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Found it corvos found Escape from the Mysterious Island [Caminha]

Friday, August 7, 2009Viana do Castelo, Portugal

Contou-me o meu pai, que em 1947, com onze anos tinha passado a pé de Moledo para a Insua, pois tinha-se formado uma línguade areia. Passou ele, e muita mais gente, mesmo carros de bois, foi uma festa tal, ao ponto do Senhor Padre ter dado a missa na capela no local que existia na altura.
Também se contava que havia um túnel por baixo do mar até Espanha e que os pastores espanhóis passavam as suas cabras para pastarem na Insua, contos ou fantasias???….
Uma curiosidade e esta não é fantasia, na Ínsua podia beber-se àgua, pois era àgua potável.
Mais tarde fui com a minha Tia Lina à Insua à força de braços e dos remos. Chegávamos à Praia de Moledo , em frente ao Camarido, aí acenávamos com uma toalha ao faroleiro que ali vivia e logo nos vinha buscar.
Alí passámos um dia com a praia só para nós, apanhávamos lamparões, percebes caramujas, burriés. Os mais destemidos ainda se deslocavam à Insua Velha, que são umas pedras mais pretas e que ficam para norte e que se conseguem ver melhor quando a maré está vazia. Aí os mexilhões eram bem maiores.
Hoje e porque estava estava lá uma cache e depois de relermos os logs do último evento, a vontade de lá ir tornou-se incontrolável.
Vimos que o mar estava “chão”, acertámos a viagem com a Srª Garrafona, mulher do Sr. Garrafão. Boa Gente.
Aguardámos a chegada do barco e logo o Sr. Garrafão avisou-nos que na volta iríamos apanhar nortada, mas que não nos preocupassemos pois havia oleados para todos e o barco tinha dois motores, para o que viesse.
Uma vez que já conhecíamos a Ilha pedimos que nos esperasse, pois em quinze minutos tiraríamos a fotos que precisavamos para recordar mais tarde e assim foi, ele esperou-nos calmamente enquanto fomos procurar a cache.
Foi uma alegria imensa quando colocáosos pés na areia, por momentos fez-nos lembrar Porto Santo. De telemóvel na mão, ou seja GPS corremos como piratas para um tesouro a encontrar no meio do mar.
Logámos, tirámos o retratos da praxe a cores, a preto e branco e a sépia e voltámos ao nosso “TÁXI”(o nome do barco). O Senhor Garrafão tinha razão, veio a nortada e no nosso grupo, os que tinham capa escaparam à molha dos “bigodes de água”, os outros ficaram molhados, mas a satisfação era tanta que nem deu para notar.
Chegados a terra, ou a bom porto, pregámos não um mas quatro beijos na Garrafona pela simplicidade com que esta gente nos trata. Gente do Norte, gente Boa (sãos e salvos, mas molhados)
De tarde fomos aos edificios da antiga Câmara e tirámos uma foto onde se pode ver a passagem das pessoas a pé para a ÍNSUA.
Ficou agendado uma nova viagem agora só para desfrutar desta ilha paradisiaca, onde a história foi saqueada e o que resta está fechado a sete cadeados.
Ter feito esta cache, foi reviver um passado que parece recente, mas o tempo passa depressa e agora resta-nos registá-la na nossa memória.
Um obrigado especial aos Owners e também ao Sr. Garrafão pessoa de poucas falas, mas um grande marinheiro. Corvos
565IR200908071140

Insua a sépia

Additional Images Additional Images

Foto de 1946 Foto de 1946

Forte da Insua Forte da Insua

Insua - areal Insua - areal

Insua - Monte Santa Tecla Insua - Monte Santa Tecla

Sr. Garrafão Sr. Garrafão

A foz do Rio Minho A foz do Rio Minho

O trilho O trilho

Seixos enormes e Maré Vazia Seixos enormes e Maré Vazia

Vista para Praia Moledo Vista para Praia Moledo

A ilha A ilha

Insua a sépia Insua a sépia

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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