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Bitaro: Esta geocache foi arquivada por falta de uma resposta atempada e/ou adequada perante uma situação de falta de manutenção.
Relembro a secção das Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches:

O dono da geocache é responsável por visitas à localização física.

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Se no local existe algum recipiente por favor recolha-o a fim de evitar que se torne lixo (geolitter).

Uma vez que se trata de um caso de falta de manutenção a sua geocache não poderá ser desarquivada. Caso submeta uma nova será tido em conta este arquivamento por falta de manutenção.

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Bitaro
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WELCOME TO ALFAMA - ARCO DE JESUS

A cache by Team Ribeiro & Aristogatas Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 4/8/2013
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size: micro (micro)

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Geocache Description:

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In Lisbon travel in time. And we continue to travel even when we leave the city. The Tagus is there and stood there will be until the day of Judgement. And until then because it certainly will end the world, but the world does not end ... The wind that smooths the Tagus curls or you're older than Noah The waters of this river, not only the most beautiful village of the Poet, went up to heaven, he fell and continue to fall, to rise ... going up and down.

The river will continue hugging Lisbon scenario arrivals and departures bathed in blood and tears, always and forever until the always esfumasse. Under the city we know lie seven and seven other cities. About altars Celts, Romans built theaters.

On the foundations of Roman theaters, temples Christians. And before the Romans were in this safe haven, Phoenicians, Carthaginians and Greeks. After the Romans, Visigoths and later peoples of North Africa, who crossed the Gilbaltrar in the name of Allah and Mohammed, your greatest Prophet. Not everything depends on the work of archaeologists to attest, in Lisbon, the inconstancy of empires and their conquests. Lasting as last winks are the work of time.

One of the twelve gates of the fort, built by the Moors survives maybe whim of Cronus, the god insomniac and voracious. Renamed Arc de Jesus, the port of Santarém Street Pier, next to the number 66, gives access to the Rua de São João da Praça, since when the city rises. The Arc supports the old palace of the counts of which was Cauculim. The façade still bears the coat of arms of the family. This living document of the Arab presence moved the Portuguese artist Alfredo Roque Gameira (1864-1935), who arrived from his tiny village to ten years and fell instantly in love with Lisbon.

. All honor to this port, this arc now a National Monument. Through it passed the cavalry Moorish glowing colors and jewels. Centuries later, the Crusaders, in shining armor, incorporated into the army of D. Afonso Henriquess. Resumption of the Moors in 1147, Lisbon returns to live under the sign of the cross. Door, doorway or arch, another chapter of history begins to be written and overcome. Above the door brine today.

It has been called the Sea Port, Postigo Gil Eanes da Silva, the Conde de Linhares Postigo. In 1588, Arch of Jesus, by sporting a panel with the image he D'boy, who stayed there for a few decades. The Arc interrupts the line of buildings Field of Onions and materializes the presence of the ancient walls that stood on the edge of the harbor. The meaning of one of the most beloved neighborhoods of Lisbon, Alfama, where fado houses up between the tiles melancholy rotten, is precisely this: the edge of the harbor.

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Em Lisboa viajamos no tempo. E continuamos a viajar mesmo quando deixamos a cidade. O Tejo que ali está e ali esteve, ali estará até o dia do Juízo Final. E até depois dele porque certamente acabaremos para o mundo, mas o mundo não se acabará... O vento que alisa o Tejo ou lhe encrespa é mais velho que Noé.

As águas desse rio, só não mais bonito que o da aldeia do Poeta, subiram aos céus, dele desceram e continuarão a descer, a subir... a subir e a descer. O rio que abraça Lisboa continuará cenário de chegadas e partidas banhadas em sangue e lágrimas, desde sempre e para sempre até que o sempre se esfumasse. Sob a cidade que conhecemos jazem sete e mais sete cidades. Sobre altares celtas, romanos construíram teatros. Sobre os alicerces dos teatros romanos, templos cristãos.

E antes dos romanos estiveram, neste porto seguro, fenícios, cartagineses e gregos. Depois dos romanos, visigodos e, mais tarde, povos do norte da África, que atravessaram o Gilbaltrar em nome de Alá e Maomé, seu maior Profeta. Nem tudo depende do trabalho de arqueólogos para atestar, em Lisboa, a inconstância dos impérios e suas conquistas. Durem quanto durarem são piscadelas do trabalho do Tempo.

Uma das doze portas da fortificação, erguida pelos mouros sobrevive talvez por capricho de Cronus, deus insone e voraz. Rebatizada de Arco de Jesus, a porta da Rua do Cais de Santarém, ao lado do número 66, dá acesso à Rua de São João da Praça, já quando a cidade se eleva. O Arco ampara o velho palácio que foi dos condes de Cauculim.

A fachada ainda ostenta o brasão de armas da família. Esse documento vivo da presença árabe emocionou o artista português Alfredo Roque Gameira (1864-1935), que chegou de sua pequenina aldeia aos dez anos e caiu, imediato, de amores por Lisboa. . Todas as honras a essa porta, a esse arco hoje Monumento Nacional. Por ela, passou a cavalaria moura brilhando em cores e pedrarias. Séculos depois, os Cruzados, em armaduras reluzentes, incorporados ao exército de D. Afonso Henriquess. Retomada dos mouros, em 1147, Lisboa volta a viver sob o signo da cruz . Porta, arco ou umbral, outro capítulo da História começa a ser escrito e superado.

Acima, a porta moura hoje. Já foi chamado de Porta do Mar, Postigo Gil Eanes da Silva, Postigo do Conde de Linhares. Em 1588, Arco de Jesus, por ostentar um painel com a imagem D'ele menino, que lá ficou por poucas décadas. O Arco interrompe a linha de edifícios do Campo da Cebolas e materializa a presença das antigas muralhas que ficavam à beira do porto. O significado de um dos bairros mais amados de Lisboa, Alfama, onde o fado abriga-se entre a melancólica azulejaria carcomida, é justamente esse: à beira do porto.

Additional Hints (Decrypt)

jvaqbj

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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