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Thursday, February 28, 2008Setúbal, Portugal

(Cont.)
Esta formação aflora a N do Lousal e no bloco oriental da falha de Corona. O jazigo encontra-se associado ao Complexo Vulcano-Sedimentar (CVS) da Faixa Piritosa (Fameniano sup.-Viseano sup.) que aqui é representado por três unidades principais indicadas da base para o topo: i - xistos cinzento-escuros piritosos com lentículas de sulfuretos associadas (jazigo do Lousal), intercalações de espilitos e de metavulcanitos felsicos xistificados localmente com texturas fiamme e fácies vulcanoclásticas, xistos cinzentos com nódulos siliciosos e vulcanitos coerentes de natureza rio-dacítica; ii – xistos siliciosos com intercalações finas de chertes e de metavulcanitos ácidos finos sericíticos fortemente xistificados, diabases intrusivas associadas aos espilitos superiores; iii – espilitos, localmente com fácies de pillow-lava, intercalações esparsas de jaspes e de xistos borra-de-vinho. O enquadramento paleogeográfico do jazigo do Lousal é semelhante ao de outros depósitos de sulfuretos da FPI associados a xistos cinzento-escuros piritosos, formados em ambiente marinho redutor como Montinho (Portugal) e Tharsis e Sotiel (Espanha). Para oeste a estrutura CVS do Lousal, que se prolonga para norte até à falha de Grândola (sector mina da Caveira), encontra-se limitada por um cavalgamento principal de direcção N40ºW, contactando tectonicamente com a Fm. de Mértola (Viseano sup.). Os eixos das dobras apresentam inclinação NW, predominando na corta da mina planos de clivagem N50ºW, 85ºSW. A alteração meteórica das massas de sulfuretos Central, Miguel, Oeste e Sul é evidenciada pela presença de chapéus de ferro com possança métrica e, localmente, por uma intensa caulinitização supergénica. Na zona sul da corta observa-se uma nascente de águas ácidas, associada a uma fractura N35ºW, que reflecte a dinâmica dos aquíferos locais condicionados pelas ribeiras de Corona e Espinhaço de Cão.

Matos, J.X.; Relvas, J.M.R.S. (2006) Mina do Lousal (Faixa Piritosa Ibérica). Livro Guia Excursão C.4.1, VII Cong. Nac. Geologia, Estremoz, Un. Évora, Portugal, pp. 23-25.

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