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A Lenda Negra do Aqueduto das Águas Livres

A cache by Team Lynce, adopted by AntJesus Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 12/01/2010
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:


O Aqueduto de Alcântara é o troço mais conhecido e mais visível do aqueduto das Águas Livres. Com os seus 941 metros de comprimento e mais de 65 metros de altura, foi o cenário de acontecimentos trágicos, nomeadamente por ter servido de palco a crimes de arrepiante crueldade perpetrados pelo bandido Diogo Alves, o "assassino do Aqueduto das Águas Livres", que atormentou Lisboa entre 1836 a 1839.

Construído durante o reinado de D. João V para fornecer água a Lisboa, o aqueduto viria a ser terminado em 1744, tendo resistido incólume ao Terramoto de 1755. O projecto do aqueduto incluía na sua estrutura uma passagem suficientemente larga para permitir que os habitantes da cidade pudessem atravessar o vale de Alcântara desde Lisboa até Monsanto. Assim, a galeria interior ficou com dois corredores laterais de cerca de 60 cm de largura cada, que têm o nome de Passeio dos Arcos, pelos quais se pode caminhar e disfrutar de uma vista panorâmica única. Porém, o elevado número de suicídios e de assassinatos, pelos quais se tornou tristemente célebre o bandido Diogo Alves, levou a que a partir de 1844 a passagem fechasse ao público. Na altura, chegou a pensar-se numa onda de suicídios inexplicáveis e foram precisas muitas mortes para que se descobrisse que era tudo obra de um criminoso. Diogo Alves lançava as suas vítimas do alto do aqueduto depois de as roubar. A violência dos crimes praticados e o estado de terror que estes actos impiedosos semearam na cidade, tornaram o bandido a Lenda Negra do Aqueduto das Águas Livres. O criminoso foi por fim apanhado pelas autoridades em 1840 e condenado, tendo sido um dos últimos sujeitos a quem foi aplicada a Pena de Morte em Portugal.
A cache está escondida junto à base de um dos pilares, onde provavelmente terão vindo cair mortalmente algumas das vítimas de suicídio e dos crimes de Diogo Alves. A cache não pretende de forma alguma fazer a apologia da morte por suicídio nem do tristmente famoso criminoso mas, sobretudo e apenas dar a conhecer o local onde ocorreram acontecimentos trágicos que ficaram para sempre ligados à história deste monumento nacional.


The Dark Legend of the Águas Livres Aqueduct

The Alcantara aqueduct is the best-known and most visible section of the Águas Livres Aqueduct With its 941 meters long and more than 65 feet tall, it was the scene of tragic events, in particular for being the stage to the cruel crimes perpetrated by the bandit Diogo Alves, the killer of the Águas Livres Aqueduct, which has tormented Lisbon between 1836 and 1839. Built during the reign of D. João V to provide water to Lisbon, the aqueduct was finished in 1744, having survived unscathed the earthquake of 1755. The aqueduct was thought to include in its structure a passage wide enough to allow inhabitants to cross the Alcantara Valley from Lisbon to Monsanto.
Thus, the inner gallery has two side aisles of about 60 cm wide each, named “Passeio dos Arcos”, where one can walk by and enjoy a unique panoramic view. However, as a result of the high number of suicides and murders, by which became notorious the bandit Diogo Alves, the passage was close to the public from 1844 on. At the time, it was even though of a set of unexplainable suicides and it took many deaths to finally discover that it was all the work of a criminal. Diogo Alves threw his victims from the top of the aqueduct to the valley after robbing them.The violence of the crimes and the state of terror that these ruthless acts have sown the city turned the villain into the dark legend of the Águas Livres Aqueduct. The criminal was finally caught by the authorities in 1840 and sentenced to death, and was one of the last men in Portugal to whom the death penalty was applied.
The cache is hidden at the base of one of the pillars, where probably fell some of the deathly victims of Diogo Alves’s crimes. The cache does not intend, in any way, to make an apology of death by suicide or the sadly famous criminal but mainly, and only, to disclose the place where the tragic events became forever linked to the history of this national monument..

Additional Hints (Decrypt)

CG - Ngeáf qn Crqen
RA - Oruvaq gur ebpx

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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