Skip to Content

This cache has been archived.

Bitaro: Esta geocache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante uma situação de falta de manutenção.
Relembro a secção das Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches:

O dono da geocache é responsável por visitas à localização física.

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Se no local existe algum recipiente por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Uma vez que se trata de um caso de falta de manutenção a sua geocache não poderá ser desarquivada. Caso submeta uma nova será tido em conta este arquivamento por falta de manutenção.

More
<

DESCOBRIR JUNQUEIRO

A cache by norte_magnetico Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 09/28/2011
Difficulty:
2.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size: micro (micro)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:


DESCUBRIR JUNQUEIRO
A criação desta cache pretende dar a conhecer a obra de um dos mais importantes e prestigiado poeta português Abílio Manuel Guerra Junqueiro.Guerra Junqueiro
Abílio Manuel Guerra Junqueiro (Freixo de Espada à Cinta, 17 de Setembro de 1850 — Lisboa, 7 de Julho de 1923) foi bacharel formado em direito pela Universidade de Coimbra, alto funcionário administrativo, político, deputado, jornalista, escritor e poeta. Foi o poeta mais popular da sua época e o mais típico representante da chamada "Escola Nova". Poeta panfletário, a sua poesia ajudou criar o ambiente revolucionário que conduziu à implantação da República.

Guerra Junqueiro é o mais típico representante da chamada Escola Nova. Poeta panfletário, as suas poesias ajudaram a criar o ambiente revolucionário que conduzirá à República. Talvez o poeta mais popular da sua época, embora hoje se lhe reconheça contradições e efeitos fáceis. Mas não deve esquecer-se o que há de original e poderoso na sua obra: o extraordinário sentido de caricatura, uma capacidade quase primitiva de exprimir as ideias em símbolos vivos e, ainda, a riqueza verbal e de imagens com que contribuiu para a renovação do verso português.
Não é fácil falar de Guerra Junqueiro. Não porque dele não haja que dizer, mas, ao contrário, porque dele há muito que dizer.
Têm sido variadas as considerações que se têm tecido a seu respeito, da sua vida quanto da sua obra, em verso principalmente. Talvez isto se deva a circunstâncias muito reais: de carácter pessoal, uma, a riqueza da sua personalidade aliada à grandeza da sua poesia; de carácter circunstancial, outra, a época em que viveu, com toda a sortida gama das suas variantes.
Às vezes, nós não somos só nós, mas nós e as nossas circunstâncias, nós e a época em que vivemos. Junqueiro entusiasmou-se com a época em que viveu, assumiu-a em pleno e com ela se identificou.
Balzac dizia que «é um sinal de mediocridade ser-se incapaz de entusiasmo».
Junqueiro não queria ser medíocre. «com jamais se faz algo de grande sem entusiasmo», no dizer Emerson, Junqueiro vive os problemas que o rodeiam, envolve-se neles e luta.
Assim terá sido a vida de Guerra Junqueiro.
Com as todas dificuldades que o assunto comporta, falemos de Guerra Junqueiro: do homem, do grande poeta que foi, de infatigável e acérrimo lutador político, do «« ateu » sui generis », fixando-nos, de preferência, sobre a sua faceta religiosa, por ventura, uma das mais apontadas e discutidas características junqueirianas, dado o acentuando tom de anticlericalismo da época em que viveu.
Em 1850, numa pacata vila de Trás-os-Montes, Freixo de Espada à Cinta, sobranceira ao rio douro, com Espanha a acenar-lhe, em frente, nasceu Abílio Guerra Junqueiro. Diga-se, de passagem, que seus pais o educaram religiosamente, o que, muito naturalmente e até sem se dar conta, por ventura, havia de condicionar e até determinar uma boa parte da sua obra poética.
Aos 16 anos, matriculou-se na faculdade de Teologia, na universidade de Coimbra. Pensaria, então, Abílio Guerra Junqueiro ser um padre de Igreja Católica.
Desistindo deste curso, matriculou-se, uns dois anos depois, em direito, vindo a concluir a sua licenciatura, em 1873.
Inicia Guerra Junqueiro a sua Carreira literária, duma maneira altamente promissora, em « folha », jornal literário, da direcção de João Penha. Aqui cria óptimas relações de amizade com alguns dos melhores escritores e poetas do seu tempo.( ... )
Foi em Lisboa, na madrugada de 7 de Julho de 1923.
Na véspera, haviam chamado o Santo padre Cruz para lhe ministrar os últimos sacramentos da igreja católica, pois, segundo pedido do próprio Guerra
Junqueiro, antes queria um Santo que um Teólogo. O padre Cruz já não chegara a tempo.
Guerra Junqueiro foi um grande poeta e um grande peregrino.

