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La Ruta del Contrabando [Paymogo / Vales Mortos] Traditional Cache

This cache has been archived.

ajsa: Após ter tomado conhecimento da verdadeira atrocidade do geocacher Prodrive com a lavagem do seu jeep num curso de água inserido numa zona sensível, lavagem essa que certamente deixará marcas neste sensíveis habitats, julgo ser melhor o arquivamento de todas as caches que estejam inseridas em locais sensíveis.

Esta medida irá certamente prevenir que mais zonas sejam vandalizadas. Hoje uma lavagem de jeep, amanhã um incêndio. Não obrigado!

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Hidden : 3/15/2008
Difficulty:
1.5 out of 5
Terrain:
2.5 out of 5

Size: Size:   regular (regular)

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Geocache Description:


A Rota do

Contrabando

 

La Ruta del

Contranbando

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         A vida de Paymogo esteve sempre ligada à ribeira do Chança desde tempos imemoriais, tal como é atestado pelos moinhos de água podem observar no local. Outrora usados para moagem de trigo e cevada cultivadas nas cearas espanholas e portuguesas das proximidades. Posteriormente, estes moinhos foram substituídos pelos mais eficazes moinhos de vento, mas, no entanto, não há qualquer vestígio deles no momento.


         As características da identidade de Paymogo é, sem duvida, totalmente influenciada pela presença da fronteira com Portugal. A ilegalidade, outrora a sua união, juntamente com o contrabando dos diferentes produtos, como o café ou farinha, era uma actividade comercial altamente rentável na região.


 
         Esta fronteira aproveita a presença do rio Chansa, e foi palco de inúmeras histórias sobre contrabandistas. Em jeito de homenagem a todos aqueles que passaram por estas águas carregados de produtos que não podiam ser encontrado num e noutro lado da fronteira, damos o nome a este caminho até à cache de caminho dos contrabandistas.
 
         Uma vez aqui presente, e, com alguma sorte, poderá conseguir observar alguns animais selvagens como coelhos, lebres, predizes, veados e javalis que a partir de meados de Fevereiro podem ter algum descanso da perseguição levada a cabo pelos caçadores, data em que as fêmeas começam a procurar abrigos para ter as suas crias.

        

 

         La vida de Paymogo ha estado ligada a la ribera del Chanza desde tiempos inmemoriales, como atestiguan los molinos que podrás ver. Fueron utilizados para la molienda del higo y la cebada cultivados en los campos vecinos tanto por españoles como por portugueses. Sin embargo, sé sustituyeran por molinos de viento, de mayor efectividad de los cuales en cambio no queda ningún resto en la actualidad.

 

         La presencia de la frontera con Portugal ha dado sin duda a Paymogo unas señas de identidad características. La ilegalidad que supuso antaño su cruce, unido a las diferentes demandas de diversos productos, como el café o la harina hicieron del contrabando una actividad muy rentable en la comarca.

 

         Esta frontera aprovecha a presencia de la ribera del Chanza, y ha sido escenario de incontables relatos sobre los contrabandistas. Como homenaje a todas aquellas personas que atravesaron sus aguas cargados  de los productos que aquí no se podían encontrar, se ha llamado a esta pequeña senda de los contrabandistas.

 

         Cerca diste local, se pode observar con alguna suerte algunos animales salvajes como el conejo, la liebre, la patirroja perdiz, los ciervos y jabalí que tiene un descanso de los cazadores a mediados de febrero, momento a partir del cual las hembras empiezan a buscar refugios para la paridera.

 

 

The way of smuggling

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         The life of Paymogo has been linked to the banks of Chanza since immemorial times, as attested by the mills that you can see. They were used for milling fig and barley grown in nearby Spaniards and Portuguese field. Later, these mills were replaced by most effective windmills but, however, there is no rest of them at the moment.


         The presence of the border with Portugal has no doubt about Paymogo identity characteristics. The illegality which was once its junction, coupled with the different demands of various products, such as coffee or flour made smuggling a highly profitable in the region.


         This border takes advantage of the presence of the river Chansa, and has been the scene of countless stories about smugglers. As a tribute to all those who passed through its waters laden with products that could not be found here, we named this path as the path of the smugglers.


         Nearly this place, with some luck, you can see some wild animals like rabbits, hares, partridges, deer and wild boar that can take some rest from hunters from mid-February, at which time the females start to look shelters for give birth.

 

Additional Hints (No hints available.)