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Found it btt found Fenda da Calcedónia

Saturday, March 5, 2011Braga, Portugal

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Desde há semanas que andamos a digerir esta cache antecipando a sua descoberta, com múltiplos emails trocados entre o grupo que se propôs a fazer uma série de míticas caches na zona do Gerês. Claro está que o entusiasmo era grande mas as expectativas foram superadas e é, sem dúvida, uma das melhores que já fizemos.
Esta é uma daquelas caches que ficam para sempre na memória e que revelam o mais puro espírito de aventura que está subjacente ao geocaching, felizmente feito excelente companhia.
Depois da insuperável Raiders of the Lost cache e de uma tentativa gorada de ir aos “contrabandistas”, rumámos a esta que se mostrou de difícil acesso, apesar dos cicerones. Já com a tarde a cair todos estávamos a pensar que teríamos de desistir.
Providencialmente um pastor que por nós tinha passado em passo apressado acabou por se aproximar e nos guiar até ao início da fenda.
Pelo caminho acabou por contar a história da fenda e a desventura que ali o trazia, que era nem mais nem menos que a perda nas serranias, desde há dias, das suas nove vacas.
Quis a fortuna que no dia seguinte lhe pudéssemos agradecer, bem longe dali, quando fomos procurar a cache <a href="http://www.geocaching.com/seek/log.aspx?LUID=21919333-9238-49e4-bbda-509fee0420ad">Silha dos Ursos</a> e o reencontrámos, pois pudemos contar-lhe onde as ditas vacas andavam já que até fotografias lhes tínhamos tirado. Outras histórias nos contou no reencontro do dia seguinte, que tive a oportunidade de “sacar” em amena conversa (ver log link), pois tinha sido contrabandista – delicioso.
Mas as fotografias que não nos cansamos de ver recordam-nos a aventura da escalada por entre dois gigantescos pedregulhos, afastados de pouco centímetros onde uma barriga mais generosa teria de se comprimir fazendo os ácidos subir à boca, subindo “degraus” de metro e meio ali “colocados” expressamente para subir as estrelas de dificuldade da cache. Foi fulcral o espírito de entreajuda ora puxando ora empurrando rabos, mãos e pés, por ali acima, cada um superando-se a si mesmo.
A chegada ao topo foi de uma alegria indescritível e saudada “sui geniris”, de forma entusiástica.
Depois disso o percurso foi também formidável, merecendo um importante destaque a Ana (BTT) por se superar de forma repetida no controlo das vertigens, com ajuda indispensável de todos os que nos acompanharam.
Gostaríamos de ter ficado mais um pouco mas a chuva ameaçou com uns pingos e retirámos antes do anoitecer. No entanto a grandiosidade da estrutura rochosa e o panorama são simplesmente avassaladores.
TFTFonemenalC

de barriga entalada

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