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CT’CREDUS 4/10 | SANTUÁRIO NOSSA SENHORA DA LAPA

A cache by KER_CACHE'Team Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 11/27/2016
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size: small (small)

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Geocache Description:


Enquadramento:

«CALIPO-TOUR 2: CREDUS»

Esta é gente que crê. Gente valente. Gente de Fé. Abençoados pela Padroeira, orgulhosos da “Sua” Rainha de Portugal, “Donos” de um vasto e riquíssimo património arquitetónico e religioso.

Bem-vindo a Vila Viçosa!

Esta Cache está englobada num conjunto de 10 caches, destinadas a proporcionar aos amantes do Geocaching a descoberta e um interessante “passeio” pelo património da tradição Cristã da Calipole Alentejana. Convidamos-vos a visitar cada local, a apreciar cada particularidade arquitetónica e cada pormenor da história de cada um dos pontos de passagem deste passeio. Registe o momento e partilhe com a comunidade GeoCaching.


| SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA LAPA

No Campo da Restauração, comummente conhecido como Carrascal, ergue-se o Santuário de Nossa Senhora da Lapa, templo barroco de peregrinação construído entre 1756 e 1764, com permissão do arcebispo de Évora, D. Frei Miguel de Távora. Também nesta construção a utilização do mármore marca a diferença num dos mais representativos monumentos da arquitetura barroca da região.

Fundada a Irmandade de Nossa Senhora da Lapa em 1756, nesse mesmo ano se deu início à edificação da igreja, em terrenos doados para o efeito por Manuel Diogo da Silveira Meneses, no Carrascal. De acordo com os estudos de Túlio Espanca, a iniciativa da construção do templo e respectivos anexos, deveu-se a 3 padres missionários, um dos quais, Angelo de Sequeira, ofereceu a imagem de Nossa Senhora da Lapa, que se encontra no altar-mor. 

O traçado da igreja foi desenhado pelo arquitecto alentejano, José Francisco Abreu, cuja biografia permanece, ainda, pouco conhecida.

A edificação decorreu entre 1756 e 1764, ano em que se deverá ter celebrado a procissão solene de sagração, mas houve que esperar cerca de 15 anos mais para que se concluíssem as campanhas decorativas do interior. 

No panorama arquitectónico de Setecentos, esta igreja constituiu um importante testemunho da arquitectura barroca em terras alentejanas, que soube respeitar as características do local. Ao contrário do que acontecia no Norte do país, onde os santuários de peregrinação eram antecedidos por vastos escadórios, aqui optou-se por um largo adro, onde os peregrinos se reuniam e onde decorriam feiras, situação mais coincidente com a tradição local.

A fachada é ladeada por duas torres sineiras, ligeiramente recuadas em relação ao corpo central, rematado por frontão triangular, sobre o qual se desenvolve uma platibanda, que imprime uma marca de horizontalidade. A decoração joanina, mas com uma elegância rococó, concentra-se na composição central formada pelo portal e pela janela superior. 

O interior, de planta em forma de cruz latina, aproxima-se dos modelos das denominadas "igreja-caixa". Na nave, coberta por abóbada de meio canhão, destaca-se o coro, com balaustrada de mármore, e o púlpito de mármore branco e negro, também desenhado pelo arquitecto José Francisco Abreu. O transepto, rectangular, separa-se da nave através de um arco de volta perfeita, que se repete na passagem para a capela-mor, este flanqueado por altares colaterais, igualmente em mármore, executados em data próxima de 1781.

Na capela-mor, bastante profunda, o retábulo neoclássico de mármores polícromos (vermelho, azul, e branco), foi executado pelo canteiro Gregório das Neves Leitão, cujo contrato com a Irmandade foi celebrado em 1759. As portas exibem lintéis com elementos decorativos rococó. 

In: http://www.cm-vilavicosa.pt/pt/site-visitar/oquevisitar/Paginas/Igrejas.aspx

& http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73285

In: http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73285

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| CRUZEIRO DE VILA VIÇOSA

O Cruzeiro de Vila Viçosa, classificado monumento nacional desde 1910, este monumento manuelino remonta às primeiras décadas do século XVI. Inicialmente colocado na cerca do Mosteiro de Santo Agostinho terá sido trasladado em meados do século XIX para o Campo do Carrascal, onde agora se encontra.

O Cruzeiro divide-se em duas partes abraçadas pela serpente, em alto-relevo, raríssima e estranha representação do Salvador crucificado. Uma figura que simboliza a redenção do pecado e a esperança da salvação.

Diante da igreja da Senhora da Lapa, no extremo ocidental do Campo da Restauração, ergue-se o cruzeiro de Vila Viçosa, também conhecido por Cruzeiro do Carrascal.

Sobre um singelo soco quadrangular ergue-se a base do cruzeiro, constituída por pedestal moldurado de grandes dimensões, suportando uma cruz latina em mármore, onde se enrola uma serpente alada.

Trata-se de uma obra quinhentista, datável da primeira metade do século XVI, que reflecte importantes aspectos da espiritualidade coeva, com ênfase para a esperança da Salvação através da Paixão de Cristo. De facto, e apesar da estranheza inicial que pode causar a presença da serpente no lugar de Cristo, esta figuração ilustra de forma clássica a prefiguração da morte de Jesus Cristo na cruz do Calvário, através do episódio do Antigo Testamento no qual Moisés fundiu uma serpente de bronze e a ergueu sobre uma estaca. Segundo as correspondências testamentárias, e de acordo com os Evangelhos, Cristo seria levantado na cruz da mesma forma que o fora a serpente, imagem dos pecados da Humanidade por ele redimidos. Assim se compreende ainda a representação de asas, significando a espiritualização da figura da serpe. Imagens semelhantes a esta, embora geralmente recorrendo à cruz em T e menos frequentemente à cruz latina, forneciam um elemento de meditação e igualmente de esperança, sendo usados como símbolo do Advento, o tempo de preparação para o Natal, ou para a chegada de Cristo. Funcionavam também como protecções, mantendo-se a crença no poder desta imagem contra as mordidas das serpentes. 
A cruz é originária da cerca do Mosteiro de Santo Agostinho, sendo possível que a alusão ao "carrascal", ou matagal de arbusto-carrasco, típico da zona, respeite justamente à vegetação dominante na localização original do monumento. Note-se, de resto, que o arbusto-carrasco é uma das várias plantas cujas folhas, com bordas denteadas e aguçadas, funcionam na tradição popular como imagem da coroa de espinhos de Cristo, remetendo novamente para o mistério da Paixão.

In: http://www.cm-vilavicosa.pt/pt/site-visitar/oquevisitar/Paginas/Igrejas.aspx

& http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73285

 

In: http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73285


 

Tome Nota:

  • Considere os atributos indicados. Podem ser uma boa ajuda;
  • Seja discreto e tenha atenção aos Muggle’s que possam eventualmente estar a observa-lo.  A manutenção desta cache para os próximos visitantes depende disso;
  • Preserve o Container, manuseando-o com cuidado e voltando a coloca-lo no exato sitio onde o encontrou;
  • Esta Cache não contem material de escrita. Deve levar material de escrita consigo;
  • Respeite o espaço e as regras do Geocaching não danificando o local, nem deixando qualquer tipo de resíduos/lixo;
  • Divirta-se!

Additional Hints (Decrypt)

Uá pnagbf r pnagbf ...

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

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