Biografia
Nasceu em Freixo de Espada à Cinta a 17 de Setembro de 1850, filho do negociante e lavrador abastado José António Junqueiro e de sua mulher D. Ana Guerra. A mãe faleceu quando Guerra Junqueiro contava apenas 3 anos de idade.
Estudou os preparatórios em Bragança, matriculando-se em 1866 no curso de Teologia da Universidade de Coimbra. Compreendendo que não tinha vocação para a vida religiosa, dois anos depois transferiu-se para o curso de Direito. Terminou o curso em 1873.
Entrando no funcionalismo público da época, foi secretário-geral do Governador Civil dos distritos de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo.
Em 1878, foi eleito deputado pelo círculo de Macedo de Cavaleiros.
Faleceu em Lisboa a 7 de Julho de 1923.

Obra literária
Guerra Junqueiro iniciou a sua carreira literária de maneira promissora em Coimbra no jornal literário "A folha", dirigido pelo poeta João Penha, do qual mais tarde foi redactor. Aqui cria relações de amizade com alguns dos melhores escritores e poetas do seu tempo, grupo geralmente conhecido por Geração de 70.
Guerra Junqueiro desde muito novo começou a manifestar notável talento poético, e já em 1868 o seu nome era incluído entre os dos mais esperançosos da nova geração de poetas portugueses. No mesmo ano, no opúsculo intitulado "O Aristarco português", apreciando-se o livro "Vozes sem eco", publicado em Coimbra em 1867 por Guerra Junqueiro, já se prognostica um futuro auspicioso ao seu autor.
No Porto, na mesma data, aparecia outra obra, "Baptismo de amor", acompanhada dum preâmbulo escrito por Camilo Castelo Branco; em Coimbra publicara Guerra Junqueiro a "Lira dos catorze anos", volume de poesias; e em 1867 o poemeto "Mysticae nuptiae"; no Porto a casa Chardron editara-lhe em 1870 a "Vitória da França", que depois reeditou em Coimbra em 1873.
Em 1873, sendo proclamada a República em Espanha, escreveu ainda nesse ano o veemente poemeto "À Espanha livre".
Em 1874 apareceu o poema "A morte de D. João", edição feita pela casa Moré, do Porto, obra que alcançou grande sucesso. Camilo Castelo Branco consagrou-lhe um artigo nas Noites de insónia, e Oliveira Martins, na revista "Artes e Letras".
Indo residir para Lisboa foi colaborador em prosa e em verso, de jornais políticos e artísticos, como a "Lanterna Mágica", com a colaboração de desenhos de Rafael Bordalo Pinheiro. Em 1875 escreveu o "Crime", poemeto a propósito do assassínio do alferes Palma de Brito; a poesia "Aos Veteranos da Liberdade"; e o volume de "Contos para a infância". No "Diário de Notícias" também publicou o poemeto Fiel e o conto Na Feira da Ladra. Em 1878 publicou em Lisboa o poemeto Tragédia infantil.
Uma grande parte das composições poéticas de Guerra Junqueiro está reunida no volume que tem por título A musa em férias, publicado em 1879. Neste ano também saiu o poemeto O Melro, que depois foi incluído na Velhice do Padre Eterno, edição de 1885. Publicou Idílios e Sátiras, e traduziu e coleccionou um volume de contos de Hans Christian Andersen e outros.
Após uma estada em Paris, aparentemente para tratamento de doença digestiva contraída durante a sua estada nos Açores, publicou em 1885 no Porto A velhice do Padre Eterno, obra que provocou acerbas réplicas por parte da opinião clerical, representada na imprensa, entre outros, pelo cónego José Joaquim de Sena Freitas.
Quando se deu o conflito com a Inglaterra sobre o "mapa cor-de-rosa", que culminou com o ultimato britânico de 11 de Janeiro de 1891, Guerra Junqueiro interessou-se profundamente nesta crise nacional, e escreveu o opúsculo Finis Patriae, e a Canção do Ódio, para a qual Miguel Ângelo Pereira escreveu a música. Posteriormente publicou o poema Pátria. Estas composições tiveram uma imensa repercussão, contribuindo poderosamente para o descrédito das instituições monárquicas.

Lista das principais Obras
• Viagem À Roda Da Parvónia
• A Morte De D. João
• Contos para a Infância
• A Musa Em Férias
• A velhice do padre eterno
• Finis Patriae
• Os Simples
• Oração Ao Pão
• Oração À Luz
• Gritos da Alma
• Pátria
• Poesias Dispersas
• Duas Paginas Dos Quatorze Annos
• O Melro


A cache:

Para fazer esta cache terá de realizar um pequeno percurso urbano, onde encontrará elementos alusivos ao poeta Abílio Manuel Guerra Junqueiro.


Coordenada final:

N 41º 05.ABC’
W 06º 48.XXX’

No ponto final tenha o cuidado de procurar a cache de forma discreta uma vez que é um local muito movimentado. Depois de logar, Coloque a cache no local onde a encontrou.

Boa cachada.


Listing Generator by GeoPT.org

Additional Hints (Decrypt)

NGRAÇÃB...
Zntaégvpn
!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Yrir pbz b dhr rfperire!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



Return to the Top of the Page

Reviewer notes

Use this space to describe your geocache location, container, and how it's hidden to your reviewer. If you've made changes, tell the reviewer what changes you made. The more they know, the easier it is for them to publish your geocache. This note will not be visible to the public when your geocache is published.