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Bitaro: Esta geocache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante uma situação de falta de manutenção.
Relembro a secção das Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches:

O dono da geocache é responsável por visitas à localização física.

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Se no local existe algum recipiente por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Uma vez que se trata de um caso de falta de manutenção a sua geocache não poderá ser desarquivada. Caso submeta uma nova será tido em conta este arquivamento por falta de manutenção.

Obrigado pela compreensão.
Bitaro
Community Volunteer Reviewer

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O coreto da Trafaria

A cache by geololita Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 10/13/2011
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size: other (other)

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Geocache Description:

Coreto com apresentações culturais esporádicas ligadas, fundamentalmente à música tradicional portuguesa

No mês de Outubro, o mês da música, a música sai à rua e vai até aos principais coretos do concelho de Almada. Entre 10 e 31 de Outubro, a ideia é reviver memórias e momentos que fazem parte da história local, através da actuação das bandas filarmónicas da Academia Almadense, da Incrível Almadense, da SFUAP e da Sociedade Musical Trafariense
AQUI COLOCA O NOME DA FOTO

No mês de Outubro, o mês da música, a música sai à rua e vai até aos principais coretos do concelho de Almada. Entre 10 e 31 de Outubro, a ideia é reviver memórias e momentos que fazem parte da história local, através da actuação das bandas filarmónicas da Academia Almadense, da Incrível Almadense, da SFUAP e da Sociedade Musical Trafariense.
A Sociedade Recreativa Musical Trafariense foi fundada em 8 de maio de 1900, na freguesia da Trafaria, concelho de Almada, em Portugal, por um grupo de trafarienses oriundos das famílias mais antigas e responsáveis, amigos da sua terra e algumas pessoas aqui radicadas de certo prestígio e influência social, que entendiam que a Trafaria também deveria possuir uma Banda de Música, a exemplo de muitas outras terras do País. A ideia foi lançada numa taberna propriedade de José Ferreira Cardoso, que com Pedro Gonçalves Perdição, Joaquim Lourenço, Francisco A. dos Santos, João Silva, José Ribeiro, Manuel Rocha, Domingos Rocha e outros, foram os primeiros da iniciativa, quem em boa hora frutificou e teve êxito. Com o nome inicial de Sociedade Musical Trafariense, a sua principal finalidade era promover a cultura musical através da Banda de Música, bem como estabelecer convívios sãos entre a população, principalmente através do abrilhantamento das festas populares tradicionais, de carácter religioso ou profano. Em 23 de Janeiro de 1903, o rei D. Carlos I visitou a Trafaria para proceder á cerimónia da colocação da 1ª. Pedra para a construção do quartel onde se encontra hoje o BISM e que foi anteriormente sede do Regimento de Artilharia de Costa nº. 1. Foi a Fanfarra da Sociedade Musical Trafariense que marcou o ponto alto na brilhante recepção ao monarca. Florêncio José Martins, que encabeçava a Direcção e era das principais figuras que tinham preparado a recepção, aproveitou a ocasião e pediu ao Rei o título de Real para a sua Sociedade, o que foi concedido, passando a denominar-se – REAL SOCIEDADE MUSICAL TRAFARIENSE. Manteve esse nome até á implantação da República, em 1910. Com o advento do novo regime e talvez por razões, passou o “R” de Real a de ‘Recreativa’, passando a chamar-se SOCIEDADE RECREATIVA MUSICAL TRAFARIENSE, designação que mantém actualmente. Respeitando os objectivos e fins da sua criação, ensino e divulgação da música, mantemos em funcionamento a Escola e a Banda de Música. Aproveitando as recentes instalações, alargamos as actividades ao Desporto e ao Lazer, com aulas de Artes Marciais e Danças de Salão. Ainda dentro do objectivo principal da nossa fundação, desde do ano lectivo 2003/2004 que acolhemos nas nossas instalações a Academia de Música de Almada, Conservatório Regional de Música, com paralelismo pedagógico e autorização definitiva de funcionamento. A Banda, que iniciou a sua actividade como fanfarra em 1900 – o rei D. Carlos I visitou a Trafaria e a fanfarra marcou o ponto alto na recepção ao monarca, – participava em todas as festas da terra, actuando nos concertos dos arraiais, nas procissões e romarias, e também em festas dos arredores. Durante a época balnear, no tempo em que a Trafaria tinha uma das mais frequentadas praias dos arredores de Lisboa, participava no abrilhantamento de festas náuticas e de regatas de vela que então se realizavam. Em meados dos anos 40, a Banda desorganizou-se e quase desapareceu, e, a partir de 1967, um grupo de trafarienses meteu ombros à sua restauração. A Banda dispõe de um instrumental razoável e é composta por músicos maioritariamente preparados na Escola de Música da Colectividade. Participa em vários concertos anuais, encontros de Bandas, procissões, e outros, tanto na Trafaria como em outras localidades. Jazz, Latino & Rock é o título do trabalho que a Banda (com a participação de alguns músicos convidados) gravou, produziu e editou, em CD e Cassete, no ano de 2003. É dirigida pelo Maestro Carlos Reinaldo dos Santos Antunes Guerreiro.

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