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AZGT Gruta da Beira-Cavidade Vulcânica [São Jorge]

A cache by teamjorgenses Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 04/27/2014
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:


PERGUNTAS/ QUESTIONS


1) No GZ o que encontra? Este aspeto geomorfológico resulta de que processo?
2) A forma característica do GZ resulta de quê?
3) Qual a orientação do tubo lávico extrapolando uma linha ligada da entrada ao seu término?
4) para entrar na gruta o que atravessa

1) which exists in GZ? This geomorphological aspect results from which process?
2) The characteristic shape of the GZ results from what?
3) What is the orientation of the lava tube extrapolating a linked line of input to a close?
4) To enter in the Gruta da Beira, what do you cross

GRUTA DA BEIRA/ BEIRA CAVE


A Gruta da Beira, o maior túnel lávico da ilha, com cerca de 200 m de comprimento, uma altura máxima de 15 m e 10 m de largura máxima. A entrada desta cavidade faz-se através de um skylight, o chão está coberto por aluvião e terras que são arrastadas pelas chuvas e que colmatam a gruta para jusante, impedindo a sua exploração. A montante, a gruta também está obstruída devido ao colapso de pedras e de terra do tecto.

The Beira Cave, the largest lava tunnel of the island, about 200 m in length, a maximum height of 15 m and 10 m at its widest point. The entrance of this cavity is through a skylight, the floor is covered by alluvium and land are washed away by rain and clog the cave downstream, preventing their exploitation. Upstream, the cave is also blocked due to the collapse of stones and earth roof.




Translation

Gruta da Beira - Cavidade Vulcânica [Beira]

CAVIDADES VULCÂNICAS

As cavidades vulcânicas, não sendo fenómenos geológicos muito comuns, encontram-se em locais do globo onde o magma ascende à superfície, como por exemplo nos Açores, Canárias, Islândia, Itália, Estados Unidos, Japão, Quénia e Coreia.

O arquipélago dos Açores, dada a sua natureza vulcânica e a presença de escoadas lávicas basálticas, apresenta um diversificado património espeleológico.

Podem considerar-se dois tipos principais de cavidades vulcânicas: as grutas ou tubos lávicos e os algares vulcânicos.

Os tubos lávicos resultam do arrefecimento das zonas da escoada lávica em contacto com o ar e as formações envolventes (laterais e em profundidade), formando-se uma crosta mais ou menos endurecida, debaixo da qual continua a escorrer lava ainda quente e fluida. Posteriormente, devido a uma diminuição nas emissões a partir da boca eruptiva, há um abaixamento do nível de lava no interior do tubo, com a formação de um vazio sob a crosta superficial já solidificada. Quando a erupção vulcânica termina, fica formada a gruta ou tubo lávico, podendo, mais tarde, ocorrer abatimentos do tecto, com a formação de skylights ou clarabóias. Com o decorrer do tempo ocorre, ainda, a colonização dos campos lávicos por plantas, em especial junto às aberturas da gruta.

ESQUEMA GERAL DA FORMAÇÃO DOS TUBOS LÁVICOS

Os algares vulcânicos são, na sua maioria, antigas condutas ou chaminés vulcânicas, mais ou menos verticais, que se esvaziaram na sequência do aparecimento de uma nova boca eruptiva, a cota mais baixa, ou da diminuição nas emissões a partir de profundidade, originando uma drenagem lateral e/ou em profundidade do magma e o esvaziamento parcial das condutas de alimentação do vulcão. No final da erupção, com o arrefecimento e solidificação das condutas, podem ocorrer colapsos das paredes do algar, com incremento das suas dimensões e formação de depósitos de gravidade (e.g. derrocadas) no chão do algar. À semelhança dos tubos lávicos, é frequente a colonização por plantas da abertura do algar e das escoadas lávicas recentes associadas.

SÃO JORGE

Estão inventariadas 19 cavidades vulcânicas na ilha de São Jorge, sendo 10 grutas ou túneis lávicos, 5 algares associados a chaminés de aparelhos vulcânicos monogenéticos e 4 grutas litorais, de erosão.

De entre aquelas cavidades vulcânicas são de destacar:

  • O Algar do Morro Pelado (também designado por Algar do Montoso ou do Matoso) foi explorado pela primeira vez pela Sociedade de Exploração Espeleológica “Os Montanheiros”, da ilha Terceira, em 1972 e está situado no cone de escórias do Morro Pelado, freguesia das Manadas. Com aproximadamente 140 m de profundidade, é o algar vulcânico mais profundo dos Açores, sendo caracterizado por duas aberturas, uma das quais usada na descida vertical. Esta cavidade vulcânica apresenta duas salas sobrepostas: uma superior, que constitui um primeiro terraço, com vegetação luxuriante em torno da abertura e outra, inferior, sob a forma de uma sala de grandes dimensões, com 150 m de comprimento, 70 m de largura e uma altura da ordem de 50 m. No chão destas salas existem blocos rochosos por vezes de dimensões métricas, resultantes do desabamento das paredes do algar;
  • O Algar das Bocas do Fogo, na freguesia de Santo Amaro, também chamado de Bocas de Santo Amaro, corresponde a um algar vulcânico com cerca de 120 m de profundidade. Este algar possui três aberturas, duas das quais utilizadas para descida na vertical, que comunicam com uma ampla sala, com dimensões de 55 m x 30 m e altura de 50 m. Para além das suas dimensões merece referência a presença de depósitos de gesso nas paredes do algar;




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