Skip to Content

This cache has been archived.

garri: Olá FGV

O cache está temporariamente desativado muito tempo. Se o geocache está desaparecido eu não posso ter publicado em geocaching.com, isto evitaria que não possa aprovar futuros caches plantados perto de teu cache.

Se queres consertar o cache escreve um mail.

Um abraço.

Lluís Garrido

More
<

First Light

A cache by FGV Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 03/21/2005
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size: small (small)

Join now to view geocache location details. It's free!

Watch

How Geocaching Works

Please note Use of geocaching.com services is subject to the terms and conditions in our disclaimer.

Geocache Description:

This cache is located near the “Maternidade Alfredo da Costa”, the most frequent place of birth in Lisbon city.

MATERNIDADE DR. ALFREDO DA COSTA 

 

A MAC tem sido pioneira em Portugal, nas áreas de Obstetrícia, Ginecologia e Pediatria sendo considerada uma das melhores Maternidades da Europa. Está classificada como um hospital central de agudos. Tem cerca de 1200 funcionários e uma lotação de 330 camas, que se distribuem por 8 unidades de internamento.  Vários serviços de apoio e numerosas consultas especializada formam equipas multidisciplinares.  A MAC comemora 72 anos e orgulha-se de já ter ajudado a nascer mais de 500 000 crianças!                                                          

 

História da Maternidade

Parece que a obra especial de protecção e defesa da mulher grávida terá tido início no ano de 1775 após o terramoto que destruiu mais de metade da cidade de Lisboa. Um dos edifícios destruídos, não só pelo terramoto mas também pelo incêndio subsequente, foi o hospital de Todos os Santos, tendo sido os seus enfermos transferidos para o edifício do Colégio de Santo Antão, principal casa dos Jesuítas, que lhes fora confiscada, com todos os outros bens, em execução do decreto Pombalino que do reino os expulsara.

 

O edifício do Colégio de Santo Antão viria a ser convertido no Hospital Real de São José, em memória do monarca que lhe facultou tão amplas instalações. Das nove enfermarias de mulheres, existentes neste hospital, uma foi destinada a grávidas e puérperas. A referida enfermaria, que foi chamada de Santa Bárbara, tinha quarenta e duas camas e situava-se num extenso corredor interior, comprido e estreito, mal iluminado e deficientemente ventilado. Mesmo com péssimas condições aí se ministravam aulas de parto.

 

Anos mais tarde a enfermaria de Santa Bárbara era transferida para um espaço mais amplo e arejado, num andar superior do mesmo edifício, ficando com cinquenta e cinco camas. A melhoria de condições limitou-se à existência de luz e ar que entravam pelas janelas. Foi neste espaço que o professor Alfredo da Costa, com outros grandes mestres, distribuíram pelas assistidas e alunos o seu saber. Com o decorrer do tempo as deficiências iam-se agravando desde as inadequadas instalações à carência de muito material indispensável ao bom funcionamento da enfermaria de Santa Bárbara.

 

Em 1906, como director da maternidade de Santa Bárbara, Alfredo da Costa não se cansava em vão de pedir melhoramentos para esta ao Enfermeiro – Mor dos Hospitais, ao tempo o médico Curry Cabral, amigo e companheiro de consultório de Alfredo da Costa.

Desesperado por não conseguir melhorar as condições indignas em que a grávidas e puérperas viviam na Maternidade, elaborou exaustivo relatório, onde na sua introdução começava por questionar "Maternidade ou antecâmara de um inferno feminino?" que dirigiu ao Conselho da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, mesmo sabendo-se sujeito à malquerença "de quem de direito".

Ao fim de anos de luta, Alfredo da Costa parecia ter tido eco do seu enorme esforço na construção de uma Maternidade ao ver inscritas verbas para a sua construção no Orçamento de Estado; ter sido escolhido o local da sua construção; ter sido feito o cálculo de despesas assim como o anteprojecto da construção mas, apesar de tudo isto, infelizmente não se veio a concretizar a construção da Maternidade.

 

Teve conhecimento da autorização dada pelo Governo, pela lei de receita e despesas, para o exercício de 1904 – 1905, publicada no Diário do Governo nº 267, de 24 de Novembro de 1904, para realizar com a Caixa Geral de Depósitos um empréstimo de 300 contos de reis, amortizável em 30 anos, para obras de beneficiação de hospitais, especialmente a adaptação do extinto convento de Santa Marta a um hospital para tratamento de doenças venéreas e a apropriação do antigo edifício da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa a uma Maternidade.

