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Sunday, November 30, 2014Portalegre, Portugal

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Parte 3 de 4

Iniciámos seguidamente a subida, calmamente e sem pressas, até porque as recentes chuvadas tornaram o piso bastante mais escorregadio que o habitual. Ainda assim, devo confessar que achei a progressão bem mais fácil do que estava à espera, pois imaginava o terreno coberto de grandes e impenetráveis silvas, ao ponto de inicialmente termos ponderado trazer a catana para esta demanda. Ainda bem que não o fizemos.

A progressão Porta acima não teve dificuldades de maior. Á medida que íamos progredindo em zig-zag para facilitar os movimentos, o enquadramento cénico tornava-se cada vez maior em proporção com a nossa ansiedade que aumentava igualmente a cada passo. Por esta altura, as rapinas, outras sentinelas vigilantes aguardando nos penhascos, rodopiavam agora em longos círculos acima de nós como que adivinhando a invasão do seu território por outros seres que não elas. Infelizmente o contacto mais perto que tivemos com elas, foi quando achámos duas bonitas penas no chão mesmo à entrada da gruta. Mas tivemos sorte ao termos a felicidade de avistar um exemplar de cegonha-negra a atravessar a secção de rio entre as duas Portas. Fabuloso!

Foi magnífica a sensação de ter chegado a este ponto (gruta) e daqui apreciar toda esta beleza monumental das Portas do Ródão, cruzando o rio e subindo a montanha até aqui chegar. A gruta, como esperávamos apresentava-se sem qualquer animal nas imediações. Lá dentro somente uma cache para ser encontrada. E após um breve descanso, foi a isso mesmo que nos dedicámos. Procura acima, procura abaixo e nada de cache. O problema é que subir aquelas paredes, aparentemente muito fácil na época seca, era agora um verdadeiro desafio ao equilíbrio e uma roleta russa do cai/não cai, já que nelas havia agora pequenas cascatas resultado de alguma infiltração nas paredes e claro, graças à intensa precipitação que se fez sentir neste mês. A forma mais fácil de chegar foi mesmo enfiar-me numa das fendas da extremidade da parede e ir rastejando parede acima ao longo da mesma até ao patamar seguinte. E foi aí que demos com a cache! Belíssimo!

Estava cumprida a missão. Era agora a altura de regressar, descer toda a encosta até ao nível da água e daqui partir para VVR com a canoa que deixáramos “estacionada” na margem. A descida decorreu sem qualquer problema, tal como a viagem de regresso à povoação. Para trás foi ficando este cenário idílico que nos fez viver momentos inesquecíveis em mais uma bela aventura de geocaching. Não é a cache em si a mais-valia, mas ao invés os momentos que esta proporciona até chegarmos a ela. Esses certamente não esqueceremos das nossas memórias.

Agradecemos ao Manel por esta cache. As suas caches são sempre sinónimo de grandes, deliciosos e inesquecíveis fins-de-semana de aventura. Já o foi com outras tantas caches (Em Busca da Nascentes do Sado / Rota do Contrabando / Os Calvários / Linha do Douro) e agora voltou a ser a mesma coisa! Muito bom! São estas as caches que nos fazem “rejuvenescer” para o geocaching e fazer acreditar que afinal nem tudo vai mal nesta actividade. Muito obrigado.

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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