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A vida de Paymogo esteve sempre ligada à ribeira do Chança desde
tempos imemoriais, tal como é atestado pelos moinhos de água podem
observar no local. Outrora usados para moagem de trigo e cevada
cultivadas nas cearas espanholas e portuguesas das proximidades.
Posteriormente, estes moinhos foram substituídos pelos mais
eficazes moinhos de vento, mas, no entanto, não há qualquer
vestígio deles no momento.
As características da identidade de Paymogo é, sem duvida,
totalmente influenciada pela presença da fronteira com Portugal. A
ilegalidade, outrora a sua união, juntamente com o contrabando dos
diferentes produtos, como o café ou farinha, era uma actividade
comercial altamente rentável na região.
Esta fronteira aproveita a presença do rio Chansa, e foi palco de
inúmeras histórias sobre contrabandistas. Em jeito de homenagem a
todos aqueles que passaram por estas águas carregados de produtos
que não podiam ser encontrado num e noutro lado da fronteira, damos
o nome a este caminho até à cache de caminho dos
contrabandistas.
Uma vez aqui presente, e, com alguma sorte, poderá conseguir
observar alguns animais selvagens como coelhos, lebres, predizes,
veados e javalis que a partir de meados de Fevereiro podem ter
algum descanso da perseguição levada a cabo pelos caçadores, data
em que as fêmeas começam a procurar abrigos para ter as suas
crias.
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La vida de Paymogo ha estado ligada a la ribera del Chanza desde
tiempos inmemoriales, como atestiguan los molinos que podrás ver.
Fueron utilizados para la molienda del higo y la cebada cultivados
en los campos vecinos tanto por españoles como por portugueses. Sin
embargo, sé sustituyeran por molinos de viento, de mayor
efectividad de los cuales en cambio no queda ningún resto en la
actualidad.
La presencia de la frontera con Portugal ha dado sin duda a Paymogo
unas señas de identidad características. La ilegalidad que supuso
antaño su cruce, unido a las diferentes demandas de diversos
productos, como el café o la harina hicieron del contrabando una
actividad muy rentable en la comarca.
Esta frontera aprovecha a presencia de la ribera del Chanza, y ha
sido escenario de incontables relatos sobre los contrabandistas.
Como homenaje a todas aquellas personas que atravesaron sus aguas
cargados de los
productos que aquí no se podían encontrar, se ha llamado a esta
pequeña senda de los contrabandistas.
Cerca diste local, se pode observar con alguna suerte algunos
animales salvajes como el conejo, la liebre, la patirroja perdiz,
los ciervos y jabalí que tiene un descanso de los cazadores a
mediados de febrero, momento a partir del cual las hembras empiezan
a buscar refugios para la paridera.
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The life of Paymogo has been linked to the banks of Chanza since
immemorial times, as attested by the mills that you can see. They
were used for milling fig and barley grown in nearby Spaniards and
Portuguese field. Later, these mills were replaced by most
effective windmills but, however, there is no rest of them at the
moment.
The presence of the border with Portugal has no doubt about Paymogo
identity characteristics. The illegality which was once its
junction, coupled with the different demands of various products,
such as coffee or flour made smuggling a highly profitable in the
region.
This border takes advantage of the presence of the river Chansa,
and has been the scene of countless stories about smugglers. As a
tribute to all those who passed through its waters laden with
products that could not be found here, we named this path as the
path of the smugglers.
Nearly this place, with some luck, you can see some wild animals
like rabbits, hares, partridges, deer and wild boar that can take
some rest from hunters from mid-February, at which time the females
start to look shelters for give birth.
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