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Write note pcardoso posted a note for GeoTrail Montanhas Mágicas [Drave]

Saturday, June 13, 2015Aveiro, Portugal

Apresentações feitas e antes de acabar esta etapa que terminaria em Drave, o Merlin022 ainda stressou ao ver que um grupo que vinha de Póvoa das Leiras por sugestão dele ainda não tinha chegado. “Eu disse-lhes que era sempre a descer!”. Como a meteorologia não ajudava, tivemos de seguir, uns poucos a correr mas a maioria a andar calmamente. A vista da aldeia “abandonada”, encaixada no vale e com a ribeira a passar-lhe aos pés, é realmente impressionante. Agora a ser recuperada pelos escuteiros ainda conserva a maioria dos edifícios em estado de degradação, mas o encanto não cessou com o abandono. A caminho ainda houve tempo de passar <a href=http://coord.info/GC1VWE2> Entre Vales </a> e finalmente chegámos à <a href=http://coord.info/GC1W2Z3> Aldeia Mágica</a>.<p><p>

Houve que esperar um bom bocado até que o grupo chegasse na totalidade, altura em que, devido à chuva persistente, tivemos de nos abrigar na cave de uma casa a repôr energias e assinar o logbook. Não cabia mais ninguém naquele espaço apertado, mas finalmente lá chegou o grupo perdido mas sempre bem disposto para alívio do Merlin022. Depois do almoço, e quando já parte do grupo tinha abandonado a aldeia para regressar a Regoufe, ainda houve tempo para tirar a foto do evento, tudo sentado na “mesa dos apóstolos”.<p>

Depois do evento oficial havia o regresso, o que significava entre 4 e 15kms dependendo do percurso escolhido. A maioria do pessoal tinha a primeira opção, mas o grupo inicial de 4 mais o pessoal que veio da Póvoa das Leiras seguiria por um caminho bem mais difícil mas infinitamente mais interessante. Primeiro na Ribeira de Drave, com piscinas azuis e pequenas cascatas a sucederem-se umas às outras, o rio a desaparecer por baixo de terra ocasionalmente, as rochas desgastadas pela água a formarem padrões lindíssimos, belíssimo trilho! Depois, quando esta ribeira se junta ao Paivô a coisa fica mais difícil, requerendo muita habilidade para saltar de pedra em pedra, passar entre margens à procura do melhor caminho e mesmo molhar o calçado. O ninigt, sempre pronto para ir em frente, quase tinha de nadar em determinado ponto. Felizmente descobriu-se uma alternativa pela encosta. No fim do percurso pelo rio ainda houve tempo de recordar <a href=http://coord.info/GC3B8EM> Histórias e Memórias</a>. Era pouco à frente que começava a temida “Garra”, uma subida implacável de uns 400m verticais. O grupo fragmentou-se de acordo com a disponibilidade física, mas todos chegaram a bom porto ao topo da subida, onde o vento se fazia sentir.<p>

Nesta altura, e com o fim do dia a chegar (seriam umas 5 da tarde), eu e o Valente Cruz tinhamos de acelerar para chegar a Rio de Frades ainda com luz. Despedimo-nos do resto do pessoal e foi em passo acelerado que fizemos o famoso trilho Inca, um percurso em lajedo na vertente do monte. O António contava-me por onde ia o UTSF, por mais uma subida implacável denominada de “A Besta” (pergunto-me porquê) seguida de uma descida íngreme que requer saltar de pedra em pedra e mais uma passagem pelo rio. Se estes 29kms foram duros, os 65 do UTSF devem ser qualquer coisa de desumano. Fiquei de pensar na possibilidade de o fazer um dia :) Candal e Cabreiros passaram num instante e em pouco tempo estávamos a percorrer o trilho do Carteiro. Aparentemente a volta pela estrada era tão longa que o carteiro antigamente (ou hoje?) deixava a mota em Cabreiros e ia entregar as cartas a Rio de Frades a pé, demorava menos. Nesta altura já conversávamos sobre ciência, quando descobri que até nem estávamos muito longe nos nossos interesses de trabalho.

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