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Found it global trekkers found Os Calvários

Saturday, April 9, 2011Beja, Portugal

#2000

(1/3)

Sábado de aventuras no Baixo Guadiana com o Pedro Marques. Depois de durante a semana avançar com algumas sugestões, e tendo chegado a meia dezena de candidatas, esta acabou por ser a cache escolhida por ambos para comemorar a nossa vigésima centésima cache.
A estação-base foi obviamente a vila de Mértola que já conhecíamos de outros passeios. Chegados na 6ªf à noite, logo se preparou as coisas para na manhã seguinte abalarmos para a fronteira. A expectativa era muito, não fosse esta uma cache de caminhadas que se desenvolve em cenários poucos habituais. A própria página da cache também nos prendeu a atenção. Estas histórias de contrabandistas mexem mesmo connosco; prova disso são as aventuras em que estivemos envolvidos na serra Amarela, aquando da procura da cache “Contrabandistas”, provavelmente no nosso lote das 10 melhores de sempre; outra cache que aborda este tema e que recentemente encontrámos (Nov. 2010), foi precisamente outra deste owner, “A Rota do Contrabando”, esta agora no Rio Sever, que se desenvolve ao longo de paisagens fantásticas e que proporcionou uma das melhores caminhadas no Alto Alentejo. Eis-nos pois agora no Baixo Alentejo, envolvidos numa outra rota de contrabando.
Com o Sábado a amanhecer muito nublado, como tal com excelentes condições para a caminhada, prontamente nos fizemos ao caminho. As dificuldades começaram logo cedo aquando da abordagem ao local de estacionamento: o gps indicava-nos um desvio para dentro de uma quinta mas que não levava a lado nenhum. Após alguns minutos de procura, lá encontrámos o desvio para o “Carril”, este sim, que nos iria levar até ao rio e onde a chegada nos presenteou com uma bela paisagem. No local apenas 2 ou 3 pescadores a tentar a sua sorte. Como era cedo, 9h30, decidimos deixar as mochilas no carro e partir à aventura, para depois então no final, ficarmos por ali a comer em jeito de comemoração. Ainda iríamos penar um bom bocado como mais à frente se verá..
A chegada ao ponto inicial foi relativamente rápida e ofereceu-nos uma vista fantástica do rio. O rio corria bastante bem (um bom Inverno no Alentejo segundo consta) e após ver que ali perto havia um potencial ponto de travessia para situações de caudal elevado, logo pressenti problemas, pois a quantidade de água não era assim tão pouca. Encontrada a primeira cache, eis que além das coordenadas para o ponto seguinte, qual a nossa surpresa quando igualmente no seu interior estava uma GC!! Será que alguém pensou que esta se tratava de uma cache tradicional? Enfim, toca de carregar o gps e prosseguir para o ponto 2, a pouco menos de 700m.
Eis pois a primeira contrariedade: uma vez que o ponto 2 era do outro lado do rio, havia que atravessá-lo. Foi então que as nossas suspeitas encontraram fundamento pois no local de potencial travessia não havia forma de atravessar, só mesmo água a correr. Estando habituado a trabalhar em rios, prontamente me despi para o atravessar com a Cândida e o Pedro na margem a ver no que a coisa dava. Atravessei o rio para a outra margem com uma profundidade máxima de 1m. Aí explorei um pouco o terreno e como não vi pontos de passagem mais próximos decidi voltar à outra margem. Como a vontade deles não era passar por esta original experiência, decidimos retornar ao ponto inicial e perguntar aos pescadores um ponto de passagem mais acessível.

(continua)

infoA multi-cache ("multiple") involves two or more locations, the final location being a physical container. There are many variations, but most multi-caches have a hint to find the second cache, and the second cache has hints to the third, and so on. An offset cache (where you go to a location and get hints to the actual cache) is considered a multi-cache.
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