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This cache is temporarily unavailable.

Bitaro: Caro Blue_Trekkers,

Pelo teor dos últimos registos, parece necessária a intervenção do owner para verificar o estado da geocache.
Até lá, ficará temporariamente inactiva.

Por favor leia atentamente as Linhas de Orientação que regulam a manutenção das geocaches:

O dono da geocache é responsável por visitas à localização física.

Você é responsável por visitas ocasionais à sua geocache para assegurar que está tudo em ordem para funcionar, especialmente quando alguém reporta um problema com a geocache (desaparecimento, estrago, humidade/infiltrações, etc.), ou faz um registo "Precisa de Manutenção". Desactive temporariamente a sua geocache para que os outros saibam que não devem procurar a geocache até que tenha resolvido o problema. É-lhe concedido um período razoável de tempo - geralmente até 4 semanas - dentro do qual deverá verificar o estado da sua geocache. Se a geocache não estiver a receber a manutenção necessária ou estiver temporariamente desactivada por um longo período de tempo, poderemos arquivar a página da geocache.

Esta designação serve para geocaches que estão com alguma questão pendente ou um problema temporário por resolver.
Como owner, tem ao dispor, pelo menos, quatro soluções possíveis:

  1. Efectuar a manutenção necessária e reactivar a geocache, dentro do prazo estabelecido pelas Linhas de Orientação
  2. Colocar uma nota na geocache com o plano de manutenção, caso esta não possa ocorrer num curto espaço de tempo. Nessa nota deve constar:
    • o prazo em que pretende efectuar a manutenção,
    • o argumento pelo qual o prazo indicado abaixo terá de ser ultrapassado para que fique novamente activa;
  3. Caso não consiga assegurar a manutenção da mesma, pode considerar o processo de adopção por um geocacher local;
  4. Arquivar a geocache se não tiver disponibilidade para assegurar o estado pleno da mesma. Por favor, tenha em consideração que nesta opção é necessário remover a geocache ou os conteúdos da mesma para evitar que se tornem lixo (*geolitter*).

Assim, caso não seja feita manutenção ou indicado um motivo válido pelo qual a geocache deva estar desactivada além do tempo previsto pelas Linhas de Orientação, a mesma será arquivada num prazo de 60 dias (este prazo não é fixo e terá tempo para fazer a devida manutenção enquanto a pandemia COVID-19 se mantiver ou depois).

Relembro que não é possível desarquivar uma geocache que seja arquivada por falta de manutenção.

Obrigado pela colaboração
Bitaro
Community Volunteer Reviewer

Centro de Ajuda
Linhas Orientação

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Alfaiates, o Castillo de Luna

A cache by Blue Trekkers Send Message to Owner Message this owner
Hidden : 04/07/2009
Difficulty:
2 out of 5
Terrain:
1 out of 5

Size: Size:   micro (micro)

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Geocache Description:


Alfaiates, o Castillo de Luna




De Castillo de Luna a Alfaiates

Povoado antigo, existiria no tempo dos Romanos como vila presídio, facto assente num padrão (já desaparecido) do tempo do Imperador Augusto César. A criação do antigo concelho de Alfaiates, hoje freguesia do Sabugal, data das primeiras iniciativas de estruturação destes territórios pós-reconquista, no século XIII. Tal como as vizinhas localidades de Sabugal e Vilar Maior, Alfaiates pertencia então ao Reino de Leão, tendo recebido Carta de Foros e Costumes das mãos de D. Afonso X de Leão, em c. 1230. No documento, o topónimo utilizado é Castilho de La Luna, ou Castelo da Lua.
Supõe-se que a povoação, doravante designada como Alfaiates, terá sido primeiramente integrada em território português a partir de 1282, fazendo parte do dote da Rainha D. Isabel. Mas a incorporação definitiva das terras de Riba-Coa deu-se em 1297, na sequência do Tratado de Alcanizes, assinado entre D. Dinis e D. Fernando IV, sendo este o ano da outorga do primeiro foral à vila.
No reinado de D. Manuel, em 1515, Alfaiates recebe foral novo. O seu pelourinho, levantado num largo central da freguesia, diante da antiga Casa da Câmara, parece datar dos anos seguintes ao foral manuelino.




Capela da Santa Casa da Misericórdia de Alfaiates

Originalmente dedicada a São Sebastião e matriz da freguesia nos séculos XIII e XIV, foi palco em 26 de Março de 1328 do casamento entre a Infanta D. Maria de Portugal (filha de D. Afonso IV) e de D. Afonso XI de Castela. A partir do século XVI tornou-se comenda da Ordem de Cristo e mais tarde Reitoria, com apresentação do Bispo. A ligação à Misericórdia é mais recente, uma vez que a instituição desta confraria em Alfaiates remonta, muito possivelmente, ao século XVII.
Trata-se de uma igreja da transição do românico para o gótico, datável dos séculos XIII/XIV, que se desenvolve em planta longitudinal, com nave única e capela-mor, mais baixa e estreita. A fachada principal, de remate em empena, é marcada pela abertura do portal, com três arquivoltas em arco de volta perfeita onde sobressaem as impostas decoradas por enxequetados. É sobrepujado por rosácea polilobada flanqueada por duas portas de verga recta, com varanda, que deveriam funcionar como uma espécie de púlpitos e que foram, certamente, abertas mais tarde. Do lado esquerdo, um passo da Paixão de Cristo. A sineira ergue-se do lado direito, no prolongamento do alçado principal.
No interior, com arco triunfal em ogiva, merece especial destaque um fragmento de pintura a fresco alusiva a Cristo Crucificado, e o retábulo-mor e colaterais, de talha dourada e policromada de forte influência neoclássica.


A Cache

A cache está escondida junto da capela, na zona mais antiga da aldeia e que proporciona uma aparente viagem no tempo até ao passado.
Outro ponto que merece uma visita é o castelo manuelino inacabado, na zona mais recente e mais povoada de Alfaiates.

Additional Hints (Decrypt)

fragn-gr r ncregn bf fncngbf

Decryption Key

A|B|C|D|E|F|G|H|I|J|K|L|M
-------------------------
N|O|P|Q|R|S|T|U|V|W|X|Y|Z

(letter above equals below, and vice versa)



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