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afelizardo: O brincalhão continua a divertir se, brevemente regressa noutro local ou de outra forma, vamos ver o que dá. Para o brincalhão bom ano.

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Portagens? Para entrar em V.N.Barquinha ?

A cache by afelizardo Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 08/22/2011
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size: micro (micro)

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Geocache Description:


 

Os ingleses já tem um sistema electrónico de portagem para reduzir o trânsito no centro de Londres. Em Portugal tem-se falado ultimamente em avançar com uma medida idêntica em algumas zonas da Capital, e até de outras cidades do país. O objectivo, em ambos os casos, é aliviar as cidades da pressão automóvel e levar as pessoas a utilizarem com mais frequência os transportes públicos.

 

 

PAGAR PARA CIRCULAR



O sistema electrónico de portagem instalado no centro da capital britânica abrange uma área de 20 quilómetros quadrados. Para entrarem na zona limitada, os condutores têm de desembolsar oito libras, o equivalente a cerca de 9,30 euros. O pagamento da taxa é obrigatório, estando apenas isentas as motos, as viaturas de socorro e os transportes públicos. Os residentes beneficiam de um desconto de 90 por cento. A aplicação da portagem vigora de 2003, e quem for apanhado em infracção está sujeito a uma multa. Para garantir a vigilância da área abrangida pelo sistema, foram colocadas mais de 800 câmaras, que registam as matrículas. Com esta medida, as autoridades londrinas esperam reduzir o número de veículos no centro da cidade em 15 por cento e angariar uma receita anual de 210 milhões de euros.

 

 

 

Curiosamente, o grande volume de tráfego, não automóvel mas de carros puxados por bois, foi aproveitado há 174 anos, no concelho de Vila Nova da Barquinha, para aplicar uma taxa de circulação. A medida terá sido impopular mas, à época, foi uma inovação em termos de política fiscal, já que serviu para pagar a construção do edifício da Câmara e efectuar melhoramentos nas infra-estruturas do concelho.




Corria o ano de 1837. Manuel Henriques Pirão, um alferes do Batalhão de Caçadores de Lisboa Oriental, presidia aos destinos do município, que era um dos principais entrepostos fluviais.

Ao cais de Vila Nova da Barquinha chegavam com regularidade barcos a vapor, de grande porte, carregados com mercadorias para abastecer as Beiras e o Alto Alentejo. De regresso a Lisboa, as embarcações sulcavam as águas do rio Tejo, transportando azeite, cortiça, madeira e outros artigos produzidos na região. No mesmo local, acostavam diariamente dezenas de pequenos barcos à vela, cuja missão era escoar as mercadorias produzidas pelas unidades industriais instaladas no concelho de Tomar, em particular a pasta de papel, o papel e diversos artigos têxteis.

Como não havia viaturas motorizadas, todos estes artigos entravam e saíam do cais em carros de bois. Só para dar uma ideia da importância do entreposto comercial da Barquinha, refira-se que devia circular na localidade uma média de 630 carroças por dia.

Visionário, Manuel Henriques Pirão resolveu aproveitar este fluxo para beneficiar o município. E aplicou uma taxa de 20 reis a cada carro de bois, de fora do concelho, que se deslocasse à Barquinha para deixar ou receber carga.

O autarca tinha-se lançado na construção de um novo edifício dos Paços do Concelho, na altura designado por Casa da Câmara e Cadeias, mas após o lançamento da primeira pedra, em 14 de Junho de 1837, verificou que os cofres da autarquia dificilmente iriam recuperar os quatro contos e quinhentos apresentados como défice. Foi então que decidiu avançar para a cobrança da ‘portagem’. E, em menos de um ano, conseguiu reunir a verba necessária, pois segundo cálculos feitos na época, nesse período entraram no concelho 230.000 carros de bois.

A documentação disponível não permite concluir até que data foi mantida aquela taxa. Mas os investigadores da história local estão convictos que ela se manteve em vigor mesmo depois de coberto o défice, com o intuito de suportar obras de melhoramentos em ruas e outras infra-estruturas concelhias.

In Correio da manhã 2 de Março de 2003




A zona onde se encontra a cache é uma das principais entradas na Vila, estando neste momento a decorrer obras de requalificação, nomeadamente uma nova iluminação com tecnologia LED, por esse motivo, o melhor será fazer a cache quanto antes, antes que se volte novamente a pagar portagens, para ajudar ao pagamento das referidas obras.

 

A cache é tamanho micro, contém apenas o logbook

 

Sejam discretos nas buscas já que o local é movimentado.

 

 

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