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Saturday, April 9, 2011Beja, Portugal

(2/3)

E assim foi: esse ponto de passagem seria num local com o nome de “Volta Falsa”, a uns poucos km dali. Metemos-nos no carro e lá fomos em busca do dito lugar (o Pedro lembrava-se uma foto com uns pinos de pedra no rio). As indicações dadas pelo pescador foram precisas pois em poucos minutos chegámos à Volta Falsa e logo visionámos o local de passagem. Agora sim, a tarefa era bem mais acessível. Tirados os sapatos e arregaçadas as calças, fomos todos passando para a margem contrária. Agora era só uma questão de pouco tempo, pois a 2ª cache estava somente a menos de 140m. Daqui até lá foi um pulo e eis-nos então na posse da terceira coordenada. Consultado o mapa do GPS, esta terceira cache estaria pois nesta margem e a uma distância de uns 600-700m. Lá fomos então em busca desta cache, sempre ao longo da margem e apreciando esta magnífica paisagem ribeirinha com diversos tipos de habitat presentes (runs, riffles, pools). Sem dúvida um troço de beleza ímpar. Logo reconhecemos o local deste terceiro ponto, agora de outra perspectiva. A ansiedade era alguma e prontamente nos lançámos a novo desafio: é que a estrutura está agora transformada numa ilha. Lá tirei os sapatos e entrei no rio e trepei para o topo. Eis então nova contrariedade, esta bem mais grave: após alguma procura, nada de cache. Nem no topo (como indicava a pista) nem nas paredes. Ainda consegui espreitar para dentro do moinho através da porta – o local estava cheio de água e a profundidade era alguma, não consegui passar da porta – mas também nada, não havia potenciais esconderijos e se haviam estavam todos submersos. Voltei ao topo, local onde deveria estar a cache (a pista é bem clara) e mais uma procura que resultou em nada!! O desânimo total! Tanta expectativa e planeamento e agora isto. Ainda tentámos um helpdesk só que no local não havia rede de telemóvel...
Não iríamos desistir. O plano: regressar ao local da cache, esperar que a rede de telemóvel aparecesse e ligar para pedir ajuda. O caminho de regresso foi quase todo feito a olhar para o telemóvel. O silêncio era o que mais de ouvia com alguma apreensão nos nossos rostos...Estávamos quase a chegar à cache 2 quando o Pedro detectou rede no telemóvel: dois “traçinhos”! “Não te mexas, temos de aproveitar”. E assim ligámos para um dos últimos visitantes que encontrou esta cache...no “longínquo” mês de Agosto de 2010! Explicada a situação e confirmado o local de esconderijo, simpaticamente nos foram fornecidas as coordenadas do 4º e último ponto. Ainda assim, e porque a dúvida me continuava a assaltar, decidi que iria novamente voltar ao ponto anterior e insistir na procura. O plano era simples: o Pedro e a Cândida regressavam ao ponto 2, apanhavam os carros e dirigiam-se para perto do ponto inicial (uma vez que de acordo com os nossos mapas, o ponto final não era muito longe daqui) e eu regressaria então ao ponto final, para insistir ainda mais na procura. Depois atravessaria o rio (já que já estava com a roupa encharcada) e juntar-me-ia a eles.

(continua)

infoA multi-cache ("multiple") involves two or more locations, the final location being a physical container. There are many variations, but most multi-caches have a hint to find the second cache, and the second cache has hints to the third, and so on. An offset cache (where you go to a location and get hints to the actual cache) is considered a multi-cache.
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