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Sunday, August 21, 2011Faro, Portugal

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Corajoso não é o louco que apregoa não recear nada e se aventura imprudentemente no desconhecido. Corajoso é aquele que possui a noção do perigo que se apresenta à sua frente, uma ameaça à sua existência, e ainda assim decide encontrar soluções e força para o ultrapassar – Este foi o meu desafio, esta a nossa aventura:

No primeiro momento que saí do carro para observar com atenção ao que me iria submeter, a primeira frase que disse para os meus acompanhantes, Alieri e Golfinha, terá sido:

“Isto vai ser mesmo muito tramado…”

A vontade era muita e não tardou em fazermo-nos ao caminho pelo trilho existente no lado esquerdo do estacionamento tendo ficado a Golfinha no carro a dar suporte moral e de confiança – não vá o diabo passarmos a perna e a coisa complicar.

Logo nos primeiros metros vemos a primeira dificuldade: uma corda presa na rocha como quem diz segurem-se aqui e a sensação antecipada de queda no vazio mas uma observação mais próxima e atenta rapidamente revelaria que apenas se tratava dum obstáculo mais manhoso mas executável sem esforço maior, apenas seria necessário cuidado e atenção.

Estes são as palavras de ordem para se concretizar este desafio: Cuidado e Muita Atenção.
Cada passo e progressão deverá ser ponderada sempre sem baixar as guardas ou o resultado poderá ser mesmo um grande JERÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓNIMOOOOOOOOOOOOO.

Ultrapassada a curva da corda (temos de dar nome às coisas) surge o primeiro trilho em escarpa com a largura de pouco mais de dois pés lado a lado e logo no final deste a primeira grande descida numa crista que transmite a desagradável sensação de piso pouco estável e “escorregadio”. Sabendo que o meu grande problema são as quedas vindas deste tipo de piso, não hesitei em descer o centro de gravidade e vencer a crista com mais um ponto de apoio para além dos pés e mãos o que acabou por dar uma agradável sensação de confiança.

Conforme progredíamos, o vento alternava entre ligeiras brisas refrescantes e fortes rajadas que pareciam nos querer derrubar crista abaixo e só mesmo junto ao cruzamento com o trilho que dá acesso à cache vizinha, a tal do ninho da gaivota (por acaso até vimos um ninho de gaivota mas este era móvel – a natureza é uma coisa tão linda ) é que os níveis de adrenalina desceram um pouco e respiramos com mais segurança.

Do cruzamento para a frente, o trilho é mais aberto e o esforço psicológico menor pelo que se pode levantar um pouco (não muito) as guardas, fazer umas belas fotografias e apreciar bem o local que é divinal não se ficando apenas pela paisagem distante mas observando com atenção as coisas que estão mais próximas. Vencido este troço e chegando ao final do trilho chega aquele que entendemos ser a parte mais complicada do desafio, aquilo que levará muita gente a experimentar o desejo de querer desistir – a subida final.

(continua...)

Vista para sul

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