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PR 8 “Rota do Ouro Negro” & Mina Perdida

A cache by MilheiroenseBTT & Misticspell Send Message to Owner Message this owner
Hidden : Sunday, 15 July 2012
Difficulty:
3 out of 5
Terrain:
3 out of 5

Size: Size:   not chosen (not chosen)

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Geocache Description:

Se és geocacher ou muggle, gostas do contacto com a natureza enquanto convives com outros como tu então este evento é para ti. O objetivo é formar um grupo para percorrer o PR 8 “Rota do Ouro Negro" & Mina Perdida.

PR 8 “Rota do Ouro Negro” & Mina Perdida - Serra da Freita
Dia 15 de Julho de 2012 (Domingo)

Programa:
08h30: Ponto de encontro final N40º53,976 W008º13,115 – Estacionamento junto à capela de St.ª Catarina em Fuste (freguesia de Moldes).
08h45: Início do percurso na capela de St.ª Catarina em Fuste
14h15: Fim do percurso (estimado).

Fuste

Ficha Técnica:
Partida e Chegada: Fuste (freguesia de moldes).
Âmbito: Desportivo, panorâmico e ambiental
Tipo de Percurso: de pequena rota, por trilhos de montanha
Distância a Percorrer: 13km (6km de ida + 6km de volta + 1 km ida a Mina)
Duração do Percurso: Cerca de 5h30 (2h45 de ida e 2h45 de volta)
Nível de dificuldade: Médio
Época Aconselhada: Todo o ano.
Desníveis: Pouco significativos.
O PR 8 “Rota do Ouro Negro”, é um percurso pedestre de Pequena Rota marcado, nos dois sentidos, segundo as normas da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal. As marcas com tinta amarela e vermelha estão de acordo com a figura.

Sinaletica PR

Notas:
- Devem levar água (!não deve nunca faltar água!), e comida, alimentos práticos e energéticos (ex. barras energéticas, marmelada). !!! Ter em conta a hora prevista do fim do percurso !!!
- Material necessário: roupa adequada a caminhar no campo/natureza e à meteorologia do dia.
»»» Para a “Mina Perdida”, não esquecer, trazer uma pequena lanterna, e fato de banho * (opcional).

Descrição do percurso:
O PR8 – «Rota do Ouro Negro» tem o seu início em Fuste (freguesia de Moldes), junto à capela de St.ª Catarina, onde também passa o PR3 – «Caminhos do Sol Nascente».
Durante uns 150 m, percorrem caminhos comuns até que, no meio do lugar, o PR3 diverge para a esquerda e o PR8 para a direita, descendo por entre os campos da aldeia para o lugar do Pedrógão, continuando, a partir daqui, para as minas da Pena Amarela (na foto a panorâmica do trilho junto as minas da Pena Amarela).
Minas Pena Amarela
Após alguns estradões florestais, chega ao trilho agora refeito e que passa em frente de dezenas de bocas de minas rudimentares. Lá em baixo, num vale profundo e encaixado, o majestoso ribeiro da Pena Amarela recebe a água do ribeiro da Covela, que ali chega por um leito em escadaria, formando cascatas.
Ainda na zona de mineração atravessa o ribeiro da Pena Amarela numa pequena ponte de madeira iniciando, de seguida, a subida por um carreiro tradicional. Chegado ao alto desta subida inicia a descida para o lugar de Rio de Frades (freguesia de Cabreiros), onde faz ligação com o PR6 – «Caminho do Carteiro», outro emblemático percurso pedestre de Arouca.
Daí, para visitar a Mina Perdida, continua-se, tem asfalto, por uma apertada via até às antigas instalações das minas de volfrâmio, onde hoje existe um pequeno núcleo habitacional alojado em parte do que resta daquelas instalações. Antes do fim do asfalto, toma-se, à esquerda, o antigo caminho que inicia a subida para Cabreiros.
Após passar pelas antigas casas dos mineiros (450m), prepare-se para abandonar o percurso (PR6) na bifurcação (650m - N 40º 52.504, W 008º 11.443) e tomar o trilho da esquerda que o conduzirá até à entrada da mina perdida (770m - N 40º 52.448, W 008º 11.389).
Ligue a sua lanterna e atravesse com cuidado os mais de 100m da mina. Atenção ao tecto baixo durante os metros iniciais!
Mesmo no final da mina, apreciem a beleza do rio, e a fantástica queda de água.
*Junto a queda de água, se o dia e a temperatura se proporcionar para tal, vamos fazer uma pequena pausa para uma “banhoca” e para lanchar.
Voltar ao percurso por o mesmo caminho da ida.


