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Found it danieloliveira found Mina do Lousal [Grândola]

Thursday, February 28, 2008Setúbal, Portugal

A edited version of: Matos, J.X.; Relvas, J.M.R.S. (2006) Mina do Lousal (Faixa Piritosa Ibérica). Livro Guia Excursão C.4.1, VII Cong. Nac. Geologia, Estremoz, Un. Évora, Portugal, pp. 23-25.

A Mina do Lousal foi explorada entre 1900 e 1988 fundamentalmente para pirites, desenvolvendo-se os trabalhos mineiros desde a superfície até cerca de 500m de profundidade (Poço nº1). A companhia Mines et Industries S.A. (Grupo SAPEC) foi o último concessionário da mina tendo aqui laborado desde 1936. O jazigo foi descoberto em 1882 por António Manuel, que terá identificado o chapéu de ferro das massas Sul e Extremo Sul situado na margem esquerda da ribeira de Corona. Os chapéus de ferro e as zonas de enriquecimento supergénico das massas Oeste, Central, Sul e Extremo Sul, indicadas de NW para SE, foram explorados até à década de vinte essencialmente para cobre. No ano de 1928 a SAPEC inicia a produção de superfosfatos na sua unidade fabril do Barreiro. Desde essa época esta empresa e também a CUF foram o principal destino das pirites do Lousal. O método de exploração do jazigo baseava-se em cortes horizontais ascendentes com posterior enchimento, sendo as frentes mineiras contínuas e a sua progressão do tipo degrau invertido simples. O enchimento das galerias era efectuado com escombros extraídos em pedreiras situadas na actual corta da mina, utilizando-se na sua movimentação chaminés de entulhos. O minério extraído era sujeito a escolha manual, trituração, granulação e crivagem na oficina de tratamento e, posteriormente, transportado por ferrovia. Durante a década de 60 e início dos anos 70 a produção anual foi de 230000 a 250000t, tendo o minério cerca de 45% de S e 0,7% de Cu. A pirite, predominante no Lousal, é acompanhada de calcopirite, galena, esfalerite, pirrotite, marcassite, bournonite, tetraedrite, cobaltite, saflorite e ouro nativo. Com cerca de 50Mt de sulfuretos o centro mineiro do Lousal inclui cerca de 18 massas de pirite correspondentes a dois horizontes principais de sulfuretos maciços com atitude geral N45ºW, 80ºSW, indicados de NW para SE: Grupo Ocidental: massas Oeste, Sul e Extremo Sul (corpos mais superficiais); Grupo Oriental (principal): massas Miguel e Central (corpos mais superficiais), António, Norte - Leste, Norte, Fernando, José (a mais possante com 40m de espessura) e José Sul (corpos mais profundos). A área mineira do Lousal apresenta forte complexidade estrutural acentuada por desligamentos tardios verticais N5ºE, com componente normal direita e abatimento do bloco oeste, representados pelas falhas de Corona e Poço Miguel. Os dois horizontes de sulfuretos, em cima indicados, dispõem-se nos flancos de uma antiforma cujo núcleo é ocupado pela Fm. de Corona (Gr. Filito-Quartzítico, Fameniano sup. – Estruniano). Continues below for two more entries:

The main headgear seen from the open pit(Mina do Lousal)

Additional Images Additional Images

The main headgear seen from the open pit The main headgear seen from the open pit

Acid Mine Drainage in the waters of the open pit Acid Mine Drainage in the waters of the open pit

Purple shales common in the Iberian Pyrite Belt Purple shales common in the Iberian Pyrite Belt

Old engine Old engine

Picking through the pyrite ore Picking through the pyrite ore

The open pit and the old mine houses The open pit and the old mine houses

The money people The money people

The station area where the ore was loaded on The station area where the ore was loaded on

The old railway line The old railway line

AMD AMD

AMD and ripple marks AMD and ripple marks

What it was all about: FeS2 - PYRITE What it was all about: FeS2 - PYRITE

Dumps and workshops Dumps and workshops

By hook or by crook By hook or by crook

The old power station The old power station

Tiles Tiles

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