View Geocache Log

Write note vsergios posted a note for TUA-MIRANDELA (BILHETEIRA)

Saturday, May 14, 2011Bragança, Portugal

<a href="continuação" rel="nofollow">i</a>[/i]
...iniciou-se a caminhada ao longo ainda do Douro, a apreciar aquelas belas vinhas da outra margem que levavam com o solinho da manhã em cima.
Começou logo mal, ali na estação, dois atravessaram logo para o outro lado, para pisarem já as linhas estreitas do tua. Mas não, pá, é que íamos dar a volta por baixo, pelas ruas da aldeia até à ponte ferroviária da linha do Douro, que abraça as duas margens do Tua, mesmo no seu final. E onde estava, claro, uma cache.
Mas não a encontrámos.
Também não era pelas caches que cá tínhamos vindo, apesar de sermos todos geocachers de alto gabarito e coise.
Era pela linha. Pela Linha do Tua. Pela nossa linha. E estava já ali. Upa, e cá estamos!
E pisei a linha.
Sem medos! O comboio já não passa há muito tempo.
Já a tinha atravessado umas quantas vezes a pé, mas mais a norte, lá para Mirandela, mas sem reparar ao pormenor a sua característica mais marcante. É mesmo mais estreita! E tungas, uma foto!
Pronto, não ia ser assim tão difícil. São uns míseros 22 kms, o que é isso para um geocacher expedicionário? São trocos.
Mas não era isso que me punha mais à vontade. Era saber que entretanto tinham surgido uma catrefada de caches ao longo da linha e que, pelo menos, iria eu descansar mais umas 13 vezes. Isso era garantido.
Então, antes de seguir em marcha certa, linha acima, umas quantas poses à MAntunes para as fotos divertidas e arriscadas da praxe. Ficaram giras.
Depois de abrir a porta para a linha, no primeiro túnel, e entrar, constatou-se facilmente que nos primeiros metros a progressão por esta já mítica linha era lenta e não muito espetacular, pois a marcarem o território já se encontram umas grandes máquinas a escavacarem tudo, a prepararem as paredes do vale para suportarem o peso da água. Não sei bem como vão fazer o desvio do rio para a construção da muralha da barragem, mas penso que vão inovar, nesse sentido. Ouvi dizer.
O resto da descrição do passeio, da viagem, pelo vale do Tua, é praticamente indescritível, pois é difícil transcrever a sensação que se tem ali, envoltos por aquele forte vale, numa paisagem ainda muito natural, como que a linha não estivesse ali, tão bem que foi planeada e construida, a desenhar perfeitamente cada curva do rio que corre tão forte lá em baixo.
Só era difícil escolher por onde andar. Pelas traves o passo era muito curto. Para apanhar duas duma vez era demais e cansativo, alternar com traves e pedras, só mesmo para o Nesquik lá à frente, que parecia uma auto-motora a gasóleo a galgar tudo que nem um louco. De lado, onde as pedras do grosso cascalho já não imperam, era dificil também, ou porque a vegetação cobre tudo, ou porque o precipício até ao leito do rio ainda impunha respeito, ou então porque os poucos metros livres desse parapeito eram mesmo muito poucos e não apetecia andar a saltar sempre para cima da linha e voltar a saltar para fora. E fazer como o Bruno estava fora de questão, em equilíbrio por cima do carril.
E passámos a praia fluvial... pena. Estava a contar dar um mergulhinho, mas ela apareceu cedo demais. Ainda estava frescote, pois a sombra ainda nos protegia do sol a maior parte do percurso até então. E sabia bem, caminhar ao fresco. Garantido.
As estações abandonadas, pequenas e sem justificação aparente para existirem ali, no meio de nenhures, sem acessos que se percebessem a qualquer aldeia que fosse que existisse ali naquela selva, iam-se sucedendo. E nós iamos parando. Para abastecer o corpo com água, com um rissol, uma peça de fruta, ou mesmo uma cache, vá.
Mas eu as caches quase que nem as via. Quando chegava já estava de novo escondida. Quase em todas também não, não exageremos. Até que eu encontrei uma. Uau. Abri, e qual não é o meu espanto que o sr. da frente já havia escrito todos os nomes. Mas gostei da localização das caches, em geral. Sempre a um nível mais elevado do que era de esperar. Aposto que na esperança de não serem futuramente submersas.
<a href="continua" rel="nofollow">i</a>[/i]

