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Saturday, July 5, 2014Viana do Castelo, Portugal

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(Parte 04/14)

Sem mais demoras apanhámos o trilho que serpenteia ao longo da encosta sempre junto à albufeira do Alto-Lindoso e que nos haveria de levar à Várzea. Tinha visto previamente na carta militar que esta distância não era tão pequena quanto isso. Com efeito, após uma hora e meia – por volta das 20h, chegámos finalmente a esta pequena aldeia depois um trilho bem agradável ao final de tarde, sem dúvida a melhor altura para caminhar depois de um dia de calor. Por incrível que pareça, não foi nada fácil entrar na vila, já que a parte final do trilho estava literalmente inundada devido à cota (bem alta) do nível da água. Tivemos pois de improvisar e subir encosta acima até irmos ter a um terreno cultivado. Logo de imediato ouvimos uns gritos de um local que estava à janela a indicar-nos por onde devíamos prosseguir para (finalmente) chegarmos ao alcatrão da aldeia.

A chegada à Várzea coincidiu com o pôr-do-sol e ainda faltavam alguns quilómetros até à aldeia de Parada onde haveríamos de passar a noite. Mas ainda haveríamos de passar por uma dura provação: caminhar esta última jornada sob estrada asfaltada, o que literalmente acabou por ser um martírio para os joelhos. Agora sim, o cansaço acumulado já começava a fazer mossa e a obrigar-nos a paragens mais frequentes. Pelo caminho fomos deixando a aldeia para trás até cair finalmente a noite. Quando a escuridão já era alguma passámos ao modo dos frontais que pontualmente iluminavam o nosso caminho. Agora em cada curva esperávamos a todo o momento poder finalmente avistar o paredão do Alto Lindoso, o que só veio a acontecer quase 2 horas depois de sairmos da Várzea. Paragem para a última contagem do dia (as contas ficaram para o dia seguinte) antes de enfrentar a derradeira e acentuada subida de alcatrão até à aldeia de Parada. Neste último troço senti claramente que as forças de alguns elementos do grupo estavam claramente a esgotar-se, pelo que as paragens de descanso eram agora mais frequentes. Só pensava se todos nós acordaríamos no dia seguinte com forças redobradas para a segunda etapa do passeio, entre Parada e Portela do Homem, tendo pelo meio a expectavelmente dura subida da serra Amarela.

Foi com grande cansaço e muita satisfação quando por volta das 23h – quase dezasseis horas depois de termos deixado Castro Laboreiro – chegámos finalmente ao nosso alojamento na aldeia de Parada. Seriam um bom banho, um jantar retemperador e uma boa noite de sono, suficientes para nos colocar novamente, no dia seguinte, na rota das grandes caminhadas? Confesso que agora não pensávamos muito nisso, descontraidamente deixámos os acontecimentos seguir o seu caminho…

Dia 2 (03/Maio/2014): Parada – Portela do Homem (23,6 km)

A alvorada foi às 9h30, bastante mais tarde que no dia anterior em que há três horas já andávamos a palmilhar os montes. Mas os nossos corpos estavam mesmo a precisar de um descanso mais prolongado depois de uma estirada algo violenta como a de ontem. Sem dúvida que para isso muito contribuíram a complexa passagem das misturas, e sobretudo os quilómetros no alcatrão. Agora neste dia não havia nada disso, mas tão “somente” 2 desafios: a enorme subida da serra amarela e a passagem consequente para o outro lado do vale que nos levaria à Portela do Homem. Foi um pequeno-almoço reforçado que tomámos para fazer face a este primeiro desafio, mas não sem antes primeiro fazer tratamento às bolhas nos pés que alguns ganharam do dia anterior. As mazelas tinham sido atenuadas/curadas e novamente estava em alta o moral do grupo, pronto para mais uma aventura.

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