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Monday, September 8, 2008Lisboa, Portugal

São resmas, ou mesmo paletes de caches plantadas em tudo o que é lugar. Todos os dias pulam como cogumelos. E não é que quando deitámos a moeda ao ar para escolher uma para hoje, nos saiu esta trampa de cache na rifa. O nome até era sugestivo.

Esta cache é do pior que já vimos. Não tem ponta por onde se pegue. Para começar, perdemo-nos no caminho, pois as coordenadas estão um nojo, e os satélites recusavam-se a dar-nos as respectivas direcções. O ponto inicial, ou o raio que o parta, está deslocado para aí uns mil metros. A muito custo, e depois de cada um dos elementos do grupo vomitar umas cinco vezes, tal era o cheiro pestilento do local, lá apareceu a primeira com as coordenadas do segundo ponto.
Tivemos que utilizar o "Manual Prático do Tradutor de Hieróglifos" para perceber os rabiscos aí inscritos. E fazer algumas multiplicações por 60. Aqui, mesmo no meio de uma poça de lama fétida e sobre os restos podres de animais em decomposição, foi necessário utilizar as técnicas de análise espectrográfica para recuperação de textos antigos de velhos palimpsestos, para conseguir ler as coordenadas do ponto final. E fazer algumas divisões por 60. O local da cache final, de aspecto repugnante, com lixo, entulho, escombros, ferros retorcidos, cadáveres de animais, dejectos, alguns já em fase de coprólito (excremento fossilizado), e insectos Mosca-varejeira ambundantes, não é absolutamente nada do que se espera encontrar no Geocaching. Tudo aquilo parece a confluência de uma ETAR com uma estrumeira, regadas com o melhor que há em termos de esgoto a céu aberto, salpicadas com sucata da mais corroída. Não deve faltar muito que a Quercus ou o Greenpeace façam algo. Como é possível que aprovem caches num meio desta esterqueira toda. Já para não falar do próprio container, se é que se pode chamar a uma lata ferrugenta com uma casca de melão dentro. A única opção... Esquecer o assunto e fugir dali rapidamente.
Deviamos ter desconfiado logo pela página que diga-se de passagem, está uma trampa com aquelas traduções manhosas em aramaico ou lá o que é. Tudo pró bochecho... Querem mostrar trabalho e depois é uma confusão pegada. E como se não chegasse, só para brilharem, criam multis. Deve ser para um tipo mijar num lado e vomitar depois no outro.

Nem sabemos bem por que estamos a escrever isto, pois vai-se a ver e o Owner está-se a borrifar pró assunto. Nem lêem os logs, sempre muito ocupadinhos... ou então porque acham os logs fraquinhos. 
Fica já aqui escrito caso este log seja retirado colocaremos uma providência cautelar sobre qualquer tomada de posição (deitado, sentado ou de pé) levada a efeito.

Prevemos que o owner vai questionar: “Então porque logaram?” Logámos pois sempre é mais um numerozinho na caderneta (atingindo os quinhentos) disseram que a Irmandade oferecia uma viagem não sabemos ainda o local, pelo sim, pelo não, há que ter a esperança de isso um dia acontecer.

Se o owner estiver à espera dos obrigados da praxe, fique sentado pois eles não vão surgir.

As nossas propostas passam por:

Acções de formação para quem coloca caches e as apanha;

Realização de sessões de brainstorming e de coaching (fica sempre bem colocar estes termos em inglês);

Criação de um tópico no fórum “Caches sem interesse” para os geocachers poderem saber ao que vão e não irem lá em vão. Vão… , Vão…. e verão o tesourinho deprimente que esta cache é concretamente.

Exigimos que se ponha cobro a isto e Needs Archived a porcaria desta cache. Corvos
309AZ200809081430

infoA multi-cache ("multiple") involves two or more locations, the final location being a physical container. There are many variations, but most multi-caches have a hint to find the second cache, and the second cache has hints to the third, and so on. An offset cache (where you go to a location and get hints to the actual cache) is considered a multi-cache.
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