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Found it dmdias found Santiago da Fonte - Marinha de Sal

Thursday, December 8, 2011Aveiro, Portugal

Ora vamos lá começar aquilo que se avizinha um log grande.

Acabado de almoçar e depois de 2 dias sem sair de casa lá fui eu arejar as ideias e comecei com um café antes da magnifica caminhada até à cache.

Saído do bairro da Glubenkian lá fui eu segundo a pé pela rua da Pêga até à cache.

Pelo caminho fui desfrutando da magnifica paisagem que a ria nos proporciona em conjunto com as gaivotas e plantas naturais.

Fui encontrando pessoas a fazer a sua caminhada, outras a correr, outras a pescar e algumas ainda a passear de buga.

Ao chegar ao inicio do trilho de acesso à cache surgem 2 senhores de bicicleta que vieram atrás de mim até ao GZ.

Quando lá cheguei parei um pouco para apreciar a paisagem e não dar nas vistas sobre a localização da cache.

Acontece que os pescadores tinham 2 apoios de canas guardados precisamente onde estava a cache e ao tirarem os apoios viram lá a cache. De imediato meti conversa e fui explicando o que era aquele objecto(cache) e qual a finalidade do jogo.

Disseram-me que o seu cãozito já tinha dado com cache aqui a dias e a levou para o meio das ervas e não ligaram. Mas agora já vão tomar atenção e até ver se ela lá está quando forem à pesca.

Acabei por estar ali cerca de 30 minutos na conversa com os pescadores a conhecer as suas fantásticas histórias sobre a ria, as salinas e as suas pescarias.

Explicaram-me algumas das espécies que por ali habitam na ria e a forma como praticam a sua pesca. A isca por eles usada é apanhada na areia e são umas minhocas que estão escondidas por dentro de uns casulos com cerca de um metro e comprimento e que têm de ser apanhadas muito rapidamente assim que se espeta a pá na areia, se não elas escondem-se mais fundo na areia.

Fiquei a saber que as salinas junto ao GZ são da Universidade de Aveiro e que todos os dias sai um biólogo de barco em recolha de amostras da água da ria e das suas espécies para serem estudadas as formas de vida da ria.

Fiquei ainda a saber que nesta altura do ano as salinas ficam meias de água para protecção dos muros das salinas dos temporais.

Foi também ali naquelas salinas que um dos pescadores aprendeu a nadar.

Ali junto ao GZ existia em tempos mais salinas e muros de protecção que devido ao mau tempo ficaram destruídos bem como uma casinha pequena que acabou por cair. Se olharmos com atenção ainda é possível observar os muros caídos a delinear o terreno.

Depois de fazer a cache e terminada a conversa com os pescadores fui seguindo o percurso em volta da ria até à casinha vermelha. Pelo caminho fui lendo os placards informativos sobre a fauna e flora da ria. Já no final do percurso andei a pé pelo passadão de madeira passando por dezenas de gaivotas.

Em resumo, esta cache proporcionou-me uma excelente aventura e passeio de geocaching, não pelo seu container mas sim por toda a história envolvente associada.

Muito obrigado pela cache.
Cumprimentos da malta do GeoRibatejo

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infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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