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Friday, July 4, 2008Guarda, Portugal

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Chegado ao primeiro ponto e recolhida a informação necessária para encontrar o segundo foi altura de testar o terreno e tentar encontrar o melhor ritmo de caminhada, a primeira hora decorreu a bom ritmo uma vez que a linha nesta primeira parte apresenta-se quase limpa e rapidamente cheguei à estação do Côa onde fiz a primeira paragem para manutenção, uma refeição ligeira à laia de almoço e troca de meias por umas secas, reconfortado no estômago e nos pés o passeio prosseguiu a um ritmo mais calmo porque as dificuldades aumentavam (ligeiramente) mas também porque a paisagem convidava cada vez mais à contemplação tendo por banda sonora unicamente os ruídos da natureza, nenhum ruído feito pelo homem atingiu o fundo do vale durante toda a tarde.
O resto da busca decorreu sem sobressaltos aproveitando cada ponto para fazer um intervalo para manutenção e dupla e por vezes tripla verificação dos cálculos numa cache deste tipo não há lugar para erros e se bem que um DNF não seria o fim do mundo mas um found é a cereja no topo do grande bolo que é o passeio e assim por volta das 18:30 estava a colocar o meu nome no log book e era altura para mais um lanche, foi também por aqui que terminou o meu stock de água, nada de preocupante porque o beeline mostrava Barca de Alva a cerca de 4km, mas com as curvas do rio a distancia aumentou para perto do dobro e mesmo com o fim dia a ideia de não ter água começava a fazer-me sede e como quem deseja sempre alcança, perto de (N 41 01.7362, W 006 57.3475) encontrei um fontanário com uma torneira, quando me aproximei verifique que a torneira estava estragada mas mesmo assim o tanque estava cheio, reparei que ao lado estava um depósito coberto com uma bomba que aparentemente abastecia a casa no cimo do monte e na lateral tinha uma saída de descarga de nível imediatamente foi feita a análise da água: visualmente (tinha bom aspecto). Olfactivamente (não apresentava odores estranho). Por ultimo o paladar (estava fresca e soube deliciosamente bem) e mais importante que tudo, a cobaia não desenvolveu qualquer reacção adversa.
Já com o final do passei à vista não valia a pena abastecer-me para mais tarde, mas mesmo assim só cheguei a Barca de Alva às 20:30 uma vez que nesta parte final o mato chega a esconder a totalidade da via.
Não tinha banda nem o presidente da Junta me ofereceu a chave de Barca de Alva à chegada (só uma porque aquilo é mesmo pequeno) mas a pensão ali ao lado e o banho que se seguiu soube melhor que qualquer comissão de boas vindas. Depois do jantar, regado com mais 1,5L de água, foi altura de passear pela a aldeia para ajudar a digestão e como o dia já ia longo em tempo e distancia foi chegada a hora de procurar descanso porque o dia seguinte prometia.

In Dado, porta chaves + TB
Out Bolsa + GC
E claro TFE (Thanks for Everything)

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