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Found it vsergios found Nunca percas o Norte!!

Tuesday, June 10, 2008Setúbal, Portugal

Eu realmente não sei bem o que escrever aqui no Log que possa transmitir a emoção e a felicidade que esta aventura me proporcionou.
Seria impensável não acompanhar o Bruno neste seu grande feito, não pelos números, mas porque estas marcas nos mostram que se pode fazer geocaching já há alguns anos e continuar a fazê-lo com muito gosto, muito entusiasmo, muita alegria, muita brincadeira, sem descurar o sentido crítico apuradíssimo, sempre no sentido construtivo, para a evolução de um geocaching cada vez mais melhor bom. Eu sei que assim o é porque felizmente tenho compartilhado a maioria das minhas buscas com este menino. Inclusive a primeiríssima.
Era numa cache deste calibre que eu gostava de também comemorar os meus mil founds. Ricardo, por favor, pondera uma Nunca Percas O Sul, que bem pode ser lá mais para norte, não interessa.
A expectativa era grande desde há largas semanas. Estava ansioso. Estava reticente e preocupado quanto às dificuldades que a cache me podiam trazer: Orientação; BTT com uma Esmaltina; Subidas lixadas em terreno lixado; Falta de Jeito para estas coisas todas... Mas a safa é que eu sabia que não o iria fazer sozinho. Iria bem acompanhado. Havíamos de nos safar.
Mas uma coisa era certa, e tal como havia anunciado numas notes atrás: Não o iria fazer com roupa larilas. Ai isso é que não!
Chegou o dia. Estava afinal confiante! A boa disposição habitual entre a malta assim o permitia.
Mais confiante fiquei quando chegaram dois experts na matéria. Um expert em BTT, em mecânica de bicicletas, em companheirismo e principalmente em subidas, o RaiderPT. Outro em orientação naqueles mapas coloridos, em comer morcela e andar a pé, o Malcata.
A aventura começou bem e a serra mostrava-se promissora, com muitas sombras de chaparros e caminhos jeitozinhos. Mas ainda antes do primeiro ponto chegar deparámo-nos com as primeiras dificuldades próprias de gajos não habituados a estas andanças. Tanto fisicamente, como habilmente, como a nível das pasteleiras do Hipermercado.
Deve ter sido na primeira grande descida, depois do Costa vomitar e do Bringer ter feito uma valente Mula, que, depois de andar uns metros com a bicla às costas e de finalmente me montar nela e amandar-me sem medos lá para baixo, que devo ter feito esta nódoa negra com sangue pisado que tenho aqui junto à virilha... uns cms ao lado do meu abono de família. E foi depois dessa radical descida que, e talvez devido ao efeito mágico daquele cogumelo, a bicicleta ficou presa. Não andava. Não sabia porquê. Era magia. Forcei e nada. Devia ser mesmo magia. Não espera: eram os dentes das rodas pedaleiras cravados na minha perna. Ainda não sarou completamente e já lá vai uma semana.

(Continua no log abaixo... epá, isto nunca me tinha acontecido, desculpem lá a lenga-lenga)...

Era este gajo que estava magicar o percurso

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Era este gajo que estava magicar o percurso Era este gajo que estava magicar o percurso

Outra paragem na BOX, do Bringer. Outra paragem na BOX, do Bringer.

Paragem na BOX. Oh Costa, aprende! Paragem na BOX. Oh Costa, aprende!

Õ Bringer já queria era ir a pé. Ainda no início Õ Bringer já queria era ir a pé. Ainda no início

infoA multi-cache ("multiple") involves two or more locations, the final location being a physical container. There are many variations, but most multi-caches have a hint to find the second cache, and the second cache has hints to the third, and so on. An offset cache (where you go to a location and get hints to the actual cache) is considered a multi-cache.
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