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As Jóias da Coroa / The Crown Jewels - TB Hotel

A cache by EquipeBV1312 Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 07/18/2019
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size:   regular (regular)

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Geocache Description:


As Jóias da Coroa Portuguesa são peças de joalharia, insígnias e paramentos usados pelos reis de Portugal durante a monarquia portuguesa. Ao longo dos nove séculos de história, as jóias da coroa portuguesa perderam e ganharam património. A maior parte do atual conjunto é dos reinados de D. João VI e D. Luís I.

História

No final do século XV Portugal reunia um rico tesouro de jóias resultado do reinado de D. Manuel I (1495-1521), um dos homens mais poderosos do mundo na época, conhecido pelo seu prazer na ostentação. Grande parte destas jóias perder-se-ia durante a tomada da coroa portuguesa pelos Habsburgos.

No início de 1581, resistindo à união ibérica, António de Portugal, Prior do Crato, neto de D. Manuel, que fora aclamado rei por parte da população, recolheu as jóias da Coroa Portuguesa antes de Filipe I ser feito o Rei de Portugal.

Procurando apoio para a sua causa, fugiu para a França levando consigo as jóias, incluindo muitos diamantes valiosos. Bem recebido pela rainha consorte Catarina de Médici, vendeu-lhe algumas das peças em troca de apoio da França nos planos para recuperar o trono e depor Filipe I.

Quando as forças luso-francesas foram vencidas nos Açores, em 1583, D. António partiu para o exílio e dedicou a vida a tentar recuperar o trono. Em Inglaterra pediu o auxílio da rainha Isabel I a quem terá entregue jóias como penhor, entre as quais o famoso "espelho de Portugal", descrito como um diamante quadrangular de cerca de 30 quilates, por várias tentativas de tomar Lisboa, como a da Contra armada inglesa de Julho de 1589.
Após várias tentativas falhadas, a pobreza levou-o a vender muitos dos diamantes restantes como o diamante Sancy. O último e melhor diamante, conhecido como diamante Sancy seria adquirido por Nicolas de Harlay, passando para Maximilien de Béthune vindo a ser incluído nas jóias da coroa francesa.

Durante a Guerra da Restauração, João II de Bragança vendeu muitas das jóias da Coroa portuguesa para financiar a guerra com Espanha. Quando se tornou rei de Portugal em 1640 e deposta a Casa de Habsburgo, colocou a sua coroa aos pés de uma estátua de Nossa Senhora da Imaculada Conceição declarando-a a "verdadeira

Rainha de Portugal". Desde então, os monarcas portugueses não têm uma coroação, mas sim uma aclamação. Antes da ascensão ao trono português pela Casa de Habsburgo, o rei de Portugal costumava ser ungido e coroado no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

Em 1755 o grande terramoto de Lisboa destruiu o Paço da Ribeira, residência real portuguesa. Com a destruição do palácio, inúmeras jóias da coroa portuguesa da época foram destruídas, perdidas ou roubadas.

Quando a sua corte esteve no Rio de Janeiro, D. João VI mandou fazer um novo conjunto de jóias da Coroa. Criadas pelo joalheiro real na oficina de António Gomes da Silva, o conjunto incluiu uma nova coroa e ceptro, entre uma infinidade de peças. As peças desta época são a maioria do atual conjunto de jóias da coroa portuguesa.

Quando Maria Pia de Sabóia se tornou rainha consorte de Portugal, o rei Luís I mandou fazer muitas novas jóias. Paralelamente, foi confecionado um novo manto real. Quando a Família Real portuguesa partiu para o exílio, muitas das jóias seguiram com a rainha Amélia de Orléans e a rainha mãe Maria Pia de Sabóia.

Em 2002 em Haia, durante uma exposição sobre jóias da coroa europeias para o qual tinham sido emprestadas, seis peças das jóias da coroa portuguesa foram roubadas: um diamante de 135 quilates, o castão de bengala do rei D. José I de ouro com 387 brilhantes, um anel com um brilhante de 37 quilates, uma gargantilha com 32 brilhantes e um par de alfinetes na forma de trevo.

Na sequência da investigação do museu e das autoridades holandesas, o governo holandês pagou o montante de seis milhões de euros ao governo português para reparação. As jóias não foram recuperadas.

Actualmente as Jóias da Coroa portuguesa são mantidas à guarda do estado português e não estão abertas ao público. São vistas apenas em eventos especiais.


