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Saturday, March 31, 2012Viana do Castelo, Portugal

7ª da tarde e cache 200
E pelos vistos fizemos o mesmo que os anteriores visitantes...
O Vasco olhou para o raio da seta, que mente descaradamente, ou melhor dizendo, não mente, apenas tem aquela mania do "a direito... a tal malfadada distãncia planimétrica" que não tem nada a ver com a porra de terreno e pimba..lá vão os incautos e inocentes para o meio de coisa nenhuma a não ser de calhaus, pedras rolantes, árvores queimadas, galhos quebrados, buracos de defuntas raizes de pinheiros ardidas, espécies de muros, descidas abruptas, subidas do caraças, rochedos gigantescos, galhos que parecem chicotes... e o raio
Passam-nos coisas pela cabeça que saem em voz alta e outras que nem dizemos e ficam em pensamento - raios e coriscos, caveiras, tibias cruzadas, e perónios e fémures o esqueleto completo.
Antes de terem a ideia peregrina de irem directos e fiadinhos nos gps, do predador para esta, párem e pensem...deve haver, há com toda a certeza um caminho mellhor e mais fácil. Até porque do predador para esta não há caminho nenhum, népias, nada de nada a não ser obstáculos e uma distância que nem ao predador morto ou vivo lembraria.
Chega-se a um ponto que nem se sabe onde se está, não se avista stª Luzia, não se vê o vale de Perre e só se vêem e se sentem galhos mortos, calhaus , rochas, restos carbonizados de árvores a que nos agarramos para subir de descer, e agarramos-nos com as mãos os pés e tudo o que temos...só faltou com os dentes...mas faltou pouco.
Por fim - ou melhor por meio, que ainda faltava sair dali em direcção sabe Deus onde - lá se encontra a casa do predador do predador. Mas vimo_nos literalmente negros para lá chegar essa é a verdade...Logamos e depois toca a olhar em volta a ver como sair daquele fim do mundo. Só digo, Perre é grande pra caraças e há muito monte por aquelas bandas é que nem se lhe vê o fim... e sede tinhamos muita sede....
Mas lá prosseguimos com o sobe e desce, escorrega, agarra, mais um tropeção, mais um arranhão. mais um pedaço de carvão na roupa, mais um ramo para agarrar, um rochedo para trepar, outro para contornar, mais uma chicotada de giestas, outra dum ramo que nem vi e quase me decapitou ( tenho a marca no pescoço como prova) e o raio do galho como achou pouco quase me decapitar saltou do meu pescoço para a cabeça da Eduarda. Chegamos a um ponto em que já nos riamos á garagalhada a imaginar quem chamariamos para nos resgatar, ou como fariamos para passar ali a noite. mas por fim fomos ter a um caminho que fica a caminho do predador e que devia ser o caminho correcto.
Para ser a cache 200 esta foi suada...
o aspecto porco e desalinhado e desgrenhado que tinhamos ao sair do meio do matagal devia ser lindo de se ver, mas só queriamos um café para comprar água e uma banheira...
Obrigada pela cache, embora nunca mais ponha lá os pés...

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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