34 Devagar!

Additional Images Additional Images

34 Devagar! 34 Devagar!

35 Mas o que estão aí a faze 35 Mas o que estão aí a faze

36 Espera 36 Espera

37 Vitor 37 Vitor

38 Vamos lá abaixo a seguir 38 Vamos lá abaixo a seguir

39 O perigo sempre à espreita 39 O perigo sempre à espreita

40 Uma earthcache 40 Uma earthcache

41 Faltam alguns 41 Faltam alguns

42 Afinal havia outra ponte 42 Afinal havia outra ponte

43 Pequenos túneis 43 Pequenos túneis

44 Outra vez no caminho errado 44 Outra vez no caminho errado

45 O Tua é mais lindo 45 O Tua é mais lindo

46 Toca a andar, pá 46 Toca a andar, pá

47 O vale do Tua 47 O vale do Tua

48 Uma barreira de sustentação 48 Uma barreira de sustentação

49 A barreira a proteger da queda ao Tua 49 A barreira a proteger da queda ao Tua

50 Outro apeadeiro fechado 50 Outro apeadeiro fechado

51 Carris sem fim 51 Carris sem fim

52 Luz ao fundo 52 Luz ao fundo

53 Descanso à sombra 53 Descanso à sombra

54 Eu quero ir ao banho 54 Eu quero ir ao banho

55 lado a lado com o Tua 55 lado a lado com o Tua

56 Curva 56 Curva

57 Eu tenho muitas máquinas 57 Eu tenho muitas máquinas

58 Blocos 58 Blocos

59 Rápidos 59 Rápidos

60 Carris bloqueados 60 Carris bloqueados

61 Ponte azul 61 Ponte azul

62 Ponte azul 62 Ponte azul

63 Afluente do Tua 63 Afluente do Tua

64 Brincadeiras na ponte 64 Brincadeiras na ponte

65 Ainda não está na hora de subir 65 Ainda não está na hora de subir

66 Manel em baixo da ponte 66 Manel em baixo da ponte

67 Manel a admirar o vale 67 Manel a admirar o vale

68 De regresso da viagem sonhadora 68 De regresso da viagem sonhadora

69 Perigo de derrocada 69 Perigo de derrocada

70 Desfiladeiro 70 Desfiladeiro

71 Valente Zé a caminho 71 Valente Zé a caminho

72 Fim da linha 72 Fim da linha

73 Gotcha 73 Gotcha

74 Vamos almoçar aqui 74 Vamos almoçar aqui

75 Vou fazer descarrilá-los 75 Vou fazer descarrilá-los

76 Espera, já descarrilaram 76 Espera, já descarrilaram

77 Linhas tortas 77 Linhas tortas

78 Manel altaneiro 78 Manel altaneiro

79 Logs em dia 79 Logs em dia

80 A linha do Tua é isto 80 A linha do Tua é isto

81 A progresaão é dura 81 A progresaão é dura

82 Mas o rio é giro 82 Mas o rio é giro

83 Tua sereno 83 Tua sereno

84 No Tralhão 84 No Tralhão

85 O comboio já passou no Tralhão 85 O comboio já passou no Tralhão

86 E eu ainda cá estou 86 E eu ainda cá estou

87 Afinal há outros meiso de comunicação 87 Afinal há outros meiso de comunicação

88 Estação final 88 Estação final

89 E agora vou ao banho 89 E agora vou ao banho

90 Venham também 90 Venham também

91 A oickup de serviço 91 A oickup de serviço

92 Calçada em Brunheda 92 Calçada em Brunheda

93 Classe 1 93 Classe 1

94 Classe 2 94 Classe 2

95 Vou cologar os nomes todos que me lembrar 95 Vou cologar os nomes todos que me lembrar

96 Pormenos 96 Pormenos

97 Afinal há comboios 97 Afinal há comboios

98 Patati patata 98 Patati patata

99 Hummmmmmm, um comboio 99 Hummmmmmm, um comboio

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
Visit Another Listing:

Advertising with Us