenção.

More
Hidden : 12/18/2010
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:




Entre os estabelecimentos dependentes do Arsenal do Exército e previstos no decreto real de 1902, encontrava-se a Fábrica de Material de Guerra, em Braço de Prata, cuja construção foi iniciada em 1904, sendo inaugurada em 12 de Outubro de 1907 (embora apenas tenha iniciado a sua laboração em 15 de Julho de 1908). A “Fábrica de Projécteis de Artilharia” ficou desde inicio conhecida por “Fábrica de Material de Guerra de Braço de Prata”. Aquando da sua constituição era formada por duas divisões, uma destinada especialmente ao fabrico e concerto do material de artilharia propriamente dito, bem como ao de quaisquer viaturas para serviço do exército, e a segunda destinada à manufactura e reparação dos restantes artigos de material de guerra.

A manifesta insuficiência da produção realizada na Fundição de Canhões e na Fábrica de Armas, o rearmamento das forças militares efectuado em 1904 e a vontade de serem fabricadas no país as munições de artilharia necessárias ao abastecimento das novas armas adquiridas no estrangeiro levaram à construção desta fábrica. A partir de 1912 foi também instalada uma importante oficina de espingardas.

A entrada de Portugal na 1ª Grande Guerra originou uma enorme actividade nesta fábrica, cuja produção seria contudo altamente lesada pela saída de quase todos os seus engenheiros e operários especializados, mobilizados para constituírem equipas de reparação e apoio do material bélico durante o conflito. Após o fim da guerra em 1918 a fábrica iniciou um penoso período de reduzida produção. Em 1927, fruto de uma reformulação legislativa, assume a designação de “Fábrica de Munições de Artilharia, Armamento e Viaturas”.

   

Com o fim do Arsenal do Exército, a unidade ficou autónoma, o que viria a mostrar-se extremamente positivo a partir de 1937, com a satisfação de significativas encomendas de armamento e munições necessárias às forças armadas portuguesas, em grande e progressivo desenvolvimento, bem como contratos de compra efectuados por países estrangeiros. É nesta década que aqui se inicia o fabrico do conhecido obus de 105 mm. Também por esta altura sofreu ampliações importantes para acolher novas maquinarias, nomeadamente os modernos fornos eléctricos de indução. No fim dos anos 30 e início da década de 40, face ao substancial aumento de encomendas motivadas pela guerra Civil Espanhola e 2ª Guerra Mundial, foram instaladas novas máquinas de fabricação de projécteis e dois fornos eléctricos de fundição de aço e gusa acerosa. Nessa época, mais propriamente no ano de 1947, passou a designar-se por “Fábrica Militar de Braço de Prata”, tendo sido esta nomenclatura que a identificou nas décadas seguintes, até à sua extinção.

Em 1955, fruto dos apoios financeiros resultantes da adesão de Portugal à OTAN e ao Plano Marshal, a FMBP passou a dispor de duas linhas de produção dos componentes metálicos de munições de artilharia e de munições de morteiro de concepção mais moderna, dando assim satisfação à crescente procura nacional e internacional, que atingiria o seu zénite na década seguinte. Logo nesse ano iniciou o fabrico de um lote de 350.000 munições de artilharia de 105mm para os EUA e quatro anos depois um lote de 450.000 para a RFA. Com o começo da guerra em África em 1961, evidenciou-se a indispensabilidade de dotar as Forças Armadas Portuguesas com uma arma mais moderna que viesse substituir a caduca espingarda Mauser. Apesar de já em 1960 se terem iniciado alguns estudos tendentes ao fabrico de uma espingarda automática na FMBP, só a partir de 1962, após obtenção da respectiva licença alemã, se principiou a produção parcial e montagem da conhecida HK-G3.

   

Em 1980 é criada a empresa pública “Indústrias Nacionais de Defesa, EP - INDEP” que origina a fusão entre a Fábrica Militar de Braço de Prata e a Fábrica Nacional de Munições de Armas Ligeiras. Nos finais de 1996 a INDEP, SA. foi introduzida no grupo designado EMPORDEF – Empresas Portuguesas de Defesa. Obrigada a deslocar-se da área de Braço de Prata, devido às transformações arquitecturais efectuadas naquela zona da cidade de Lisboa, a FMBP foi integrada no parque industrial da FNMAL em Moscavide, vendo praticamente toda a sua laboração congelada a partir dessa altura.

Em Junho de 2007, parte das antigas instalações da FMBP foram transformadas num centro cultural privado, que inclui livrarias, salas de exposições, salas de cinema e teatro e sala de espectáculos musicais. O centro cultural adoptou o nome porque era conhecido o antigo estabelecimento fabril: Fábrica Braço de Prata.

   

Fontes:
Textos - http://apcm.home.sapo.pt
Fotos - Fundação Calouste Gulbenkian (imagens produzidas pelo Estúdio Mário Novais)

Additional Hints (Decrypt)

[PT] Pá sben, noer r rfcervgn.
[EN] Bhgfvqr, bcra naq bofreir.

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)