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Found it CarlosAgnelo found Vista sobre o Covão do Teixo

Sunday, April 6, 2014Castelo Branco, Portugal

Hoje, domingo, dia de descanso para os católicos e dia da Procissão dos Passos algures lá em baixo na “Bela Florinda”, “Cova Juliana” ou "Covil da Lã", decidi fazer a minha peregrinação, única até ao momento, por estas bandas.

Lá ao “Kaabo” o objetivo. “Cubo” não era. “Nobre Cubo”, também não. “Baytu” muito menos! Tinha que ir eu.

E assim se fez. Não com o sentido dos peregrinos muçulmanos. Mas com o entusiasmo de ser a primeira vez que para esse lado me virava e dirigia.

Posto a descansar o cachemobile e reduzido ao mínimo o peso da mochila, aproximei-me, a “penantes”, da curva e eis-me, quase sem dar por ela, num relativamente extenso local de “lava-pés”. Melhor dizendo, de “lava- sandálias”: um espaço verde com as ervas bem cheiinhas de água. Não sei se da condensação da humidade noturna ou da chuva entretanto caída.

Cumprido o ritual, foi tempo de subir um pouco mais. Algures, no meio da surrealista paisagem, espreitavam uns “patos” como que indicando o caminho. Olhava para eles! Os pés iam-se purificando pela água fria que encharcava, agora totalmente, as "sandálias" deste peregrino. O resto do corpo, ou melhor, a roupa envolvente, ia-se conspurcando pela negritude dos tições das mortas giestas. Uma manifestação das sua almas parecendo clamar por mais respeito para com as suas descendentes que, teimosamente, se houver capacidade de regeneração, se implementarão daqui a mais uns tempos, escondendo as mariolas e o caminho a futuros visitantes que, como sucede agora a outros níveis, ou arranjam alternativas ou … se “aguentam”…

De súbito, no chão, pequenas pedras de quartzo branco, fumado e incolor. Vestígios da erosão natural e das explorações que outrora, na falta de acesso ao ouro e estanho dos aluviões do Zêzere - esses concessionados - , alguns “colecionadores” entenderam procurar e, alambazados com as mais belas e de maiores dimensões, deixaram ficar aqueles testemunhos do seu saque.

Algumas delas, recordei-me, poderiam servir para, à semelhança dos peregrinos acima lembrados, espantar o diabo nas redondezas da imaginária “Kaaba” quando, lá mais acima, andasse à sua volta.

Subi mais uns metros, abordei essa construção imaginária pelo este, indo colocar-me na parte inferior, mais ou menos a meio, olhando o Covão do Teixo, sem Teixo.O aparelho marcou o GZ mesmo ali ao lado. A experiência já me havia ditado que quando se encontra um muro, artificial ou natural, há sempre uma enorme dificuldade em se encontrar o pretendido. Pelo que, numa primeira fase havia que explorar pelos metros mais próximos. Nada! Completei então, quase a volta, lançando fora algumas das pedrinhas anteriormente recolhidas e rogando algumas pragas aquele diabo de azar!

Decidi-me pelos 2/3 metros mais a Sul. O aparelho fazia-me rodar, ali mesmo nas bordas do penhasco, apontando quase sempre para N, NE ou NW.

Toda a zona era escorregadia. A um dado momento desequilibrei-me e vi-me a fazer um mortal (em todos os sentidos) à retaguarda, com ou sem pirueta, com ou sem parafuso, simples ou duplo, mas de muito sérias consequências pessoais, se tivesse ocorrido. Contei até uns bons números à frente do zero, agradeci às pedrinhas lançadas para espantar coisas más e prossegui, repetindo procedimentos e técnicas.

Até que, a certa altura, pus a descansar o aparelho (Falta de treino, ou alguma falha na precisão das coordenadas?). Alarguei o raio de (da) pesquisa. Curiosamente, algo que já antes me havia chamado a atenção, voltou de novo a ser alvo dela. Era, para além da “kaaba”, a segunda descoberta a que me tinha proposto: o almejado tesouro. Ao fim de um bom par de “minutos”...

Pena é que, de Teixos só o nome. Creio bem que, mesmo antes do incêndio há pouco tempo ocorrido, não haveria tantos teixos quanto isso, no Covão de seu nome.

Ao fim e ao “Kaabo”, valeu muito bem a pena.

Por isso,

OPC

Lá! Ao "Kaabo"! "Baytu"? Não. Tenho de ir eu!...

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Lá! Ao "Kaabo"! "Baytu"? Não. Tenho de ir eu!... Lá! Ao "Kaabo"! "Baytu"? Não. Tenho de ir eu!...

Curral do Vento! Curral do Vento!

Cachemobile ao fundo; VarandaDosPastores encoberta Cachemobile ao fundo; VarandaDosPastores encoberta

Um apropriado tom de chocolate Um apropriado tom de chocolate

Covão do Teixo, sem Teixo Covão do Teixo, sem Teixo

Dragão da Estrela? Afinal não é só em Komodo! Dragão da Estrela? Afinal não é só em Komodo!

Foi próximo dali que ia caindo. Aquela mancha!... Foi próximo dali que ia caindo. Aquela mancha!...

Um certo ar de destruição... Um certo ar de destruição...

Formas 1 Formas 1

Formas 2 Formas 2

O último fogo fundiu a pedra? O último fogo fundiu a pedra?

Afinal a "kaaba" era uma miragem!... Afinal a "kaaba" era uma miragem!...

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
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