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Traditional Geocache

SGM PT #3 - A caminho de Galamares

A cache by fernandof Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 10/11/2012
In Lisboa, Portugal
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size: small (small)

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Geocache Description:


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SGM PT #3 - A CAMINHO DE GALAMARES

SINTRA GALAMARES MONSERRATE - POWER TRAIL


A elaboração deste Power Trail com a colocação de 7 caches tradicionais pretende dar a conhecer um trilho antigo muito interessante que liga Sintra à localidade de Galamares. 

Para ser circular sugiro a passagem por 3 caches já colocadas na zona; 

Quintinha Pedagógica de Monserrate, Sintra Waterfall e Fonte D´El Rei.

 

GALAMARES

Localidade cujo nome deriva de alaga mares, e existe a suspeita de que o rio era navegável até Galamares. Baseado não só na analise dos micro-toponimos, (Eugaria- “Augaria”) mas também, com o facto de nas margens do rio, para baixo de Galamares, existirem terrenos areentos e férteis talvez por alagamentos cíclicos e ainda um antigo ancoradoiro na Várzea de Colares onde se supõe que tenham estado os fenícios para fazer trocas de produtos.

 

 MONSERRATE

Construção inicial em 1540.  Em 1790, Gerard De Visuie construiu num estilo neo-gótico, uma residência das mais belas que se encontrava nos arredores de Sintra (provavelmente inspirado no Palácio de Seteais, que acabou de ser construído em 1787).

Em 1794 alugou-a a William de Beckford, possuidor de uma imensa fortuna, valorizou o parque e jardins com numerosos motivos decorativos como cascatas.

Em 1856  Francis Cook (negociante de tecidos londrino) que viria a ser o primeiro Visconde de Monserrate, compra a propriedade e faz-lhe grandes alterações quer arquitetónicas quer botânicas. Reconstrói (1863-65), o que passa a ser o mais importante Palácio do Romantismo, pós palácio de Pena com um marcado cariz orientalizante e que teve um papel decisivo na implantação de um certo 'gosto oriental'  que irá depois difundir-se na capital.

Cria o magnifico jardim botânico em parceria com um pintor paisagista, um botânico e um mestre jardineiro, fazendo chegar espécies arbóreas e herbáceas de todo o Mundo, conjugando-as sempre com as espécies espontâneas de Portugal, (sobreiros, carvalhos, medronheiros, azevinhos, entre outros), contabilizando-se assim mais de 2500 espécies.

As excelentes condições ambientais tornaram possível aclimatar muitas espécies exóticas de elevado interesse botânico.

 

Estrada Velha de Colares

 

Foi construída há 234 anos (1778), no tempo em que era primeiro-ministro o grande Sebastião José de Carvalho e Melo, que foi Conde de Oeiras e Marquês de Pombal.

Partia de Sintra e passando por Seteais, Monserrate e Eugaria, chegava, apenas, ao Banzão.

Já existia em todo o percurso um caminho praticável. Mas o frequente uso principalmente no Inverno, pela dificuldade que se encontrava no Caminho da Ponte Redonda, justificou o investimento de quatro Contos de Réis na abertura de uma boa estrada pelo Caminho da Serra.

Entre a data do requerimento da obra e a deliberação camarária mediaram apenas... 6 dias.

Mais á frente do lado esq. Vamos encontrar um pitoresco chafariz, obra de Francis Cook.

 

Palácio de Seteais

No ano de 1787, período Pombalino, o cônsul da Holanda em Portugal Daniel Gildemeester, terminou a construção de um Palácio, num terreno que adquirira em Seteais. Para a sua construção foram empregues os lucros do seu negócio de diamantes.

O edifício do estilo clássico, foi concebido pelo arquitecto José da Costa e Silva.  Seteais foi adquirido no fim do sec. XVIII, pelo quinto Marquês de Marialva, (D. Diogo Menezes Noronha) que acrescentou outro corpo ao edifício já construído por Gildemeester.