 

Mais uma vez, apesar dos esforços desenvolvidos pelo professor Alfredo da Costa, não se viria a concretizar o seu sonho uma vez que a totalidade da verba viria a ser dispendida na construção do hospital para doenças venéreas, hoje Hospital de Santa Marta.

Em 2 de Abril de 1910 falecia o ilustre professor, sem ter visto realizado o sonho que acalentava desde 1898, ano em que assumiu a regência da cadeira de Obstetrícia da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, para o qual sempre com tanta dedicação e entusiasmo trabalhara. Em 15 de Maio de 1910, amigos e admiradores formam uma comissão de homenagem ao professor Alfredo da Costa, que outra não podia ser do que a efectivação do sonho de toda a sua vida. Após vários reveses, o sonho do professor Alfredo da Costa viria a ser realidade em 5 de Dezembro de 1932.

 

Em 6/12/1932, foi admitida na Maternidade Dr. Alfredo da Costa a primeira grávida, chamava-se Glória Virgínia, tinha 18 anos, era natural de Tomar, coube-lhe o boletim nº1, viria a parir um rapaz com 3,500 Kg no dia 23 de Janeiro de 1933. Entre 6 e 31 de Dezembro de 1932 foram efectuados 96 partos tendo correspondido a 97 nascimentos, o primeiro ocorreu às 23.30H do dia 8/12/1932. Foi uma rapariga, que nasceu com 2,500 Kg, a quem foi dado o nome de Maria da Conceição. Era o primeiro filho de Flora Martinho, de 19 anos de idade. Mãe e filha tiveram alta no dia 22 de Dezembro.

 

Biografia do Professor Dr. Alfredo da Costa

Nasceu em Margão, Índia Portuguesa, no dia 28 de Fevereiro de 1859. Era filho de Bernardo Francisco da Costa. Aos 9 anos vem para Portugal com os seus pais.

Termina em 1884, de forma brilhante, a sua carreira académica. No ano seguinte é nomeado Cirurgião do Banco do Hospital de São José. Em 1887 passa a exercer docência na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, como Demonstrador de Cirurgia.

Em 1889, passa a lente substituto de Cirurgia. Em 1897 sucede ao seu antigo professor, Abílio Mascarenhas, como lente de Obstetrícia.

Devem-se ao professor Alfredo da Costa as primeiras colecistectomias e a operação de Estlander em Portugal, bem como a introdução do método de Volkman na cura do hidrocelo.

Foi um dos fundadores da "Revista de Medicina e Cirurgia" e colaborou no "Jornal da Sociedade das Ciências Médicas". Como um dos colaboradores da Rainha D. Amélia, presidiu à Comissão Técnica de Assistência Nacional aos Tuberculosos. Pertenceu à Academia das Ciências e à Sociedade das Ciências Médicas, da qual viria a ser seu presidente em 1905 e 1906. Faleceu em 2 de Abril de 1910, sem ter visto realizado o seu grande sonho – a construção de uma Maternidade.

A CACHE

Esta cache é especialmente dedicada a todos os geocachers nascidos aqui. Retornem ao sítio onde nasceram para encontrar esta cache, pois ela é dedicada a vós.

A cache consiste num pequeno contentor com o logbook e algumas prendas alusivas ao tema. Ao trocar prendas, procure usar objectos alusivos ao tema da cache

Additional Hints (Decrypt)

C: Rfgá nb aíiry qb puãb
R: Vg'f ng tebhaq'f yriry

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



 

Find...

46 Logged Visits

Found it 29     Didn't find it 11     Write note 4     Archive 1     Temporarily Disable Listing 1     

View Logbook | View the Image Gallery of 13 images

**Warning! Spoilers may be included in the descriptions or links.

Current Time:
Last Updated:
Rendered From:Unknown
Coordinates are in the WGS84 datum

Return to the Top of the Page

Reviewer notes

Use this space to describe your geocache location, container, and how it's hidden to your reviewer. If you've made changes, tell the reviewer what changes you made. The more they know, the easier it is for them to publish your geocache. This note will not be visible to the public when your geocache is published.