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The Eyes of Water [Nascente do Rio Lis]

A cache by Lusitana Paixão Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 03/07/2021
Difficulty:
2.5 out of 5
Terrain:
1.5 out of 5

Size: Size:   other (other)

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Geocache Description:



The Eyes of Water [Nascentes do Rio Lis]

Nascido nas Fontes, freguesia das Cortes, e com foz na Praia da Vieira, o rio Lis assume papel principal na identidade leiriense, sendo um dos poucos, a nível nacional, que vê a sua corrente seguir o sentido sul-norte e, nos quilómetros finais, o sentido este-oeste.

O rio nasce a 500m do lugar das Fontes, na terminação do Maciço Calcário Estremenho (que constitui o 2º maior reservatório subterrâneo do país). No local existem várias exsurgências, onde no Inverno a água proveniente da serra d'Aire acaba por brotar à superfície. A nascente tem uma enorme variação sazonal, pelo que nos dias chuvosos podemos ver a água a brotar de uma forma violenta no que tradicionalmente se chama de Nascente, enquanto que no Verão o rio nasce apenas na vila, 0,5 km abaixo. O espaço dota de uma rica flora característica do maciço calcário Estremenho, pelo que outrora o local foi denominado Mata Real. Elemento preponderante no concelho, este curso de água, com cerca de 40 quilómetros de extensão, inspirou poetas e prosadores e até tema de uma lenda, de um amor entre o Lis e o seu afluente Lena.

A beleza natural da sua nascente permite ver a água brotar de uma forma surpreendente em alguns meses do ano. O rio atravessa o centro da cidade de Leiria, sendo acompanhado por zonas verdes e pelo percurso Polis, espaços de grande atração para momentos de lazer e para a prática de desportos.Já depois da malha urbana, o Lis segue por planícies aluvionares, chamadas de Campos do Lis, uma extensa zona agrícola irrigada por este curso de água. No percurso final, o rio Lis passa junto ao Pinhal de Leiria, desaguando na Praia da Vieira, concelho da Marinha Grande.

Born in Fontes, parish of Cortes, and with its mouth at Praia da Vieira, the River Lis assumes a main role in the identity of Leiria, being one of the few, at the national level, that sees its current follow the south-north direction and, in the kilometers end, the east-west direction.

The river rises 500m from the place of Fontes, at the end of the Maciço Calcário Estremenho (which constitutes the 2nd largest underground reservoir in the country). In the place there are several exurgencies, where in winter the water from the Serra d'Aire ends up sprouting to the surface. The spring has a huge seasonal variation, so on rainy days we can see the water springing up in a violent way in what is traditionally called Spring, while in summer the river rises only in the village, 0.5 km below. The area has a rich flora characteristic of the Estremenho limestone massif, which is why the place was once called Mata Real. A predominant element in the municipality, this watercourse, about 40 kilometers long, inspired poets and prospectors and even the theme of a legend, of a love between Lis and her affluent Lena.

The natural beauty of its source allows you to see the water sprout in a surprising way in some months of the year. The river runs through the city center of Leiria, being accompanied by green areas and the Polis route, spaces of great attraction for moments of leisure and sports. Already after the urban network, Lis follows through alluvial plains, called Campos do Lis, an extensive agricultural area irrigated by this watercourse. On the final route, the river Lis passes through the Pinhal de Leiria, flowing into Praia da Vieira, in the municipality of Marinha Grande.

Rios / Rivers

Os rios são volumes de água doce que circulam pelos continentes e correm das áreas mais altas para as mais baixas. Entre as principais partes de um rio podemos distinguir:

Nascente ou cabeceira: é o local onde o rio nasce, em geral do afloramento de água do lençol freático;

Curso: é a direção das águas da nascente até a foz;

Leito: é caminho percorrido pelo rio, isto é, o local por onde fluem as águas;

Margem: terras ou rochas que ficam na lateral do rio (direita e esquerda);

Afluente: é o curso d’água que deságua em um rio principal ou em um lago;

Subafluente: é o rio que deságua no rio afluente;

Confluência: é o ponto de junção entre dois fluxos d'água, que se reúnem para formar um novo rio;

Talvegue: é a parte mais profunda do leito do rio;

Meandro: curva do curso d’água;

Foz ou embocadura: é o local onde uma corrente de água, como um rio, deságua. Sendo assim, um rio pode ter como foz outro rio, um grande lago, uma lagoa, um mar ou o oceano;

Jusante: é o sentido da correnteza em um curso d’água da nascente para a foz;

Montante: é o sentido contrário ao que corre o fluxo do rio, em direção à nascente.

Rivers are volumes of fresh water that circulate across continents and flow from the highest to the lowest areas. Among the main parts of a river we can distinguish:

Source or headland: it is the place where the river is born, generally from the outcrop of water from the water table;

Course: it is the direction of the waters from the source to the mouth;

Bed: it is the path traveled by the river, that is, the place where the waters flow;

Margin: lands or rocks that are on the side of the river (right and left);

Affluent: it is the watercourse that flows into a main river or a lake;

Sub-affluent: it is the river that flows into the affluent river;

Confluence: it is the junction point between two water flows, which come together to form a new river;

Talvegue: it is the deepest part of the riverbed;

Meander: curve of the watercourse;

Mouth: it is the place where a stream of water, like a river, flows. Thus, a river can have as its mouth another river, a large lake, a lagoon, a sea or the ocean;

Downstream: it is the direction of the current in a water course from the source to the mouth;

Amount: it is the opposite direction to the flow of the river, towards the source.