Para comemorar a visita à propriedade do Príncipe Regente D. João VI em 1802 o Marquês ligou-os com um arco do Triunfo. Na sua decoração incluiu trofeus bélicos e envolveu um medalhão com bustos do príncipe D. João e de Carlota Joaquina.

Em 1946, o Estado comprou o Palácio ao segundo Conde - José Rodrigues. Atualmente e apesar da sua adaptação a hotel de luxo, Seteais preserva na íntegra a sua estrutura arquitetónica original.

O nome Seteais provavelmente terá a sua origem no eco, pois quando se gritava “ai” era repetido sete vezes.

 

QUINTA DA REGALEIRA

Palacete da Regaleira, ou do Monteiro dos Milhões, (do nome do seu proprietário, o capitalista Carvalho Monteiro)  assim chamado por ter feito fortuna no Brasil.

A sua construção acabou em 1910 ao sabor do ideário romântico, este fascinante conjunto de construções, nascendo abruptamente no meio da floresta luxuriante, é o resultado da concretização dos sonhos mítico – mágicos do seu proprietário, aliados ao talento do arquitecto-cenógrafo italiano Luigi Manini (1848-1936)

 

QUINTA DO RELÓGIO - (frente à Regaleira)

Assim chamada por em tempos ali existir uma torre com muitos campanários.

O «neomourisco» explanou-se principalmente na quinta do Relógio, edificada pelo capitalista Pinto da Fonseca (o Monte Cristo, que se dedicava ao comércio de escravos, proporcionando-lhe uma fortuna fabulosa), e concebida pelo arquiteto António Tomás da Fonseca (cerca de 1865, quando Francis Cook terminou o Palácio de Monserrate).     

Conhecedor da origem da fortuna de Monte Cristo, D. Pedro V, quando convidado para visitar a sua propriedade, recusou-se a entrar.

Detentora de um parque luxuriante com vegetação magnifica: desde as araucárias ás magnólias, passando pelas aveleiras, sobreiros, cameleiras e os fetos arbóreos.

O passar do tempo apaga da memória de muitos o triste ofício do rico homem e, em 1886, D. Carlos de Bragança e D. Maria Amélia vieram aqui passar a sua lua de mel, tornando-se a Rainha D. Amélia numa verdadeira apaixonada por Sintra, chegando mesmo a afirmar: ' mais vale a sobreira dos fetos  do que Cascais e Estoris, todo junto '. O que lhe valeu por parte de alguns cascaenses o epíteto de 'cabra da montanha'.

 

HOTEL LAWRENCE`S

O mais antigo Hotel da Península Ibérica e dos mais antigos da Europa, inaugurado por volta de 1780, conheceu a sua fama a partir de 1809, após a estadia de Lorde Byron. Muitas foram as figuras importantes do nosso meio intelectual do sec. XIX, que se alojaram nesta casa. São exemplo disso, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco, Bulhão Pato, Ramalho Ortigão e Eça de Queiroz.

Em meados do sec. XX deu-se a transformação do 1º andar do edifício em pastelaria para a coinfecção dos pastéis da Pena, que eram exatamente iguais aos de feijão de Torres Vedras. Nesta altura já parte do hotel não era pertença da família Lawrence.

Os anos passaram e tanto o Hotel como a pastelaria fecharam durante muito tempo. Voltou a abrir como 'Estalagem dos Cavaleiros' mas o projeto era pobre  e tornou a fechar. Só recentemente surgiu um investimento onde o velho Lawrence`s, encontrou as minuciosas obras de restauro que o fizeram renascer.

A CACHE

Deste local é possivel ter uma boa vista para o vale de Galamares, onde se supõe que outrora chegavam as marés e que a fauna fosse um pouco diferente do que podemos observar hoje. 

Na cache SGM PT #5 - Rio das Maçãs, podemos ainda observar um exemplar da fauna desses tempos.


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Additional Hints (Decrypt)

Frthve hz crdhrab gevyub qvfpergb
Sbyybj n fznyy genvy qvfperrg

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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Last Updated: on 10/11/2017 8:27:16 AM Pacific Daylight Time (3:27 PM GMT)
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