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Saturday, June 28, 2014Aveiro, Portugal

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(Continuação)

Desci pela Ribeira de Drave e depois pelo Rio Paivô. Após uma subida pela margem direita, nova descida ao rio e enfrentei de seguida a longa subida do Trilho dos Aztecas. Como o joelho respondia muito melhor às subidas do que às descidas, e as pernas ainda estavam boas, foi sempre em passo acelerado. Depois do Trilho Inca e de mais um abastecimento, seguiu-se A Besta, mais uma subida vertiginosa. Iniciei com um colega e seguimos num ritmo forte, sem paragens e com algumas ultrapassagens pelo caminho, quase sempre a gatinhar, pelas pedras escorregadias, ribeiro acima. Talvez por ter sido enfrentada com uma dose insana de motivação, acabou por ser mais fácil do que pensava ou temia. Após poucos quilómetros no topo do planalto, seguiu-se mais um momento que eu saberia de antemão de seria terrível: a descida para Manhouce, saltando de rochedo em rochedo. Mais uma vez a perna direita levou com todo o impacto. Em algumas rochas, mais longas e inclinadas, foi mesmo de sku. Por esta altura apareceu-me mais uma dor, no tornozelo do pé esquerdo, que me acompanhou até ao final.

Cada chegada a um abastecimento era uma pequena vitória que me aproximava da meta. Em Manhouce, tendo em conta o tempo que levava, fiquei a certeza que seria suficiente para acabar. Tal certeza acabaria abalada mais adiante, à medida que o joelho esquerdo ficava pior e sobretudo ao escutar um colega que dizia que a maioria das desistências acontecia nos últimos quilómetros, nomeadamente ao chegar-se ao fatídico quilómetro 65.

No percurso, seguiu-se nova descida ao rio, desta vez o Teixeira, e mais alguns obstáculos para contornar. A dado momento o trilho começou a subir pela margem direita, afastando-se bastante do rio. Sabia que a continuação do percurso seria por ali e pensei, como já estava a mais do meio da encosta, que já não voltaria ao rio. Contudo, a dado momento, para além de descer, o trilho começou a andar para “trás”. Este foi o segundo momento de desespero anímico. Foi difícil arranjar explicações à vontade para justificar o facto de termos de perder alguns 200 metros em altitude, num terreno muito inclinado, para depois os termos de ganhar logo de seguida. Então, os últimos 50 metros foram mesmo terríveis, com rapeis sucessivos, com a ajuda de cordas, num terreno muito inseguro e enlameado. Chegado ao rio, junto à cascata maior do Teixeira, lá voltei a subir tudo outra vez. Nesta parte ainda pensei que tivesse que passar para a outra margem e apanhar uma linha de água cavada na encosta escarpada que segue até à Quinta de São Francisco. Mas não, foi sempre a subir, passando por incontáveis leiras, muro atrás de muro.

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