Mapa



Escamação da rocha em «casca de cebola»
Os blocos de quartzo diorito apresentam-se com uma forma arredondada, fruto de um fenómeno conhecido por disjunção esferoidal da rocha. Esta resulta da fragmentação em camadas concêntricas, da periferia para o centro, resultando daí a denominada disjunção em casca de cebola. Ao longo do temo, o bloco torna-se mais pequeno e arredondado, com a progressiva libertação das escamas mais externas.
Ao avistarmos a aldeia do Pedrógão, atravessamos o contacto da rocha quartzo diorítica com as rochas xistentas do Grupo do Douro. É nestas últimas que se encerram as mineralizações de volfrâmio outrora aqui exploradas.
Os jazigos de volfrâmio (um minério rico no elemento químico tungsténio) integram-se num conjunto de depósitos de tungsténio e estanho que se distribuem desde a Galiza a Castela (Espanha) atravessando o norte e centro de Portugal e definindo a designada «Província estano-volframítica». Esta ocorrência torna Portugal o país da Europa mais rico neste minério, razão pela qual foi cobiçado pelas potências principalmente durante a Segunda Guerra Mundial, dada a utilização deste minério no fabrico de armas e munições.

Escamação

O Volfrâmio
O elemento químico tungsténio (W) é um metal que possui características excepcionais. Entre todos os metais, tem o mais alto ponto de fusão (3410ºC), a menor expansão térmica e uma densidade elevadíssima (19,3 g/cm3). Combinado com o carbono constitui o carboneto de tungsténio, que é uma das ligas metálicas mais duras que se conhece. Foi por isso, em tempo de guerra, muito usado na construção de material bélico.
O volfrâmio, que era o minério explorado, é formado em larga medida pelo mineral volframite (Fe,Mn)WO4 rico no elemento químico tungsténio (W). Na chegada às minas da Pena Amarela, encontramos dezenas de bocas de minas que testemunham antigas explorações clandestinas. Muitas vezes vemos e pisamos os filões de quartzo que contêm a mineralização.
Todos aqueles que demandaram a serra sem contrato nem projecto definido na procura do volfrâmio eram conhecidos por «pilhas». No tempo da dita «febre do volfrâmio», e que no que se refere à população arouquense, terão sido mais os que andaram na «pilha» do que aqueles que optaram pela dura profissão de mineiro. No período do auge da guerra, os «pilhas» aventuraram-se a abrir à picareta a dura rocha na esperança de encontrarem o «ouro negro» que lhe permitia fazer uma pequena fortuna (Vilar. 1998).
Mais tarde, em 1953, estas minas foram concessionadas, tendo sido obtido o alvará para a chamada Pena Amarela n.º1 e Pena Amarela n.º2. Mais tarde, a falta de escoamento do produto levou, tal como todas as outras minas de volfrâmio de Arouca, ao seu abandono em 1988.
Além de toda a carga histórica e mineira que aqui se respira, o arranjo cénico da paisagem envolvente é também inesquecível. Esta é marcada por vales fortemente encaixados onde correm águas límpidas e cristalinas como a ribeira da Covela e a ribeira da Pena Amarela, que confluem ali bem perto. A ribeira de Covela forma até uma queda de água que prende o olhar do pedestrianista.

Volframio

Additional Hints (Decrypt)

Dhnydhre qhivqn pbagnpgne 914085525

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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