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Chafariz do Botequim

A cache by Team Ribeiro Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 11/24/2013
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:

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Além de referências dispersas à ocupação humana em “terras de Charneca”, de um modo geral relacionadas com as situações de pastoreio e caça grossa nos prados e nos matos que constituíam a principal cobertura vegetal do território, e à incursão dos visigodos, romanos e árabes na procura do ouro lá para os lados da Lagoa, onde depois laboraram as minas da Adiça, a referência documental mais segura diz respeito ao Convento de Nossa Senhora da Rosa.

Este convento que teve inicialmente a designação de Convento da Cela-Velha foi fundado em 1410 por Mendo Gomes de Seabra em terrenos doados por D. João I para que nele fundasse um convento que albergaria eremitas religiosos de São Paulo. Toma posteriormente o nome de Convento de Nossa Senhora da Rosa devido a uma santa imagem que terá chegado intacta às imediações do convento, vinda desde o mar pelo esteiro acima num dia de forte tempestade.3

Cerca de 1559 os padres da Companhia de Jesus do Colégio de Santo Antão, de Lisboa, adquirem a D. Margarida Landim de Maia, viúva de Pedro Barriga que fora guarda-mor da Casa da Moeda, terras de mato num local designado “Pico do Cardo”, no limite da freguesia de Caparica, terrenos que foram ampliados pela doação de Afonso Botelho. Aí constroem uma casa ampla que juntamente com alguns casebres já existentes vão utilizar como lugar de repouso e de convalescença para os padres professores do Colégio de Santo Antão.

Decorre o ano de 1570. Para evitar os perigos da peste que grassa em Lisboa para esta Quinta, mais tarde designada Quinta de Vale do Rosal, vem o Padre Inácio de Azevedo (actualmente beatificado pela Igreja Católica) com um esquadrão de noviços fazerem a sua preparação física e espiritual para seguirem os caminhos da evangelização do Brasil. Após cinco meses de estadia nesta Quinta partem para o Brasil, mas quando chegam às imediações das Ilhas Canárias são atacados por corsários calvinistas e martirizados. Ficaram recordados para a posteridade como os “Quarenta Mártires do Brasil”.4

A partir do ano de 1570 de tantos sucessos, ou até um pouco antes, a partir de finais de 1569, Fernão Mendes Pinto terá vindo passar longos períodos de tempo na Quinta de Vale de Rosal, na Charneca de Caparica, isolando-se das suas muitas actividades que desempenhava em Almada, onde escreve de memória a sua obra máxima “Peregrinação”.5

No último quartel de século XVIII muitos nobres e senhores endinheirados deixam Lisboa devido às epidemias e pestes agravadas pelas consequências do Terramoto de 1755, procurando ares lavados e puros para construírem as suas quintas. Muitas dessas quintas são construídas em terras da Charneca. Quinta de Monserrate, Quinta da Regateira e Quinta de Cima entre outras.

Os Cabazeiros

Foi por certo para fugir à dureza do trabalho dos campos que alguém com mais imaginação e destreza manual se lançou na arte de fazer entrançados cabazes de canas, que as havia muitas nos imensos canaviais da Charneca.

Este trabalho de artesão que se realiza no seio de um número reduzido de famílias charnequenses – a dos “Rego”, a dos “Talego” e poucas mais – ganha dimensão significativa e importância no rendimento familiar quando os cabazes começam a ser vendidos para Lisboa, para os laboratórios da indústria farmacêutica que os utilizam como embalagem dos medicamentos para exportação.

Cabazeiros da Charneca No Botequim: o Carlos do Rego e o João do Rego Na Quinta da Bica: o Joaquim do Rego Em Palhais: o Rui do Rego, o José Filipe Talego e o Fernando Talego No Casal: o António do Rego e o João Talego

Fazem-se cabazes de asas torcidas e de variados formatos, cabazes propriamente ditos e canoas de diversos tamanhos. Os maiores são mandados para Lisboa e os cabazes mais pequenos utilizados para acondicionarem amoras, medronhos, figos e cachos de uva que são vendidos porta-a-porta ou nos mercados da Costa de Caparica, Cova da Piedade e de Cacilhas.

O fabrico de cabazes tem à época tamanha importância local que a empresa “Camionetes Piedense” que servia transportes públicos à população da Charneca com ligação a Cacilhas resolve colocar depois de 1953 neste percurso o carro 29, uma Berliet carroçada em França e que dispõe de uma ampla bagageira no tejadilho adequada ao transporte dos referidos cabazes com destino a Lisboa, via Cacilhas.

CACHE:

Nas coordenadas publicadas procure o nome C.M.A. e as datas ali inscritas ?

- 1836 - As coordenadas finais são N 38° 38.139 W 009° 12.155

- 1932 - As coordenadas finais são N 38° 38.200 W 009° 12.168

- 1998 - As coordenadas finais são N 38° 38.139 W 009° 12.180

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In the published coordinates search for the name C.M.A. and dates listed here?

- 1836 - The final coordinates are N 38° 38.139 W 009° 12.155

- 1932 - The final coordinates are N 38° 38.200 W 009° 12.168

- 1998 - The final coordinates are N 38° 38.139 W 009° 12.180

Additional Hints (Decrypt)

ubyr

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)