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Os Castelos (The Castles) [Carapito] Traditional Cache

Hidden : 08/14/2011
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
3 out of 5

Size: Size:   small (small)

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Geocache Description:

[PT] Aproximadamente a dois quilómetros da aldeia de Carapito, na Serra do Pisco ou de Almansor, encontram-se as ruínas de um povoado proto-histórico, designado por Castro de Carapito. Foi ali que nasceu Carapito, há mais de 500 anos. [EN] Approximately at two kilometers from the village of Carapito, at “Serra do Pisco” or Almansor, are the ruins of a proto-historic settlement, called “Castro de Carapito”. It was there that was born Carapito for over 500 years.

[PT] A análise do património arqueológico da região sugere a hipótese de que a ocupação humana remonta, pelo menos, até ao IV milénio a. C. Aproximadamente a dois quilómetros da aldeia de Carapito, a uma altitude de aproximadamente 750 m, na Serra do Pisco ou de Almansor, encontram-se as ruínas de um povoado proto-histórico, designado por Castro de Carapito. A paróquia de Santa Maria de Carapito existia já em meados do século XII, altura na qual, e de acordo com as inquirições de D. Afonso III de 1258, a freguesia é referida como pertencendo a cavaleiros (villa de Carapito est de militibus), sendo servida por juízes régios. O documento faz ainda uma referência ao "concelho", sendo de supor que nessa época Carapito já usufruía de privilégios semelhantes aos de um município, ainda que não tivesse foral. De facto, o concelho de Carapito foi criado por D. Manuel, através de foral novo outorgado em 1514, cujo território compreendia as freguesias de Carapito, Eirado, Valverde, Coruche e Cortiçada. Este foi extinto em 1836, e integrado em Aguiar da Beira, do qual é hoje freguesia. Conserva ainda o seu antigo pelourinho, levantado na sequência do foral, e situado no largo principal da aldeia, junto à igreja matriz e à sede da Junta de Freguesia. Apesar de não se encontrarem referências em manuscritos anteriores ao século XII, toda a região na qual se insere Carapito tem um povoamento secular, que remota até à pré-história. Vários vestígios arqueológicos atestam este facto. Povos como os Iberos, os Túrdulos e os Celtas fizeram a passagem por esta zona. Posteriormente, os Lusitanos habitaram o território, construindo fortificações em locais estratégicos, como atestam os castros cujas ruínas ainda hoje se podem encontrar no concelho. Com a invasão da Península Ibérica, os romanos também se instalaram nesta região, tendo sido o local onde hoje se situa a Vila de Aguiar da Beira, provavelmente uma fortificação romana. No local que hoje é denominado de ‘Castelos’, podem ver-se vestígios de um povoado antigo, diferenciando-se ainda um espaço que seria provavelmente uma Igreja. Apesar de o seu estado de conservação não ser o melhor, ali nasceu Carapito, e toda a sua história começa naquele aparente amontoado de pedras. A Cache: A Cache: É composta por um contentor relativamente pequeno, com o conteúdo normal ("log book", lápis e caneta, artigos para troca e a "Stash Note" explicativa do Geocaching). O percurso: É de todo aconselhado usar um veículo para caminhos acidentados, dado que a parte final do percurso tem bastantes pedras. Caso não tenha outra alternativa para além do carro, também poderá usá-lo, mas com mais cuidado. [EN] The analysis of the archaeological heritage of the region suggests that human occupation dates back to at least to the fourth millennium B. C. At “Serra do Pisco” or Almansor, approximately two km from the village of Carapito and at an altitude of 750m, one finds the ruins of a proto-historic settlement, called Castro of Carapito. The parish of Santa Maria of Carapito already existed in the mid-twelfth century, at which time, according to the inquiries of D. Afonso III of 1258, it is mentioned as belonging to knights (villa de Carapito est de militibus), being served by royal judges. The document also makes reference to a "municipality", and presumably at this time Carapito already enjoyed privileges similar to those of a municipality, although it had not charter. In fact, the municipality of Carapito was created by D. Manuel I, through a charter granted in 1514, whose territory included the parishes of Carapito, Eirado, Valverde, Coruche and Cortiçada. This municipality was abolished in 1836, and integrated in Aguiar da Beira, of which is today a parish. It still retains its ancient pillory raised following the charter, situated in the village main square, near the parish church and the headquarters of the Parish Council. Although there are no references in manuscripts before the twelfth century, the region around Carapito has been inhabited for centuries, stretching back to pre-history. Several archaeological sites attest to this fact. People like the Iberians, the Celts and Turduli have crossed through this area. Later, the Lusitanans inhabited the territory, building forts in strategic locations, whose ruins can still be found in the region. With the invasion of the Iberian Peninsula, the Romans also settled in this region, having been the place where now stands the village of Aguiar da Beira, probably a Roman fort in its origin. In what is today called the 'Castles', one can still see traces of an old settlement, including what was probably a Church. Although its conservation status is not the best, Carapito was born there, and its history starts at the apparent jumble of rocks. The Cache: It is a relatively small container with the normal content ("log book", pencil and pen, articles for exchange and the Stash Note explaining the Geocaching). The route: It is best to use any off-road vehicle, as the final leg has a lot of stones. If you have no other choice than the car, you can also use it, but more carefully.

Additional Hints (Decrypt)

Cbe onvkb. (Cbe snibe aãb zbire crqenf.) Haqre. (Cyrnfr qb abg zbir ebpxf.)

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)