Skip to Content

This cache has been archived.

t_gomes_23: Cache vandalizada e vou arquivar

More
<

Caminhada na Fauna e Flora #6 - Quercus suber

A cache by t_gomes_23 Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 01/31/2015
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
2 out of 5

Size: Size: small (small)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:







Esta cache faz parte de uma série de onze, sendo esta a sexta num percurso pelo campo com o nome de “Caminhada na Fauna e Flora”, criada para proporcionar aos geocachers um agradável passeio pelos recantos de Santiago do Escoural e dar a conhecer algumas espécies assim como lugares de interesse. Este percurso têm cerca de 7 a 8 quilómetros, podendo ser feito em modo caminhada ou em versão BTT e é composto por oito caches Tradicionais, duas Multis e uma Mistério que será a Bónus. Em cada cache irá aparecer na listing um tema que contêm alguma informação com o intuito de quem irá fazer o percurso possa aprender mais alguma coisa. Os seis temas são: Mamíferos, Aves, Arvoes, Plantas, Locais de interesse, a história de Santiago do Escoural e a cache mistério têm uma surpresa.


TEMA:

Sobreiro O sobreiro (Quercus suber) é uma árvore da família do carvalho, cultivada no sul da Europa e a partir da qual se extrai a cortiça. O sobreiro é juntamente com o Pinheiro-bravo, uma das espécies de árvores mais predominante em Portugal, sendo mais comum no Alentejo litoral e serras Algarvias. É devido à cortiça que o sobreiro tem sido cultivado desde tempos remotos. A extração da cortiça não é prejudicial à árvore, uma vez que esta volta a produzir nova camada de "casca" com idêntica espessura a cada 9 anos, período após o qual é submetida a novo descortiçamento. Recentemente, têm-se desenvolvido processos mais mecanizados e seguros para se proceder a esta operação, como o caso da máquina que corta a cortiça, evitando lesões prejudiciais à vida do sobreiro e que facilita o trabalho dos tiradores.

Carvalho O carvalho-português tem folhas marcescentes. Assim como os demais carvalhos produz a bolota ou landra como fruto, que é usada como alimento por vários animais, como o javali que muitas vezes as enterram e se esquecem, acabando por ser plantadores naturais da espécie, responsáveis em grande parte pela sua disseminação, onde se destaca o gaio, os humanos usavam-na na alimentação e ainda se faz pão, licores entre outras receitas. Existem três subespécies de Quercus faginea.

Azinheira As azinheiras (Quercus ilex) são árvores que chegam a medir até 10 metros de altura e pertencem à família das fagáceas. Possuem folhas discolores, ligeiramente espinhosas nos espécimes adultos, flores masculinas em amentos, as femininas em panículas e frutos ovoides, revestidos, em parte, por escamas. Nativas da região Mediterrânica da Europa e Norte da África, a sua madeira é dura e resistente à putrefação, sendo largamente utilizada, desde a antiguidade até os dias atuais, na construção de habitações (vigas e pilares), embarcações, barris para envelhecimento de vinhos e na fabricação de ferramentas. Ainda hoje, a sua madeira é utilizada como lenha e na fabricação de carvão, que continua sendo uma importante fonte de combustível doméstico em muitas regiões Ibéricas.

Freixo O freixo (Fraxinus angustifolia) é uma árvore da família das Oleáceas, a mesma família a que pertence a oliveira. É uma árvore de solos frescos e profundos, de porte médio, que pode atingir cerca de 25 metros de altura. A casca tem sulcos profundos, verticais e é castanha escura acinzentada. As folhas são verdes. As flores que não têm cálice nem corola são em cachos, pendentes e surgem antes do aparecimento das folhas.

Oliveira A oliveira é uma árvore da família oleáceas. Tem pouca altura e tronco retorcido, sendo nativas da parte oriental do Mar Mediterrâneo, bem como do norte do atual Irã no extremo sul do Mar Cáspio. De seus frutos, as azeitonas, os homens no final do período neolítico aprenderam a extrair o azeite. Este óleo era empregado como unguento, combustível ou na alimentação e por todas estas utilidades tornou-se uma árvore venerada por diversos povos.

Eucalipto Eucalipto é a designação vulgar das várias espécies vegetais do género Eucalyptus, ainda que o nome se aplique a outros géneros de mirtáceas, nomeadamente dos géneros Corymbia e Angophora. São, em termos gerais árvores e em alguns raros casos arbustos, nativas da Oceânia onde constituem de longe o género dominante da flora. O género inclui mais de 700 espécies, quase todas originárias da Austrália, existindo apenas um pequeno número de espécies próprias dos territórios vizinhos da Nova Guiné e Indonésia e mais uma espécie no sul das Filipinas. Adaptados a praticamente todas as condições climáticas, os eucaliptos caracterizam a paisagem da Oceânia de uma forma que não é comparável a qualquer outra espécie noutro continente.




A cache é de tamanho regular, apenas contêm Logbook e lembranças o que será necessário levar material de escrita e boa disposição para se espalhar pelos trilhos. Atenção que este container, tal como todos têm um número que deverá ser retirado para se poder ter acesso a cache Mistério que é a Bónus. Pede-se que deixem as caches bem escondidas e em boas condições, que respeitem o espaço e acima de tudo que se divirtam!

Para se chegar a cache final é preciso de responder a algumas questões e resolver os cálculos. Coordenada final: N38º 32.8(Y)(K+2) W008º 08.8(Yx2)(K-4) K = Nº de chaminés no Monte da Ameira Y = Nº de Oliveiras em frente ao Monte da Ameira Para alguma dúvida ou questão, basta entrar em contacto por 964124604 ou então telmo.gomes@outlook.com

Additional Hints (Decrypt)

QNATRE... znf frz crevtb!

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



Return to the Top of the Page

Reviewer notes

Use this space to describe your geocache location, container, and how it's hidden to your reviewer. If you've made changes, tell the reviewer what changes you made. The more they know, the easier it is for them to publish your geocache. This note will not be visible to the public when your geocache is published.