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Found it Valente Cruz found Fenda da Calcedónia

Friday, August 5, 2011Braga, Portugal

E finalmente estivemos na mítica Calcedónia!
Por certo pode parecer um lugar-comum dizer-se que esta já estava debaixo de olho há muito tempo, mas é de facto verdade que há muito acumulávamos vontades e esperanças de lá chegar.
Apesar de cansados, pois o dia anterior tinha sido desgastante, optámos por abordar o trilho Cidade da Calcedónia na parte na manhã. Depois de enganarmos o sono com as expectativas da Fenda e de tomarmos um pequeno-almoço reforçado, fomos de Cerdeira a Covide e, após a foto da praxe, iniciámos a subida. Decidimos seguir o trilho pela parte mais afastada da Calcedónia, pois supúnhamos que em sentido contrário a subida iria ser mais íngreme, sendo portanto mais aconselhável para a descida.
Pouco depois do início, perto do ribeiro, tivemos a companhia de um jovem pastor e de um grande rebanho de cabras. Sabemos que a inveja é um sentimento feio, mas não deixámos de sentir alguma pela forma “natural” como, tanto um como outras, andavam empoleirados nas escarpas.
A subida prosseguiu num ritmo lento, com algumas paragens para descansar e admirar a paisagem única que a Natureza ousou esconder entre os gigantes do local.
Após contornarmos o monte “irmão”, rapidamente chegámos à base da Calcedónia. Contudo, antes do desafio da Fenda, ainda fomos conhecer a Moby Dick, cujo sorriso ficou mais acentuado logo que a Valente lhe fez algumas cócegas na barriga.
Chegámos depois à entrada da Fenda e, mesmo sabendo que a subida já terá sido feita por milhares de pessoas, possuindo algumas delas um estado mental instável que as faz andar à procura de tupperwares em locais inusitados, é quase inevitável pensar que talvez não seja aquela a Fenda, pois parece mais difícil do que era suposto.
Como não vimos mais nenhuma, lá fomos subindo, apoiando-nos um ao outro e nas paredes majestosas. A Fenda é de facto um lugar especial e que preenche todos os sentidos daqueles que por ela passam.
A meio da subida, começámos a ouvir vozes, perguntando se subíamos ou descíamos. Ainda pensámos que fosse alguma entidade suprema, mas era apenas um grupo de escuteiros, que tínhamos visto anteriormente, e que tinham subido por outro lado.
Lá em cima, estranharam a nossa ascensão e quando revelámos que “aquela” é que era a Fenda, houve quem exclamasse: “Mais fendas??!!”.
Depois desta passagem para o “céu” do geocaching em Portugal, seguimos o trilho, com uma passagem mais técnica, e em menos do que pensávamos tínhamos chegado ao topo.
Fomos então ao vértice geodésico para apreciar a paisagem e recuperar o fôlego. Era então tempo de trabalhar e lá fomos à procura da cache, que apareceu rapidamente.
Após a burocracia e a leitura de outras experiências, foi altura de andarmos por ali a explorar. Para além da Fenda, acabámos por descer/subir por mais três outros acessos distintos, mas de facto nenhum é comparável à imponente Fenda, por onde descemos uma última vez, deixando a promessa de regressarmos e trazendo sentimentos e emoções que por certo ficarão na memória por muito tempo.
Apanhámos depois o trilho, descemos pela vertente mais inclinada e a Calcedónia tornou-se numa imagem cada vez mais longínqua, como se fosse um sonho.
Muito obrigado à Natureza pela Fenda da Calcedónia e ao owner pela fabulosa experiência!

Fenda da CalcedóniaTrilho

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Fenda da Calcedónia Fenda da Calcedónia

Fenda da Calcedónia Fenda da Calcedónia

Fenda da Calcedónia Fenda da Calcedónia

Fenda da Calcedónia Fenda da Calcedónia

Fenda da Calcedónia Fenda da Calcedónia

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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