Skip to Content

View Geocache Log

Found it Bringer found Salty Pirate Island (Ilha do Rato, Lisbon/Montijo)

Saturday, April 5, 2008Setúbal, Portugal

(parte 1/2)

Como disse bem o Prodrive, tudo começou à uns meses atrás quando demos com o João dos Strangedays durante uma cachada no Forte da Baralha. Ao fim de muita conversa, ficou então combinado que um dia num futuro não muito distante viríamos fazer uma visitinha a esta cache. Esse dia foi hoje!

Tudo começou ontem quando recebi um SMS do Prodrive. Antes de o abrir franzi o sobrolho e pensei "Tu queres ver que é desta que o Gustavo me vem pedir helpdesk?" . Nada disso, a mensagem era sobre aquilo que eu tinha estado tanto tempo à espera: um convite para uma viagem à verdadeira ilha do tesouro! Aceitei sem hesitar e assim hoje armei-me até aos dentes para as condições mais adversas (embora estivesse sol) e corri para o cais de embarque combinado, que supostamente era junto ao Moinho de Maré do Montijo.

Cheguei lá praticamente ao cair da hora escolhida, arrumei a trouxa e saí da viatura exactamente ao mesmo tempo que dois companheiros de pirataria saiam de outra lá ao fundo. Cumprimentei o João Hulkman e o Gustavo Prodrive e seguimos mais para junto do local combinado.

Enquanto eu me entretinha a procurar o tesouro do moinho de maré, chegaram outros dois piratas de profissão armados com catanas, pernas de pau e pistolas de pólvora negra. Eram o BTRodrigues e o Baía Vieira, vindos de cada um dos lados do molhe.

O capitão Strangedays demorava a chegar e portanto aproveitámos para visitar o interior do moinho de maré. O Baía Vieira tentou fazer uma lavagem cerebral ao guarda do local, aliciando-o com o tesouro das redondezas, mas infelizmente o homem devia estar a usar daqueles capacetes de alumínio e não foi muito influenciado pelas hipnóticas ondas geocachianas.

Quando saímos do moinho, eu, o BT e o Baía estranhámos o facto dos nossos outros dois companheiros terem desaparecido misteriosamente. Foi então que o papagaio do Prodrive, vindo do nada, pousou no ombro do Bruno e ditou-nos umas coordenadas estranhas. Rapidamente consultando a nossa tosca cartografia desenhada num pedaço de escalpe, chegámos à conclusão que afinal o cais de embarque não era por ali, mas mais para os lados de Alhos Vedros.

Pegámos na carroça do Baía Vieira e a toda a velocidade rumámos para lá. Foi então que nos apercebemos que a mula do Basílio estava à beira do colapso, pois este tinha-se esquecido de a meter a pastar antes de vir ter connosco. Felizmente o pobre animal conseguiu resistir à fome e ao cansaço e galopando que nem um doido levou-nos ao local pretendido.

Nesta altura percebemos que a embarcação era pequena demais para tanto pirata junto e ficámos apeados em terra à espera da segunda levada. Aproveitei, então, para seguir o velho mapa de um tesouro das redondezas que já à muito tempo estava esquecido no baú. O BT e o Baía acompanharam-me, já que anteriormente tinham andado a fazer escavações naquele local.

O tal tesouro, apesar de bem disfarçado, foi descoberto num instante. Mesmo a tempo, pois o infame papagaio do Prodrive regressou para nos avisar que o nosso navio estava a chegar ao porto. Corremos para lá, mesmo a tempo de avistar as suas velas negras a ondular ao vento. Era o adjunto do capitão que vinha ao leme e em breve estávamos todos dentro da embarcação a caminho da tal ilha perdida no meio do Mar da Palha (esse conhecido antro de pirataria, feroz concorrente do Mar das Caraíbas).

[This entry was edited by Bringer on Wednesday, April 09, 2008 at 6:21:05 AM.]

infoThis is the original cache type consisting, at a bare minimum, a container and a log book. Normally you'll find a tupperware container, ammo box, or bucket filled with goodies, or smaller container ("micro cache") too small to contain items except for a log book. The coordinates listed on the traditional cache page is the exact location for the cache.
Visit Another Listing:

Advertising with Us

Return to the Top of the Page