Coroa de Portugal / Crown of Portugal

Ceptro do dragão, feito para a aclamação da rainha D. Maria II, simbolizando a Coroa de Portugal, a carta constitucional de 1826, e um dragão emblemático da Casa de Bragança / Dragon Scepter, Made for the Queen's Acclaim D. Maria II, symbolizing the Crown of Portugal, the constitutional charter of 1826, and an emblematic dragon of the House of Bragança

Diadema das estrelas, de diamantes, ouro feito para a rainha Maria Pia de Sabóia / Diadem of the stars, of diamonds, gold made for the queen Maria Pia of Savoy

Manto do rei D. Luís I também conhecido como Manto dos Reis Constitucionais / Mantle of King D. Louis I also known as Mantle of the Constitutional Kings

The Jewels of the Portuguese Crown are pieces of jewelery, insignia and vestments used by the kings of Portugal during the Portuguese monarchy. Throughout the nine centuries of history, the jewels of the Portuguese crown lost and gained patrimony. Most of the current set is from the reigns of D. João VI and D. Luis I.

History

At the end of the fifteenth century Portugal had a wealth of jewels from the reign of King Manuel I (1495-1521), one of the most powerful men in the world at the time, known for his pleasure in ostentation. Much of this jewelery would be lost during the taking of the Portuguese crown by the Habsburgs.

At the beginning of 1581, resisting the Iberian union, António de Portugal, Prior do Crato, grandson of D. Manuel, who had been acclaimed king by the population, collected the jewels of the Portuguese Crown before Philip I was made King of Portugal.

Seeking support for his cause, he fled to France carrying the jewels, including many valuable diamonds. Welcomed by Queen Consort Catherine de Medici, she sold him some of the pieces in exchange for support from France in plans to reclaim the throne and depose Philip I.

When the Portuguese-French forces were defeated in the Azores in 1583, D. António went into exile and dedicated his life to try to regain the throne. In England he asked for the help of Queen Elizabeth I to whom he would have given jewelry as a pledge, among which the famous "mirror of Portugal", described as a quadrangular diamond of about 30 carats, for several attempts to take Lisbon, English navy of July 1589.

After several failed attempts, poverty led him to sell many of the remaining diamonds like the Sancy diamond. The last and best diamond, known as Sancy diamond would be acquired by Nicolas de Harlay, passing to Maximilien de Béthune coming to be included in the jewels of the French crown.

During the Restoration War, João II of Bragança sold many of the jewels of the Portuguese Crown to finance the war with Spain. When he became king of Portugal in 1640 and deposed the House of Habsburg, he placed his crown at the foot of a statue of Our Lady of the Immaculate Conception declaring her the "true Queen of Portugal". Since then, Portuguese monarchs do not have a coronation, but an acclamation. Before the accession to the Portuguese throne by the House of Habsburg, the king of Portugal used to be anointed and crowned in the Jeronimos Monastery in Lisbon.

In 1755 the great earthquake of Lisbon destroyed the Paço da Ribeira, Portuguese royal residence. With the destruction of the palace, countless jewels of the Portuguese crown of the time were destroyed, lost or stolen.

When his court was in Rio de Janeiro, D. João VI ordered to make a new set of jewels of the Crown. Created by the real jeweler in António Gomes da Silva's workshop, the set included a new crown and scepter, among a myriad of pieces. The pieces of this time are the majority of the current set of jewels of the Portuguese crown

When Maria Pia de Sabóia became queen consort of Portugal, King Louis I ordered to make many new jewels. In parallel, a new royal mantle was made. When the Portuguese Royal Family set out for exile, many of the jewels followed with Queen Amelia of Orléans and Queen Mother Maria Pia of Savoy.

In 2002 in The Hague, during an exhibition on European crown jewels for which they had been loaned, six pieces of the Portuguese crown jewels were stolen: a 135-carat

diamond, King Joseph I's bengal chisel with 387 gold a ring with a brilliant 37 carat, a choker with 32 brilliants and a pair of pins in the shape of a clover.

Following the investigation of the museum and the Dutch authorities, the Dutch government paid the six million euros to the Portuguese government for redress. The jewels were not recovered.

At the moment the Jewels of the Portuguese Crown are kept to the guard of the Portuguese state and are not open to the public. They are seen only at special events.


A cache / The cache Apenas disponível em dias úteis, entre as 10 e as 13,30 e entre as 14,30 e as 18 horas horas / Only available on business days, between 10am-1,30pm and 2,30pm-6pm.
Deve ser manuseada com algum cuidado / It should be handled with care.
Agradecemos que não publiquem fotos do container, de forma a manter a surpresa / Thanks for not posting photos of the container in order to keep the surprise.


Atenção: A cada registo online deverá sempre corresponder o respetivo registo físico do mesmo nick. Dito isto, não admitiremos registos de tours e/ou nicks fictícios nas nossas caches pelo facto dos mesmos não corresponderem a contas oficiais de Geocaching. Registos online que não tenham a devida correspondente física serão apagados!


Additional Hints (Decrypt)

cevzrveb cbagb: zntaégvpn, qronvkb - ire fcbvyre // svefg cbvag: zntargvp, haqre - frr fcbvyre

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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