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O passado perdido à beira mar [Nazaré] Traditional Cache

This cache has been archived.

SerafimSaudade: Esta cache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou
adequada perante as situações relatadas. Relembro a secção das
guidelines sobre a manutenção
http://support.groundspeak.com/index.php?pg=kb.page&id=307#maint :

[quote]
You are responsible for occasional visits to your cache to maintain
proper working order, especially when someone reports a problem with
the cache (missing, damaged, wet, etc.). You may temporarily disable
your cache to let others know not to search for it until you have a
chance to fix the problem. This feature is to allow you a reasonable
amount of time – normally a few weeks – in which to check on your
cache. If a cache is not being maintained, or has been temporarily
disabled for an unreasonable length of time, we may archive the
listing.

Because of the effort required to maintain a geocache, we ask that you
place physical caches in your usual caching area and not while on a
vacation or business trip. It is best when you live within a
manageable distance from the cache placements to allow for return
visits. Geocaches placed during travel may not be published unless you
are able to demonstrate an acceptable maintenance plan, which must
allow for a quick response to reported problems. An acceptable
maintenance plan might include the username of a local geocacher who
will handle maintenance issues in your absence.[/quote]

Como owner, se tiver planos para recolocar a cache, por favor,
contacte-me por
[url=http://www.geocaching.com/email/?u=serafimsaudade]e-mail[/url].

Lembro que a eventual reactivação desta cache passará pelo mesmo
processo de análise como se fosse uma nova cache, com todas as
implicações que as guidelines actuais indicam.

Se no local existe algum container, por favor recolha-o a fim de
evitar que se torne lixo (geolitter).

Obrigado

[b] SerafimSaudade [/b]
Geocaching.com Volunteer Cache Reviewer

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Hidden : 08/16/2010
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:




Header

[O LOCAL]

A Igreja de São Gião é um templo, classificado como visigótico por alguns autores e como de características asturianas por outros, situado no extremo norte da freguesia de Famalicão, na Nazaré, descoberto na década de 1960. Foi classificado como Monumento Nacional pelo Decreto-Lei n.º1/86, de 3 de Janeiro. É um edifício de uma só nave, sem janelas e sem transepto, com uma tribuna sobre a porta de entrada. O cruzeiro é separado da nave por uma parede com uma porta central e dois vãos laterais, isolando o altar e o coro que corresponde a uma iconóstase.

Em 1597, Frei Bernardo de Brito descrevia a Igreja como estando em bom estado de conservação. O seu orago, S. Gião era particularmente venerado na época visigótica, sendo da especial predilecção desta povoação. Referia ainda a existência de várias lápides com legendas confusas na região inculta em redor do templo, nomeadamente uma, de cuja veracidade se duvida actualmente e da qual se inferia que ali se tinha travado uma importante batalha em que as legiões romanas do cônsul Décio Juno Bruto foram vitoriosas. No cumprimento de um voto pela vitória alcançada, os romanos teriam levantado no local um templo ou altar dos deuses. Os visigodos teriam, posteriormente, desmantelado o templo romano. Sobre ele, ou bastante perto, construíram a Igreja de feição cristã, satisfazendo o plano arquitectónico as directrizes dos Concílios de Braga. A partir do século VIII, os árabes instalaram-se naquele território. Das épocas romana, visigótica e medieval têm sido encontrados na quinta de S. Gião vários objectos utilizados naqueles tempos e que estão hoje expostos no Museu Etnográfico e Arqueológico Dr. Joaquim Manso.

Outra referência a esta igreja deve-se a Frei António Brandão, cronista da ordem de Cister do século XVII, a respeito do seu despovoamento durante o reinado de D. Sancho I, devido à peste. A partir dessa altura, começou a deteriorar-se de tal modo, que em 1702 era usado como curral de gado.

Em 1968, durante a reconstrução da Igreja Paroquial, foi encontrada uma imagem da Santíssima Trindade no subsolo. A peça, esculpida em pedra de Ançã, apesar de danificada pela retro-escavadora, apresenta ainda vestígios da pintura original e é datada do século XV ou do século XVI. A mesma teria feito parte do espólio da Igreja de São Gião e levada pelo seu último pároco para a sua residência no cimo da Serra e, posteriormente, para presidir à sua tumba funerária, no interior da Igreja Paroquial.

Informação retirada de Wikipédia.

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[A CACHE]

Nesta zona existiu, em tempos, uma cache do HDV. Essa cache foi, infelizmente, vandalizada várias vezes o que acabou por levar ao seu arquivamento. Foi uma das primeiras caches que fiz, uma das que me deu mais prazer e da qual guardo boas recordações. Fiquei com bastante pena ao aperceber-me que tinha sido arquivada e, numa conversa com o HDV, decidi eu mesmo avançar para uma nova cache.

Esta cache pretende aliar duas vertentes: por um lado o património histórico já descrito, que por si só justifica uma cache no local, e por outro o ambiente de paz e quietude que irão encontrar. 

A Igreja de S.Gião encontra-se nas imediações da cache mas está, neste momento, vedada por uma estrutura metálica, à espera de obras que poderão nunca se vir a concretizar. Visitá-la ou não, fica ao vosso critério mas tenham em mente que para lá chegar terão que atravessar propriedade privada. A responsabilidade é vossa.

Chegados ao GZ olhem bem à vossa volta antes de começar a procurar, os pequenos pormenores têm, muitas vezes, uma importância extrema! Depois de encontrarem a cache recomendo vivamente, caso tenham disponibilidade, que se desloquem ao waypoint "Praia" para puderem desfrutar de uma vista excelente e de uma quietude e paz que não irão encontrar nas outras praias... A caminho da praia irão também ter uma visão bastante melhor da igreja e de toda a envolvente. 

Este é um local bastante especial para mim. Relembra-me, à semelhança da Igreja, tempos passados que já não voltam. Não querendo desvendar tudo o que irão encontrar, apenas vos digo para visitarem este local com tempo livre e sem pressas. Vão até ao waypoint "Praia", apreciem o local, respeitem a natureza, absorvam a natureza e este local tornar-se-à com certeza, também para vocês, especial.

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