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Found it nhau_team found The Grey Havens

Saturday, October 22, 2011Lisboa, Portugal

Às vezes há caches que nos inspiram, que nos fazem sair da rotina e decidir procurar o GZ e o que ela tem para nos mostrar. As caches deste dia eram suficientemente boas para nos fazer sair de casa mas neste caso o que nos inspirou foi o log do RuiJSDuarte e a descrição da sua jornada na busca de algumas caches que já tínhamos feito e de outras que tínhamos debaixo de olho.

E assim partimos rumo ao Cabo da Roca, numa despedida deste verão que já vai longo. A previsão é que a chuva chegue a partir de amanhã e com isso desaparece a hipótese de fazer algumas delas em segurança.

Animados pela manhã cheia de sol, e com um vento muito leve, às 10h15 já nos encontrávamos no parque onde iriamos deixar o carro para partir rumo à aventura.

Chegados ao início da descida que nos levaria ao GZ, estávamos longe de imaginar o que nos esperava. Achámos que esta cache seria fácil e por isso fizemos questão de transformar esta cache numa cache terrain = 7. E assim começámos a descida, sempre com muito cuidado por causa da inclinação conjugada com a quantidade de areia e pedras soltas. Ainda passámos por uns pescadores que vinham a subir, na companhia da cadela Alice. Tinham passado a noite na praia e pelos vistos a pescaria rendeu.
Continuámos a descida até que chegamos a um desvio que nos pareceu que levaria á cache. Lá fomos com mil cuidados, a passar zonas bem perigosas até que chegamos a um beco sem saída. “Bolas, não é por aqui. Não vamos complicar, o outro caminho parece que também vai para aquele lado”. Voltámos atrás, passámos novamente a zona algo perigosa e descemos até à praia. A praia é fabulosa, vale a pena lá ir. Chegando lá baixo tivemos que passar mais um obstáculo (pelo pior caminho, claro) e depois ficámos algum tempo na caverna, a descansar e à procura do tesouro. Mas… Ele não apareceu. “Será que era lá em cima?”
Depois de alguma pesquisa lá chegámos á conclusão que só podia ser lá em cima, naquele que tínhamos apelidado de beco sem saída. Fizemos tudo de novo, voltámos atrás e lá fomos até ao desvio. Passámos novamente a zona perigosa até que chegámos ao beco sem saída. Olhando com atenção, o que nos parecia não ter saída tinha afinal um caminho, este sim bem mais perigoso. Mas nada que nos assustasse (treta) e lá passámos pelo verdadeiro desafio deste caminho. A seguir tínhamos um caminho “normal” pela frente e rumámos ao GZ. À medida que nos íamos aproximando íamos negando o que o GPS nos dizia. “30 mts? Não, deve estra com erro. Daqui até ao fim do caminho são no máximo 20mts. Vamos até lá e procuramos.” Pois é, andámos mais 20 mts mas nada de container. E o GPS a insistir que ainda faltavam 10 mts. Ainda subimos mais um pedregulho, através de uma rocha lisinha que só acabava no precipício, na esperança que pelo menos estivesse ali. Mas não, nada disso. A busca continuou. Até que… Encontrámos a corda. A famosa corda que todos falam mas que nós pensávamos ser um mito. Lá estava ela, tipo corrimão, a separar-nos da falésia. E a cache a 10 mts. Vamos, não vamos? “Somos homens ou somos ratos?” Chiámos como um rato, confirmámos se a fralda estava no sítio e atirámo-nos sem medo (treta).

Cumprimos o objectivo mas a recordação que fica é a descida á praia, a vista lindíssima que tivemos ao longo de todo o caminho, o passeio na praia, a vista de lá de cima e da dose mega power de adrenalina. Foi uma aventura que não vamos esquecer tão cedo. Merece bem o favorito.

P.S: Se a dificuldade desta é 4,5 acho que nunca vamos procurar uma de 5 (treta).

TFTC.

A DescidaA Descida

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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