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Saturday, August 16, 2014Évora, Portugal

Como me lembro bem da publicação desta cache, lembro-me como se fosse hoje. Esta foi uma cache em tempos por nós bastante desejada em conquistar mas que, pela falta de meios, chegou a ficar na nossa Ignore List (é verdade ).

Há mesmo muito tempo que não escrevemos um log numa cache, não porque tenhamos preguiça mas porque a magia desapareceu e os sucessivos parvos, absurdos, e ingratos TFTC, OPC e outras nojices do género conspurcaram a vontade e o prazer de ler fantásticas descrições de aventuras de outrora.

Nostalgia?
Não.

Erradamente deixamos de partilhar a emoção dos nossos momentos com quem se esforçou em partilhar connosco os locais e meios para prazeres que a memória com toda a certeza não apagará. Sim, também fomos egoístas mas com espírito de reconhecimento do erro e manifestar um sentido pedido de desculpa – mudamos.
Como referimos no ínicio, estas caches há muito haviam saído dos nossos planos mas, precisamente a partilha, de amigos com fantásticas fotos espicaçaram-nos o desejo de também querer fazer, experimentar e viver uma aventura memorável.
Passo 1: Marcação do dia
Uma vez tomada a decisão de fazer a aventura faltava marcar a data da mesma, canoagem em pleno verão no Alentejo não é brincadeira. Consultamos os mapas de meteorologia que revelaram uma possibilidade de dois dias nublados e frescos. Não haviam margem para dúvidas, os dias 31 e 1 de Agosto haviam sido reservados pelo S. Pedro para a nossa aventura.

Passo 2: Aluguer de kayaks

Como o dia estava marcado, faltavam os Kayaks. Ligamos ao geo.leo (um dos culpados) para nos explicar como funcionavam o aluguer de Kayaks na Marina. 27,50 € por dia/kayak, 400,00 € de caução. Perfeito, é altura de reservar… Bolas, a senhora que nos atende indica que só de véspera pode confirmar a disponibilidade, e nós queríamos 3 kayaks. Foi uma semana e meia de ansiedade, até porque já tínhamos comprado um pequeno bote a rebocar com os mantimentos e instalação para 4 adultos, um adolescente e uma criança, vá, pré-adolescente.

Passo 3: Começa a aventura

Finalmente chegou a véspera, era o momento de confirmar a disponibilidade... Uauuuu, temos kayaks! Que espetáculo, parecíamos crianças que acabaram de receber o presente de natal que pediram ao Menino Jesus.
No dia, levantamos cedo e preparamos os carros com tudo o que era necessário, apenas precisávamos de fazer uma paragem em Moura para comprar pão e tomar um último café antes da nossa aventura do ano.
Na rampa junto à Marina da Amieira, começamos a encher o bote de mantimentos e a organizar e distribuir algumas coisas pelos vários kayaks, tudo bem protegido com sacos estanques (achava-mos nós).

Dia 31 – 11:00

Finalmente começamos, as emoções estavam ao rubro numa mistura de ansiedade e loucura. Nunca nas nossas vidas havíamos feito nada semelhante e, que me recorde, a última vez que remei deveria ter sido no lago do jardim do Palácio de Cristal no Porto em barcos de madeira que nem uma baleia os conseguia virar. Aqui não, tínhamos um total de 25 km de água a conquistar sem ninguém a quem recorrer se os braços não quiserem colaborar.

11:45 (primeira paragem)

Primeira paragem junto à anta a pouco mais de 1500 m. Neste momento a euforia já tinha acalmado e estávamos em plena aventura a desfrutar os nossos momentos minuto a minuto, metro a metro. Enquanto colocávamos as embarcações em terra firme, passa um barco-hotel que nos cumprimenta com um grande “Vrommmmm” que alegria. Nós, o Alentejo e ao longe alguém que nos diz olá.

(continua...)

infoA multi-cache ("multiple") involves two or more locations, the final location being a physical container. There are many variations, but most multi-caches have a hint to find the second cache, and the second cache has hints to the third, and so on. An offset cache (where you go to a location and get hints to the actual cache) is considered a multi-cache.
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