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Saturday, July 5, 2014Viana do Castelo, Portugal

(Parte 03/14)

Finda esta pausa neste local estratégico de grande beleza, prosseguimos rio abaixo para as tão faladas misturas. Era precisamente este ponto que desde o início merecia a nossa preocupação: se todas as linhas de água e nascentes estavam a transbordar, como estaria a foz do maior afluente na confluência com as águas do rio Lima na albufeira do Alto Lindoso? Valeria a pena ter carregado durante todo o percurso, o peso adicional das botas vadiadoras? Começámos a ficar assustados com a aproximação, já que ao invés de vermos um rio de águas correntes e turbulentas, deparámo-nos com uma enorme e larga massa de água lêntica (i.e. de águas paradas) mesmo à nossa frente!! Quando fomos seguindo a parte final do track fornecido pelo owner para encontrar a dita passagem, nem queríamos acreditar no que estava à nossa frente!?! Seria possível? Será que não trocámos os tracks!? Inacreditável! Estávamos perante um braço da albufeira de profundidade considerável e de águas paradas! Aqui para atravessar só de barco!! Devíamos ter trazido um colchão insuflável e não as botas, logo pensámos…

Bom, parados é que não ficamos e ninguém volta para trás!! A estratégia passava agora por ir subindo o rio Laboreiro até encontrar um troço lótico de baixa profundidade que nos permitisse a passagem. E eis que de repente fez-se luz: mesmo á nossa frente uma ponte de madeira a atravessar o rio para a outra margem! Maravilha!!! Chegámos a Portugal, mas…e agora? Não há caminho..Como sair daqui e prosseguir para o rio Peneda e daqui para a outra margem? Toca de subir e descer pela encosta agreste vencendo silvas e algum mato cerrado. Atrás de nós o belo panorama (apesar de artificial) da albufeira no seu esplendor. O objectivo era agora chegar à margem esquerda do rio Peneda para aí passar para o outro lado. Eis no entanto que nos aparece mais um osso, este bem duro de roer: uma pequena ribeira cercada de silvas em toda a sua extensão. Cada passo que dávamos encosta acima ou abaixo para encontrar um ponto de atravessamento, já doía tal a falta de acessos e da abundância de vegetação arbustiva e espinhosa. Com a esperança já a esmorecer, eis que demos com uma pequena passagem perto da confluência que nos permitiu atravessar para a outra margem. Agora o derradeiro obstáculo era o rio Peneda, apesar de aparentemente ser mais fácil de atravessar (pela menor largura) que o “irmão” Laboreiro. Alguns caminheiros já demonstravam sinais de aparente cansaço e havia ainda muito para caminhar até chegar a Parada. Tínhamos de atravessar o rio Peneda sem mais demoras e de forma eficiente. E foi aqui que demos uso às botas vadeadoras :) Encontrado um troço relativamente pouco profundo, prontamente equipei-me com as ditas e fui passando todas as mochilas até à outra margem, sempre com alguma cautela, pois a velocidade da água era alguma e qualquer queda com as botas calçadas poderia ter consequências graves. Finda a passagem das mochilas, deu-se lugar à passagem, um a um dos caminheiros. Dentro das botas e com água até à cintura, a minha presença foi servindo como ponto de apoio para cada um…excepto para a minha mulher que a tive de transportar às cavalitas :) Estava concluída a passagem do último obstáculo fluvial. Tínhamos agora pela frente todo o percurso ao longo da albufeira até chegar à Várzea e daqui, depois para Parada, depois do Lindoso. Eram agora 18h30.

infoA multi-cache ("multiple") involves two or more locations, the final location being a physical container. There are many variations, but most multi-caches have a hint to find the second cache, and the second cache has hints to the third, and so on. An offset cache (where you go to a location and get hints to the actual cache) is considered a multi-cache.
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