View Geocache Log

Found it global trekkers found Valley of Darkness [Gerês]

Saturday, July 28, 2012Vila Real, Portugal

It looks like your log contains HTML or UBB formatting. We now use Markdown formatting because it works on both web and mobile. Would you like to convert your log?

Success! To keep these changes, hit “Submit Log Entry” at the bottom of the page.

Hmm. Some of your log formatting is not supported. You might want to remove it and use Markdown formatting.

#2720

(1/3)

Grande aventura na serra do Gerês na companhia do Jorge!
Pois é: ainda há malucos que vão de propósito de Lisboa ao Gerês só para fazer uma cache: esta! Na verdade, toda esta aventura foi muito mais que uma cache: foi uma caminhada memorável nas mais altas montanhas do Gerês, no reino do silêncio e das paisagens arrebatadoras que nos fazem encontrar connosco mesmo e nos fazem elevar o espírito para patamares muito para além desta realidade mundana.
Tudo começou logo no dia em que esta cache foi publicada: a juntar às “masters” do PNPG, eis que surge uma nova cache que nos propunha (mais) uma grande caminhada pelos altos picos das montanhas do Gerês. Desde esse dia que a vontade de a procurar era muita, mas ora por não haver muito tempo disponível, ora por vivermos em Lisboa, ora por na altura da publicação já termos definidas as férias de verão noutros locais, a busca foi sendo adiada..até hoje! Com os 40 anos feitos na passada 5ªf, tinha de oferecer-me a mim próprio um presente de aniversário digno de ficar na memória, e nada pois como uma memorável caminhada num dos locais que mais gostamos de estar.
Feitos os preparativos para a aventura, partimos de Lisboa na 6ªf final da tarde rumo ao Porto, para casa dos nossos amigos Helena e Jorge, o últimos dos quais iria acompanhar-nos nesta demanda, ele que connosco já percorreu outras tantas inesquecíveis aventuras. Depois de uma bela refeição e de um curto concerto ao ar livre na casa da Música, foi altura de rever o equipamento/procedimentos finais antes do grande dia.
A manhã de Sábado acordou algo nublada e com uma óptima temperatura para caminhadas. Ás 7h30 deixámos a cidade invicta rumo à aldeia de Fafião onde finalmente chegámos por volta das 9h30. Estacionámos mesmo ao lado do campo de futebol, local já marcado por análise prévia em GE e após vestido o demais equipamento (botas montanha, mochila, comida/bebida,..) partimos à descoberta do desconhecido.
A primeira etapa foi chegar ao waypoint do início do trilho, que ainda distava uns 800m. Uma ou outra dúvida nos assaltou sobre qual o melhor caminho a seguir, pois por vezes o trilho desaparecia...mas nada que um pequeno corta-mato não resolvesse. A partir daí foi seguir a bússola até ao primeiro ponto da multi-cache, que pela análise das curvas de nível nos indicou que o caminho a seguir seria pelo flanco da montanha e não pelo rio. Sempre seguindo as mariolas, fomos apreciando o magnífico cenário de todo este belíssimo vale, em particular a grandiosidade da garganta de enormes paredes verticais lá mais à frente, e que não deixava de captar a nossa atenção. Uma pequena pausa para beber água e repor energias e eis-nos de volta ao caminho para enfrentar mais umas quantas subidas e descidas. Foi com satisfação que atingimos finalmente o primeiro ponto e ali nos detivemos a apreciar a paisagem..não sem antes encontrar a primeira cache :). E foi com espanto que após introduzirmos as coordenadas, verificámos que o ponto seguinte estava…a escassos 250m. Hummm..tão curta a distância é porque vem aí “coisa dura”, logo pensámos.
E foi de facto umas escassas dezenas de minutos até ao ponto seguinte. Aqui a paisagem mudou bastante, pois estávamos agora a descer a montanha até ao leito do rio, com a parte final a obrigar a alguns cuidados redobrados para se evitar algum entorse inesperado. Qual não foi o nosso espanto, quando no meio do nada, encontrámos uma pequena ponte – a ponte da Matança – que atravessava o rio. Que cenário idílico todo aquele rio de águas transparentes cercado por este vale encaixado, não de trevas, mas de uma luz muito intensa e persistente. Tempo ainda para observar um cardume de trutas – excelentes bio-indicadoras da qualidade da água – a partir da ponte, antes de nos dedicarmos à procura da segunda cache, que estaria a escassos metros na outra margem. Agora sim, iriam começar as dificuldades…

01_partida para o desconhecido

Additional Images Additional Images

01_partida para o desconhecido log image 01_partida para o desconhecido

02_o vale log image 02_o vale

03_rumo ao primeiro ponto log image 03_rumo ao primeiro ponto

04_curso do rio log image 04_curso do rio

05_sempre a subir log image 05_sempre a subir

06_uma pausa nas alturas log image 06_uma pausa nas alturas

07_na ponte da matanca log image 07_na ponte da matanca

08_novamente a subir log image 08_novamente a subir

09_reino do silencio log image 09_reino do silencio

10_pausa para descansar log image 10_pausa para descansar

11_estranhas formas log image 11_estranhas formas

12_no topo log image 12_no topo

13_no topo2 log image 13_no topo2

14_animais da montanha log image 14_animais da montanha

15_refresco log image 15_refresco

infoA multi-cache ("multiple") involves two or more locations, the final location being a physical container. There are many variations, but most multi-caches have a hint to find the second cache, and the second cache has hints to the third, and so on. An offset cache (where you go to a location and get hints to the actual cache) is considered a multi-cache.
Visit Another Listing:

Advertising with Us