Nascente / Source

“Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. A afirmação do químico francês Antoine Lavoisier, resume de modo preciso o ciclo da água.

Uma nascente nada mais é do que a água da chuva ou do derretimento do gelo, que se acumula numa camada menos permeável. É o ponto em que a água infiltrada no subsolo se reúne e emerge. Isso significa que não existe uma produção do líquido propriamente dita: a água não nasce, “do nada”, numa nascente. A chuva é absorvida pelo solo, por rochas permeáveis, e vai se dirigindo para um ponto mais baixo naquela região. Esse local pode estar bem perto ou a centenas de quilômetros de distância. O lençol subterrâneo nada mais é do que uma camada permeável, que acumula água, por cima de outra camada impermeável. Toda nascente representa um ponto por onde parte da água do lençol alcança a superfície do solo. É como se fosse uma torneira do lençol, sempre aberta. Partindo-se, portanto, do facto de que cada curso d’água tem a sua nascente, chega-se à conclusão de que o número de cursos d’água de uma dada bacia é igual ao seu número de nascentes.

Nascentes de contacto e Nascentes de depressão

As nascentes, quanto às origens, podem ser formadas por lençóis freáticos (apenas depositados sobre as camadas impermeáveis) ou artesianos (confinados entre duas camadas impermeáveis), podendo surgir por contactos das camadas impermeáveis com a superfície, por afloramento dos lençóis em depressões de terreno, ou por falhas geológicas. Na origem da maior parte dos nossos rios estão as nascentes de contacto ou as nascentes de depressão, proveniente de lençóis freáticos.

As nascentes de contacto surgem normalmente no sopé das colinas, e por isso são conhecidas como nascentes de encosta.

As nascentes de depressão resultam de concentrações de água numa zona rebaixada do terreno, formando os olhos d’água ou fontes.

 

No caso de áreas saturadas em água, a zona encharcada vai acumulando água em poças até dar início a fluxos contínuos, sendo conhecidas como nascentes difusas.

 

“In nature, nothing is created, nothing is lost, everything is transformed”. The statement of the French chemist Antoine Lavoisier, accurately summarizes the water cycle.

A spring is nothing more than rainwater or melting ice, which accumulates in a less permeable layer. It is the point at which the water infiltrated in the subsoil gathers and emerges. This means that there is no production of the liquid itself: water is not born, "out of nowhere", in a spring. The rain is absorbed by the soil, by permeable rocks, and is going to a lower point in that region. This location can be very close or hundreds of kilometers away. The underground sheet is nothing more than a permeable layer, which accumulates water, on top of another impermeable layer. Every spring represents a point where part of the water from the sheet reaches the surface of the soil. It is like a sheet tap, always open. Therefore, starting from the fact that each watercourse has its source, it is concluded that the number of watercourses in a given basin is equal to the number of springs.


Contact springs and Depression springs

The springs, in terms of their origins, can be formed by groundwater (only deposited on the waterproof layers) or artesian (confined between two waterproof layers), and can arise from contacts of the waterproof layers with the surface, by the outcropping of the sheets in depressions of terrain, or by geological faults. The source of most of our rivers are contact springs or depression springs, from groundwater.

Contact springs are usually found at the foot of the hills, which is why they are known as hillside springs.

Depression springs result from concentrations of water in a low area of the land, forming the eyes of water or fountains.

In the case of water-saturated areas, the waterlogged area accumulates water in puddles until it starts continuous flows, being known as diffuse springs.

Fonte / Source: Aretha Yarak, Colaboração para o UOL, em São Paulo; www.cm-leiria.pt

 

Como reclamar esta Earthcache / How to claim the Found

Na coordenada indicada, observe e responda às seguintes questões:

1- Na nascente do Rio Lis, qual a direção do curso de água?

a) S/N;

b) S/O;

c) O/E;

2- Neste local, no que respeita ao Rio Lis, estamos:

a) Na confluência

b) Na embocadura

c) Na Cabeceira

3) Qual a largura aproximada do Rio Lis na coordenada da Nascente (distância entre margens)?

a) 1 metro

b) 10 metros

c) 30 metros

4) Na sua opinião, a Nascente do Rio Lis é uma Nascente de Contacto, Nascente de Depressão ou Nascente Difusa? Justifique a sua resposta

5) No seu log, publique uma fotografia onde seja possível identificá-lo como geocacher(Selfie ou nickname visível) e onde esteja visível o marco que assinala a nascente. Esta tarefa é obrigatória.

On given coordinate, observe and answer the following questions:

1- At the source of the River Lis, what is the direction of the watercourse?

a) S / N;

b) S / W;

c) W / E;

2- In this place, as regards the River Lis, we are:

a) At the confluence

b) At the mouth

c) At the Head

3) What is the approximate width of the River Lis in the source coordinate (distance between banks)?

a) 1 meter

b) 10 meters

c) 30 meters

4) In your opinion, is the source of the River Lis a source of contact, source of depression or diffuse source? Justify your answer

5) In your log, publish a photo where it is possible to identify you as a geocacher (Selfie or visible nickname) and where the monument that marks the source is visible. This task is mandatory.



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Additional Hints (Decrypt)

N Rnegupnpur cbqr fre ivfvgnqn nb crepbeere b CE4 Ebgn qn Anfpragr qb Evb Yvf
Gvcb Pvephyne, Rfsbeçb Zbqrenqb, Qvfgâapvn 9.2xz, Grzcb 3u30.
Pncryn qnf Sbagrf - Anfpragr qb evb Yvf - Nygb qn Znhaçn (435 zrgebf) - Freen qn Frauben qb Zbagr

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



Reviewer notes

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