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AZGT-Costado da Nau-Uma arriba diferente-EC68PM

Hidden : 12/12/2015
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size: other (other)

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Geocache Description:


Costado da Nau - Uma arriba diferente

Português

A Ilha do Faial



Foto: D. R. Ambiente

De forma aproximada de um pentágono irregular, com 21 km de comprimento no sentido leste-oeste e uma largura máxima de 14 km, a que corresponde uma área de 172,43 km2.

O Cabeço Gordo, com 1043m, é a maior altitude da ilha.



A geomorfologia da ilha


A ilha emergiu de uma fractura tectónica de orientação ONO-ESE,a mesma que deu origem à Ilha do Pico, denominada Fratura Faial - Pico.


Constituída integralmente por materiais vulcânicos, a ilha do Faial estrutura-se em torno de um grande vulcão central, em cujo centro se situa uma profunda caldeira, com relevos muito jovens, pouco trabalhados pela erosão e pelo tectonismo.

No topo do Maciço da Caldeira, abre-se uma grande cratera de abatimento, a Caldeira, quase perfeitamente circular e com cerca de 2.000 m de diâmetro no seu bordo interior. No fundo da Caldeira, a cerca de 570m acima do nível médio do mar e mais de 400m abaixo da cumeeira.



O Vulcão dos capelinhos e o Costado da Nau



"Na madrugada do dia 27 de Setembro de 1957, com a terra balançando continuadamente, os "vigias da baleia" do Costado da Nau, a escassos metros acima do Farol dos Capelinhos, notaram o oceano revolto a meia milha da costa, para os lados de oeste. Assustados, desceram ao farol, alertaram os faroleiros e os seus companheiros de baleação no porto do Comprido.
Não era baleia, nem cachalote nem outro bicho qualquer – o mar entrava em ebulição e havia cheiros fétidos!"
É assim que descreve o início do vulcão dos Capelinhos, o vulcanólogo açoriano, Vitor Hugo Forjaz.



O vulcão dos Capelinhos, formado em 1957/58, é o mais recente e mais ocidental dos vulcões monogenéticos que integram a Península do Capelo, uma região de vulcanismo fissural basáltico s.l. de idade holocénica que se desenvolve no extremo Oeste da Ilha do Faial.



A erupção dos Capelinhos iniciou-se a 27 de Setembro de 1957, a cerca de 1 km ao largo da ilha do Faial e a baixa profundidade (20 a 60 m) A actividade deste vulcão terminou no dia 24 de Outubro de 1958, ao fim de quase 13 meses.
É constituído por um cone de tufos surtseiano e um cone de escórias, que reflectem a evolução do vulcanismo basáltico que o originou, passando de uma actividade hidromagmática, a uma actividade predominantemente estromboliana. A alteração das características da erupção, de submarina para terrestre, deveu-se ao isolamento dos centros eruptivos do mar.



O cone principal resultante atingiu uma altura máxima de 160 m, o volume de material emitido foi da ordem dos 174 milhões de m3 e houve um aumento de 2,4 km2 na área da ilha do Faial, da qual restam actualmente apenas 0,6 km2 devido à intensa erosão (essencialmente marinha) de que é alvo.


Foto: Ferreira, O. Veiga


Até 1957 a linha de costa mais ocidental do Faial era o Costado da Nau, mas o Vulcão dos Capelinhos, fez surgir o “pedaço” de terra mais jovem de Portugal que originou uma nova ilha que depois se uniu ao Faial. O extremo oeste da ilha passou a então ser constituído pelas novas estruturas construídas pelo vulcão dos Capelinhos



Um local a visitar não só pela impressionante paisagem que proporciona como pela importância cultural e cientifica do Centro de Interpretação ali edificado.




O que é uma Arriba (ou Falésia)?

Forma particular de vertente costeira, com declive forte (15º a 90º).
As arribas são talhadas pela acção conjunta de agentes morfogenéticos marinhos, sub-aéreos e/ou biológicos, podendo verificar-se franca dominância de um destes agentes.

As arribas podem ter altura (comando) muito variável, desde poucos metros a várias centenas de metros.

A parte superior da arriba, em que se verifica ruptura de pendor de ordem maior que corresponde à transição da face da arriba para a zona superior, designa-se por crista da arriba.

Na base da arriba define-se, com frequência, uma zona de escavamento provocado pela actuação da onda, que se designa por sapa, e que pode ser mais ou menos pronunciada.

É a progressiva evolução desta sapa que tira sustentação à parte sobrejacente da arriba, acabando esta por cair, o que tem como consequência que toda a face da arriba acabe por evoluir e recuar na direcção ao continente.

A face da arriba não é mais do que a superfície dominante da arriba, definida pela intersecção entre a parte externa das formações geológicas em erosão e a atmosfera (ou a água marinha).


Tipos de Arriba


Ativa
Arriba marinha em que as ondas continuam activamente o processo de modelação.

Quando os processos marinhos deixam de actuar a base da arriba, o perfil desta modifica-se. Os materiais provenientes dos processos sub-aéreos sobre a arriba deixam de ser evacuados pela agitação marítima e acumulam-se junto à base, constituindo um talude. A arriba marinha atinge, então, o estado de arriba inativa.


Inativa
Arriba marinha que foi subtraída à acção do mar, devido a variação do nível médio do mar ou a acumulação de sedimentos.


Se a arriba continua durante muito tempo a não ser actuada pelos processos marinhos, os processos sub-aéreos vão erodindo a sua parte superior e depositando os materiais junto à base, onde se constitui um depósito de sopé. O perfil da arriba adquire forma sigmoidal, atingindo o estado de arriba fóssil.


Fóssil
Uma arriba fóssil é uma arriba antiga em que os processos morfogenéticos dominantes deixaram de ser os marinhos, passando a ser os subaéreos, pelo que o perfil passou a ter aspecto marcadamente sigmoidal, adoçado no topo (devido à actuação dos processos continentais) e na base (devido à acumulação dos materiais provenientes da erosão do perfil e que deixaram de ser transportados pelas ondas).



Sobre esta EarthCache

Nas coordenadas indicadas como ponto de observação (OBS: N 38° 35.821 W 028° 49.574) e na direção do GZ desta EarthCache consegue observar a arriba Costado da Nau.

Para efetuar o log, deverá enviar enviar uma mensagem através do meu perfil de geocaching (carregue aqui) com as respostas às seguintes questões:

  1. Descreva, por suas palavras, o que é uma arriba;
  2. Que tipo de arriba é o Costado da Nau?
  3. Estime o seu comando;
  4. Classifique as rochas existentes no ponto de observação (OBS) quanto ao tipo, cor, tamanho e porosidade;

Avisos relativos ao local:
- As coordenadas do GZ referem-se às coordenadas do fenómeno geológico. Não deve tentar chegar a estas coordenadas. As respostas devem ser obtidas no ponto de observação (OBS: N 38° 35.821 W 028° 49.574) fornecido.

Convido-o/a a tirar uma foto sua, ou do seu GPS, com o Costado da Nau ao fundo e a partilha-la, juntamente com o seu log, com a comunidade de geocaching.



Costado da Nau - A different cliff

English

Available Soon...


Additional Hints (Decrypt)

Qrfsehgr qn fvathynevqnqr qb ybpny...

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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